<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Núcleo TRAMAS &#187; Justiça Ambiental</title>
	<atom:link href="http://www.tramas.ufc.br/?feed=rss2&#038;tag=justica-ambiental" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.tramas.ufc.br</link>
	<description>Temos como foco as inter-relações entre Produção, Trabalho, Ambiente e Saúde, abordadas numa perspectiva crítica no contexto da civilização do capital, especialmente em suas formas de expressão no Nordeste do Brasil, no Ceará.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 20 Feb 2025 20:15:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.6.1</generator>
		<item>
		<title>Novo livro do Núcleo Tramas disponível para download</title>
		<link>http://www.tramas.ufc.br/?p=853</link>
		<comments>http://www.tramas.ufc.br/?p=853#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2018 18:12:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogo de Saberes]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[publicação]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade e Sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tramas.ufc.br/?p=853</guid>
		<description><![CDATA[O livro &#8220;Tramas para a justiça ambiental: diálogo de saberes e práxis emancipatórias&#8221; foi organizado por integrantes do Núcleo Tramas &#8211; Trabalho, Ambiente e Saúde da Universidade Federal do Ceará.  Além dos capítulos que descrevem e refletem sobre a experiência do Núcleo, a publicação apresenta as contribuições de grupos de pesquisa, pesquisadores e pesquisadoras parceiros, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2018/07/Tramas-para-a-Justi%C3%A7a-Ambiental-E-BOOK.pdf"><img class="alignleft size-medium wp-image-854" alt="capa livro" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2018/07/capa-livro-212x300.jpg" width="212" height="300" /></a>O livro &#8220;Tramas para a justiça ambiental: diálogo de saberes e práxis emancipatórias&#8221; foi organizado por integrantes do Núcleo Tramas &#8211; Trabalho, Ambiente e Saúde da Universidade Federal do Ceará.  Além dos capítulos que descrevem e refletem sobre a experiência do Núcleo, a publicação apresenta as contribuições de grupos de pesquisa, pesquisadores e pesquisadoras parceiros, de diversas universidades do Brasil, que trabalham na perspectiva da ciência emancipatória. Assim, o livro reúne reflexões teóricas e metodológicas, e as pistas que esses coletivos foram descobrindo e construindo por meio do diálogo de saberes com territórios e movimentos sociais que vivem conflitos ambientais.</p>
<p>A publicação pretende ser mais um meio de visibilizar as resistências que se tecem na relação entre grupos sociais e grupos acadêmicos para o enfrentamento de conflitos ambientais: existimos e resistimos, ao questionar epistemes, experimentar possibilidades outras na formação de pessoas e na construção de conhecimentos, e ao recriar a relação universidade-sociedade, alimentados por outros sentidos.</p>
<p>Nas palavras da Dra. Alba Pinho, professora do Departamento de Ciências Socias da UFC, que escreve o prefácio do livro: &#8220;esta obra, vem a público em um momento estratégico em que precisamos renovar energias emancipatórias, a enfrentar a exacerbação das políticas neoliberais, no interior de um Estado autoritário e submetido aos interesses do capital, em meio às expressões do neoconservadorismo e, mesmo, do fascismo societal. Neste cenário adverso, se faz necessária a comunhão de esperanças e de forças libertárias para avançarmos neste enfrentamento de classes. Mais do que nunca é preciso construir Epistemologias do Sul, em experiências dissidentes. Impõe-se a exigência da crítica e da práxis emancipatória. Este livro surge de dentro das tessituras dessa resistência imprescindível.&#8221;</p>
<p>Clique no link para download: <a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2018/07/Tramas-para-a-Justiça-Ambiental-E-BOOK.pdf">Tramas para a Justiça Ambiental (E-BOOK)</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tramas.ufc.br/?feed=rss2&#038;p=853</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Movimentos sociais, articulações de mulheres e participantes do curso de formação “Agroecologia, Saúde e Justiça Ambiental (UFC)” denunciam conflito na Comunidade Quilombola do Cumbe-Aracati e prestam solidariedade</title>
