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	<title>Núcleo TRAMAS &#187; saúde coletiva</title>
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	<description>Temos como foco as inter-relações entre Produção, Trabalho, Ambiente e Saúde, abordadas numa perspectiva crítica no contexto da civilização do capital, especialmente em suas formas de expressão no Nordeste do Brasil, no Ceará.</description>
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		<title>Diferentes formas de dizer NÃO: lançamento de livro em Fortaleza</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2015 13:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Núcleo TRAMAS/UFC, em parceria com a FASE e com a Articulação Antinuclear do Ceará (AACE), realiza, no dia 05 de novembro, o lançamento do livro Diferentes formas de dizer Não: experiências de resistência, restrição e proibição ao extrativismo mineral, às 18h30 na Sede da ADUFC (Av. da Universidade, 2346 &#8211; Benfica). O evento contará [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/Cartaz_final.jpg"><img class="size-medium wp-image-544 alignleft" style="margin: 30px;" alt="Cartaz_final" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/Cartaz_final-225x300.jpg" width="225" height="300" /></a></p>
<p>O Núcleo TRAMAS/UFC, em parceria com a <a href="http://fase.org.br/">FASE</a> e com a Articulação Antinuclear do Ceará (AACE), realiza, no dia <strong>05 de novembro</strong>, o lançamento do livro <strong><em>Diferentes formas de dizer Não:</em> <em>experiências de resistência, restrição e proibição ao extrativismo</em><em> mineral,</em></strong><em> </em>às 18h30 na Sede da ADUFC (Av. da Universidade, 2346 &#8211; Benfica). O evento contará com a presença de <strong>Julianna Malerba</strong>, organizadora da publicação, e acontecerá associado à oficina <strong>&#8220;Áreas Livres de Mineração&#8221;</strong>, conduzida pela autora para movimentos sociais e grupos de pesquisa acadêmicos, na tarde do dia 05.</p>
<p>O livro é produzido pela FASE, em parceria com o Núcleo de Estudos e Pesquisas Socioambientais (NESSA/UFF) e com o Grupo de Pesquisa Política, Economia, Mineração, Ambiente e Sociedade (PoEMAS/UFJF). A publicação retrata impactos da extração de recursos minerais em distintos países: Argentina, Peru, Costa Rica, Estados Unidos, Filipinas e Equador.</p>
<p>Primeiramente, destaca como o tratamento privilegiado é concedido às atividades extrativas minerais na legislação brasileira, ressaltando os crescentes impactos ambientais por ela induzidos. Em seguida, por meio de estudos de caso, demonstra que a exploração mineral em larga escala tem produzido desigualdade e violado direitos em todo o mundo. Mas a pesquisa vai além: mapeia as estratégias das comunidades afetadas, organizações e movimentos sociais para resistir às violações, à contaminação e à devastação ambiental provocada pela mineração e extração de petróleo.</p>
<p>A oficina <strong>&#8220;Áreas Livres de Mineração&#8221;</strong> terá como objetivos discutir desafios, impasses e possibilidades para a definição de restrições ao extrativismo mineral no Brasil e dialogar com o que agricultores/as, movimentos sociais e pesquisadores/as vêm construindo em oposição à mineração de urânio e fosfato no Ceará, em defesa da agricultura familiar e agroecológica, da saúde, da justiça ambiental etc.</p>
<p><strong>Para saber mais: </strong></p>
<p><a href="http://fase.org.br/pt/informe-se/noticias/livro-traca-rota-do-nao-a-mineracao-pelo-mundo/">Livro traça rota do não à mineração pelo mundo</a></p>
<p><a href="http://fase.org.br/pt/informe-se/noticias/organizacoes-movimentos-e-pesquisadores-debatem-areas-livres-de-mineracao/">Organizações, movimentos e pesquisadores debatem áreas livres de mineração</a></p>
<p><strong><a href="http://fase.org.br/pt/acervo/biblioteca/9420/">Download do livro</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://fase.org.br/wp-content/uploads/2015/03/Sumario-Ampliado.pdf">Sumário ampliado</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_548" class="wp-caption alignnone" style="width: 222px"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/resenha-Áreas-Livres-de-Mineração-vFinal.jpg"><img class="size-medium wp-image-548" alt="resenha - Áreas Livres de Mineração - vFinal" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/resenha-Áreas-Livres-de-Mineração-vFinal-212x300.jpg" width="212" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Resenha</p></div>
<div id="attachment_550" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/capa_mineração.png"><img class="size-medium wp-image-550 " alt="Capa do livro " src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/capa_mineração-225x300.png" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro</p></div>
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		<title>Dossiê ABRASCO: Impacto dos agrotóxicos na saúde</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2015 20:52:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de causar grande impacto em 2012, o Dossiê Abrasco sobre Agrotóxicos ganha nova edição. A publicação, com mais de 600 páginas, colorida e ilustrada, inclui a revisão do Dossiê de 2012 e uma quarta parte inédita. Este capítulo, concluído em outubro de 2014, foi dedicado a atualização de acontecimentos marcantes, estudos e decisões políticas, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" alt="" src="http://www.contraosagrotoxicos.org/dossieabrasco/wp-content/uploads/2015/04/slide_01.jpg" width="259" height="173" /></p>
<p>Depois de causar grande impacto em 2012, o Dossiê Abrasco sobre Agrotóxicos ganha nova edição. A publicação, com mais de 600 páginas, colorida e ilustrada, inclui a revisão do Dossiê de 2012 e uma quarta parte inédita. Este capítulo, concluído em outubro de 2014, foi dedicado a atualização de acontecimentos marcantes, estudos e decisões políticas, com informações que envolvem os agrotóxicos, as lutas pela redução dessas substâncias e pela superação do modelo de agricultura químico-dependente do agronegócio.</p>
<div>
<p>Não é por falta de confirmação dos efeitos nocivos à saúde e ao ambiente que a grave situação de uso indiscriminado de agrotóxicos no Brasil não é revertida. O livro reúne informações de centenas de livros e trabalhos publicados em revistas nacionais e internacionais, que revelam evidências científicas e correlação direta entre uso de agrotóxicos e problemas de saúde. Essas informações foram confirmadas por diversas fontes, relatos e denúncias, no Brasil e no exterior.</p>
</div>
<div>
<p>Não há dúvidas. Estamos diante de uma verdade cientificamente comprovada: os agrotóxicos fazem mal à saúde das pessoas e ao meio ambiente.</p>
<p>Link para a publicação da ABRASCO (Associação Brasileira de Saúde Coletiva): <a href="http://abrasco.org.br/dossieagrotoxicos/">http://abrasco.org.br/dossieagrotoxicos/</a></p>
</div>
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		<title>Dossiê sobre Agrotóxicos será lançado nesta terça, no RJ</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2015 23:52:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lançamento ocorre no auditório 111 da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, com coletiva de imprensa às 18:00 e abertura ao público às 19:00h. Livro traz evidências científicas sobre a relação entre agrotóxicos, transgênicos e doenças. &#160; Depois de causar grande impacto em 2012, o Dossiê Abrasco sobre Agrotóxicos ganha nova edição – o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Lançamento ocorre no auditório 111 da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, com coletiva de imprensa às 18:00 e abertura ao público às 19:00h. Livro traz evidências científicas sobre a relação entre agrotóxicos, transgênicos e doenças.</strong><br />
</em></p>
<p><img alt="" src="http://www.contraosagrotoxicos.org/dossieabrasco/wp-content/uploads/2015/04/slide_01.jpg" width="400" height="267" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois de causar grande impacto em 2012, o Dossiê