		<link>http://www.tramas.ufc.br/?p=795</link>
		<comments>http://www.tramas.ufc.br/?p=795#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2016 16:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidades Tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[Cumbe]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Ambiental]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tramas.ufc.br/?p=795</guid>
		<description><![CDATA[As instituições, redes e articulações integrantes do curso de formação “Agroecologia, Saúde e Justiça Ambiental*”, promovido pelo Núcleo Tramas da Universidade Federal do Ceará, vêm a público manifestar solidariedade à Comunidade Quilombola do Cumbe, no município de Aracati, e relatar os fatos ocorridos nos últimos dias. Na última quinta-feira, 08 de dezembro de 2016, 45 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_796" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/12/15451390_1182087775203060_1783120905_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-796   " alt="15451390_1182087775203060_1783120905_n" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/12/15451390_1182087775203060_1783120905_n-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Mulheres prestam sua solidariedade no encerramento da Formação Agroecologia, Saúde e Justiça Ambiental. Fotografias: Eduardo Souza.</p></div>
<p>As instituições, redes e articulações integrantes do curso de formação “Agroecologia, Saúde e Justiça Ambiental*”, promovido pelo Núcleo Tramas da Universidade Federal do Ceará, vêm a público manifestar solidariedade à Comunidade Quilombola do Cumbe, no município de Aracati, e relatar os fatos ocorridos nos últimos dias.</p>
<p>Na última quinta-feira, 08 de dezembro de 2016, 45 mulheres participantes do curso de formação em “Agroecologia, Saúde e Justiça Ambiental” foram impedidas de entrar na Comunidade Quilombola do Cumbe, onde o curso seria realizado, dos dias 08 ao dia 11, a convite da comunidade. A ponte da Canavieira, que dá acesso à comunidade, foi bloqueada por um grupo de pessoas contrárias à demarcação do território quilombola.  Assim, durante o fim de semana, vivenciamos e testemunhamos momentos de tensão e conflito no território. Denunciamos que, entre outros acontecimentos, uma das participantes de nossa formação foi vítima de perseguição e foi necessário acionar a polícia para garantir sua integridade física. Ressaltamos também que as famílias que se identificam como quilombolas e lutam pela demarcação e defesa de seu território contra o avanço da carcinicultura e dos parques eólicos, em diversos momentos, foram impedidas de transitar livremente em sua própria comunidade e sofreram retaliações violentas, além de ameaças de morte.</p>
<p>Lembramos que, desde 2014, a comunidade do Cumbe é certificada como quilombola pela Fundação Palmares, sendo a única entre as 34 comunidades quilombolas do Ceará em território da Zona Costeira. De acordo com informações do Instituto Terramar, das 150 famílias do local, cerca de 100 já estão cadastradas junto ao INCRA como descendentes de quilombolas. Com o avanço desse processo, as famílias estão mais perto de ter seu território garantido de acordo com os artigos 215 e 216 da Constituição Federal, que determina proteção do Estado para as manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras.</p>
<p>A demarcação do território quilombola do Cumbe contraria interesses econômicos das empresas eólicas e de carcinicultura (criação de camarão em cativeiro) que há anos atuam na região, devastando o ecossistema manguezal e ameaçando os modos de viver e produzir das populações locais. O território quilombola do Cumbe foi conquistado por meio da luta da comunidade para proteger os ecossistemas e os modos de vida tradicionais a eles associados e garantir a autonomia e a reprodução sociocultural e econômica do povo quilombola. Essa comunidade é guardiã de saberes e de práticas que têm sido fundamentais para pesquisas de diversas áreas do conhecimento na UFC e em outras universidades, assim como tem contribuído para o processo de formação de estudantes de graduação e pós-graduação.  No entanto, agentes econômicos interessados em impedir o processo de demarcação vêm utilizando a estratégia de dividir a comunidade e incitar conflitos internos comprometendo perversamente a paz e a coesão desse grupo social.</p>
<p>Desse modo, nosso grupo, formado por mulheres camponesas de diversos territórios do Ceará e do Rio Grande do Norte, estudantes universitárias, pesquisadoras e representantes de instituições de assessoria, manifesta solidariedade à Comunidade Quilombola do Cumbe na luta pela demarcação de seu território. Solicitamos que providências urgentes sejam tomadas pelas autoridades no sentido de garantir a segurança da comunidade e o direito ao território das famílias que se identificam como quilombolas no Cumbe.</p>
<p><b><i>Pela demarcação urgente do território quilombola do Cumbe! </i></b></p>
<p><b><i>Somos todas Quilombo do Cumbe!</i></b></p>
<p>* A formação “Agroelocogia, Saúde e Justiça Ambiental: mulheres em diálogos de saberes e experiências” é um curso de extensão promovido pelo Núcleo Tramas e Núcleo REEAJA da Universidade Federal do Ceará em parceria com o Instituto Terramar, MST, RBJA, RENDA, FAFIDAM/UECE, com apoio do CNPq por meio da Chamada MDA/CNPq N<sup>o</sup> 39/2014.</p>
<p><b>Assinam esta nota todas as instituições, redes e movimentos envolvidos na formação Agroecologia, Saúde e Justiça Ambiental:</b></p>
<p>ACALMA – Associação dos Cultivadores de Algas do Assentamento Maceió</p>
<p>ACOPASA – Associação de Certificação Orgânica Participativa do Sertão do Apodi</p>
<p>AMB – Articulação de Mulheres Brasileiras</p>
<p>APAPAIS &#8211; Associação dos Pequenos Agricultores e Pescadores Assentados do Imóvel Sabiaguaba</p>
<p>Articulação Antinuclear do Ceará</p>
<p>Budega do Povo</p>
<p>Cáritas Diocesana de Limoeiro do Norte</p>
<p>Centro Acadêmico Maloca – Maria de Lourdes da Conceição Alves</p>
<p>CETRA – Centro do Trabalhador</p>
<p>Comissão Pastoral da Terra</p>
<p>Comitê de juventude do Território do Curu/Aracatiaçú</p>
<p>Comitê de Mulheres do Território da Ibiapaba</p>
<p>ENECA – Executiva Nacional de Estudantes de Ciências Ambientais</p>
<p>Escola de Formação Politica e Cidadania</p>
<p>ESPLAR – Centro de Pesquisa e Assessoria</p>
<p>FCM – Fórum Cearense de Mulheres</p>
<p>INEGRA – Instituto da Mulher Negra do Ceará</p>
<p>Instituto Terramar</p>
<p>MIM- Movimento Ibiapabano de Mulheres</p>
<p>MMTR-NE – Movimento da Mulher Trabalhadora Rural – NE</p>
<p>MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra</p>
<p>Mulheres Rendeiras do Assentamento Maceió/Itapipoca</p>
<p>Núcleo Tramas – Trabalho, Ambiente e Saúde da Universidade Federal do Ceará</p>
<p>NEEPA – Núcleo de Estudos, Experiências e Pesquisas em Agroecologia</p>
<p>RBJA – Rede Brasileira de Justiça Ambiental</p>
<p>RENDA – Rede Nordeste de Núcleos de Agroecologia</p>
<p>REEAJA – Núcleo de Reflexões, Estudos e Experiências em Agroecologia e Justiça Ambiental do Baixo Jaguaribe/CE</p>
<p>SSTR – Sindicato dos Trabalhadores e das Trabalhadoras Rurais de Apodi</p>
<p><strong>Para baixar a nota em PDF:</strong> <a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/12/NOTA-DE-SOLIDARIEDADE-CUMBE.pdf">NOTA DE SOLIDARIEDADE CUMBE</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tramas.ufc.br/?feed=rss2&#038;p=795</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Seminário Mulheres, Agroecologia e Justiça Ambiental: diálogo entre saberes, experiências e resistências</title>
		<link>http://www.tramas.ufc.br/?p=698</link>
		<comments>http://www.tramas.ufc.br/?p=698#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2016 15:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tramas.ufc.br/?p=698</guid>
		<description><![CDATA[Nos dias 17 e 18 de março de 2016, o Núcleo Tramas – Trabalho, Ambiente e Saúde da Universidade Federal do Ceará realizará o Seminário Mulheres, Agroecologia e Justiça Ambiental: diálogo entre saberes, experiências e resistências. O evento é uma ação do projeto Reflexões, Estudos e Experiências em Agroecologia e Justiça Ambiental – REEAJA, aprovado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/03/NOTÍCIA-PORTAL.jpg"><img class="size-medium wp-image-699 alignleft" alt="NOTÍCIA PORTAL" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/03/NOTÍCIA-PORTAL-300x211.jpg" width="300" height="211" /></a></p>
<p>Nos dias 17 e 18 de março de 2016, o Núcleo Tramas – Trabalho, Ambiente e Saúde da Universidade Federal do Ceará realizará o <em>Seminário Mulheres, Agroecologia e Justiça Ambiental: diálogo entre saberes, experiências e resistências</em>.</p>
<p>O evento é uma ação do projeto <em>Reflexões, Estudos e Experiências em Agroecologia e Justiça Ambiental – REEAJA</em>, aprovado na CHAMADA MDA/CNPQ Nº 39/2014 &#8211; Núcleos de Estudo em Agroecologia e Produção Orgânica – NEA.</p>
<p>Durante dois dias, 60 mulheres de diversos territórios do Ceará e do Rio Grande do Norte, que enfrentam conflitos ambientais, estarão reunidas para trocar saberes e experiências e construir estratégias coletivas para o fortalecimento da agroecologia e das lutas por justiça ambiental.</p>
<p>O seminário também contará com uma programação aberta à participação do público no dia 17 de março, às 14h, no auditório da ADUFC, com a mesa <em>Mulheres, Agroecologia e Justiça Ambiental: diálogo entre saberes, experiências e resistências</em>.</p>
<p>A partir das 17h, no mesmo local, será realizado o lançamento do caderno informativo<strong><em> Mulheres em diálogo: saberes e experiências sobre trabalho, ambiente e saúde na Chapada do Apodi/Ce </em></strong>e do vídeo <em><strong>No tempo dos mussambês não tinha do que ter medo: impactos do agronegócio sobre a vida das mulheres na Chapada do Apodi-CE</strong></em>. Materiais produzidos no âmbito de um projeto de pesquisa realizado pelo Núcleo Tramas – UFC, entre 2013 e 2015, apoiado pela Chamada MCTI/CNPq/SPM-PR/MDA N. 32/2012.</p>
<p>O encerramento do evento aberto ao público ocorrerá às 19h, do dia 17 de março, com a apresentação musical do grupo Samba de Rosas.</p>
<p>No dia 18 de março, a programação seguirá com a presença das mulheres da Chapada do Apodi-CE, do Rio Grande do Norte, do Sertão Central, da Serra da Ibiapaba, da Zona Costeira e de comunidades urbanas.</p>
<p>O  projeto REEAJA - <em>Reflexões, Estudos e Experiências em Agroecologia e Justiça Ambiental </em> tem como parceiros: MST – Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra, FAFIDAM – Universidade Estadual do Ceará, Cáritas Diocesana de Limoeiro do Norte, CSP- Conlutas, Rede Brasileira de Justiça Ambiental, Rede Nordeste de Núcleos de Agroecologia e Projeto Meio Ambiente, Saúde, Comunicação e Cultura: transformações territoriais e a juventude no sertão central do Ceará (coordenado pelo Núcleo Tramas-UFC).</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO SEMINÁRIO</strong></p>
<p><strong>Dia 17 de março<br />
</strong><br />
<em><strong>Manhã (Programação interna)</strong> </em><br />
Roda de conversa <em>Do mar ao sertão: mulheres em diálogo sobre conflitos ambientais</em><br />
<strong>Local</strong>: Centro de Formação Frei Humberto &#8211; Fortaleza/Ce<br />
<strong>Horário</strong>: 09h às 12:00h</p>
<p><em><strong>Tarde (Programação aberta ao público)</strong></em><br />
Mesa de debate <em>Mulheres, Agroecologia e Justiça Ambiental: diálogos entre saberes, experiências e resistências</em><br />
- Neneide Lima (Rede Xique Xique) – mulheres e experiências agroecológicas: desafios e perspectivas<br />
- Gema Esmeraldo (NEEPA/UFC) – Mulheres e Agroecologia: fortalecendo experiências e construindo resistências nos territórios<br />
- Socorro Oliveira (Chapada do Apodi/Ce) – Agronegócio na Chapada do Apodi: um modelo que vulnerabiliza as mulheres<br />
- Cris Faustino (RBJA) – Conflitos ambientais e a vida das mulheres: da terra ao mar elas resistem e lutam por justiça ambiental</p>
<p><strong>Local</strong>: ADUFC &#8211; Av. da Universidade, 2346, Fortaleza &#8211; CE<br />
<strong>Horário</strong>: 14h às 17h</p>
<p><em><strong>Noite (Programação aberta ao público)</strong></em><br />
Lançamento das Publicações &#8220;<em>Mulheres em diálogo: saberes e experiências sobre trabalho, ambiente e saúde na Chapada do Apodi/Ce</em>&#8221; e do vídeo &#8220;<em>No tempo dos mussambês não tinha do que ter medo: impactos do agronegócio sobre a vida das mulheres na Chapada do Apodi-CE</em>”<br />
<strong>Loca</strong>l: ADUFC &#8211; Av. da Universidade, 2346, Fortaleza &#8211; CE<br />
<strong>Horário</strong>: 17h às 19h<br />
<em>Encerramento do evento aberto ao público com apresentação musical do Grupo Samba de Rosas às 19h.</em></p>
<p><strong>Dia 18 de março<br />
</strong><br />
<em><strong>Manhã (Programação interna)</strong> </em><br />
Roda de conversa <em>Mulheres: trançando resistências e afirmando existências</em><br />
<strong>Local</strong>: Centro de Formação Frei Humberto &#8211; Fortaleza/Ce<br />
<strong>Horário</strong>: 08h às 12:00h</p>
<p><strong>Para informações:</strong><br />
Andréa Camurça – (85) 9 9977.0515<br />
Mayara Melo – (85) 9 9901.4233<br />
E-mail: ntramas.ufc@gmail.com</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tramas.ufc.br/?feed=rss2&#038;p=698</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Núcleo Tramas pauta Justiça Ambiental e Juventudes do Campo na 3ª Conferência Nacional de Juventude</title>
		<link>http://www.tramas.ufc.br/?p=631</link>
		<comments>http://www.tramas.ufc.br/?p=631#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2015 15:40:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Galeria de fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AntiNuclear]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Juventudes]]></category>
		<category><![CDATA[mineração]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tramas.ufc.br/?p=631</guid>
		<description><![CDATA[Entre os dias 16 e 19 de dezembro, foi realizada a 3ª Conferência Nacional de Juventude, em Brasília-DF, com o tema ‘As várias formas de mudar o Brasil’. O Núcleo Tramas, representando a Rede Brasileira de Justiça Ambiental &#8211; RBJA, participou da &#8220;Arena de Debate Juventude, produção e consumo sustentável&#8221; a convite da coordenação de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_632" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/12/02.jpg"><img class="size-medium wp-image-632  " alt="02" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/12/02-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Arena de Debate &#8220;Juventude, Produção e Consumo Sustentável&#8221;<br />Créditos da imagem: SNJ</p></div>
<p>Entre os dias 16 e 19 de dezembro, foi realizada a 3ª Conferência Nacional de Juventude, em Brasília-DF, com o tema ‘As várias formas de mudar o Brasil’. O Núcleo Tramas, representando a <a href="https://redejusticaambiental.wordpress.com/" target="_blank">Rede Brasileira de Justiça Ambiental &#8211; RBJA</a>, participou da &#8220;Arena de Debate Juventude, produção e consumo sustentável&#8221; a convite da coordenação de juventude do Ministério do Meio Ambiente &#8211; MMA.</p>
<p>A Conferência foi organizada pela Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) e pelo Conselho Nacional de Juventude (CONJUVE) com o objetivo de discutir, analisar, reivindicar e propor ações em 11 eixos temáticos que servirão de subsídio para a elaboração do Plano Nacional de Juventude.</p>
<p>No dia 18 de dezembro, participaram da &#8220;Arena de Debate&#8221; Elisa Guaraná (MDA), Letícia Faria (MAB), Ângela Gomes (MNU), Leonardo Boff e  Fernando Leão* (Núcleo Tramas e Rede Brasileira de Justiça Ambiental &#8211; RBJA). Na ocasião, apresentamos as principais ideias sobre Justiça Ambiental em diálogo com a crítica ao modelo de desenvolvimento e seu modo de produção e consumo gerador de injustiças e de racismo ambiental, para um público de aproximadamente 300 jovens de todos os estados do país.</p>
<p>Além disso, relembramos a tragédia-crime da Samarco/Vale/BHP, em Mariana-MG, por meio de poema** de Roberto Coutinho, tecemos críticas ao IBAMA pelas <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-12/presidenta-do-ibama-defende-autolicenciamento-ambiental-das-empresas" target="_blank">recentes declarações</a> acerca do autolicenciamento ambiental das empresas, discutimos os riscos do Projeto Santa Quitéria de mineração de urânio e fosfato no Ceará e a resistência das comunidades do entorno da jazida, pautamos a urgência do debate sobre o novo código de mineração e, por fim, saudamos o protagonismo das juventudes diante dos conflitos ambientais no campo brasileiro.</p>
<div id="attachment_647" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/12/03.jpg"><img class="size-medium wp-image-647  " alt="GT do eixo temático &quot;Meio Ambiente&quot; discute o Código de Mineração" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/12/03-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">GT do eixo temático &#8220;Meio Ambiente&#8221; discute o Código de Mineração<br />Créditos da imagem: Núcleo Tramas</p></div>
<p>Participamos também de GTs do eixo Meio Ambiente e acompanhamos a construção da proposta, elaborada pelos jovens, de realização de uma ampla consulta à sociedade civil sobre o código de mineração. Em votação na Plenária Final, essa proposta foi considerada a segunda mais relevante do eixo Meio Ambiente e foi assumida como uma das 99 resoluções da Conferência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Fernando Leão é integrante do Núcleo Tramas e compõe a equipe de coordenação do <em>Projeto Meio Ambiente, Saúde, Comunicação e Cultura – Transformações Territoriais e a Juventude no Sertão Central Cearense</em>.</p>
<p>** Uai &#8211; Não é alegria, não é brahma, é lama!<br />
Pula da cama, que vem lama<br />
Corre, voa, vem barro<br />
Não tente salvar nada, nem o carro!</p>
<p>Não é barragem, é sacanagem!<br />
Mar selvagem levando tudo&#8230;<br />
Sonhos, vida, sem tempo para despedida!<br />
É de deixar tudo mudo!<br />
Num enterro profundo&#8230;</p>
<p>É minério, é cemitério!<br />
É buraco fundo a troco de nada!<br />
É mentira!<br />
A certeza está na morte que a vida tira&#8230;<br />
É metralhadora que milhões de lama atira<br />
Não sei de onde vem tanta ira!</p>
<p>A roça, a esperança viram lama<br />
Nas águas antes limpa do riacho<br />
Hoje lama e barro num vermelho de sangue veloz rio abaixo!<br />
Diacho! Não sei o que é pior:<br />
- o bicho feio ou o homem que nos faz de otário!<br />
E se diz grande empresário!<br />
Com dinheiro compra até o noticiário!</p>
<p>O pobre cada vez mais pobre<br />
Você grita, clama, chama<br />
Não adianta tudo está debaixo da lama<br />
Paga imposto<br />
Na sua terra você vira encosto!<br />
Só tristeza, desolação e lágrimas no rosto!</p>
<p>O minério foi pra China e o pro Japão<br />
aqui ficou a destruição&#8230;<br />
Pro político tudo, para a população nem um tostão!<br />
A mãe tenta amamentar o filho que chora!<br />
Do seu peito só sai lama!<br />
Pra Deus em vão clama!<br />
É melhor o fogo com sua chama<br />
do que esse mar violento de lama!</p>
<p>Oh! Minas Gerais onde estão seus Inconfidentes ?<br />
Que por muito menos fizeram a derrama<br />
Hoje só choro de gente humilde<br />
Que de tanto não viver já nem reclama!<br />
Acorda Minas! Ainda no peito há uma chama!<br />
Vamos à luta!<br />
A força do inimigo é bruta!<br />
Vamos uai!<br />
Não vamos trocar uais por ais!<br />
Aqui é Minas Gerais&#8230;</p>
<p>(Roberto Coutinho)</p>
<p><em> </em></p>
<div id="attachment_640" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/12/01.jpg"><img class="size-medium wp-image-640 " alt="Fernando Leão - Núcleo Tramas e RBJA compõe a mesa da Arena de Debate" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/12/01-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Fernando Leão &#8211; Núcleo Tramas e RBJA compõe a mesa da Arena de Debate<br />Créditos da imagem: SNJ</p></div>
<div id="attachment_641" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/12/IMG-20151219-WA0013.jpg"><img class="size-medium wp-image-641 " alt="Jovens participam da Arena de Debate" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/12/IMG-20151219-WA0013-300x180.jpg" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Jovens participam da Arena de Debate<br />Créditos da imagem: Camila Mello</p></div>
<div id="attachment_642" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/12/IMG-20151219-WA0017.jpg"><img class="size-medium wp-image-642 " alt="Arena de Debate &quot;Juventude, Produção e Consumo Sustentável&quot;" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/12/IMG-20151219-WA0017-300x180.jpg" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Arena de Debate &#8220;Juventude, Produção e Consumo Sustentável&#8221;<br />Créditos da imagem: Camila Mello</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tramas.ufc.br/?feed=rss2&#038;p=631</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
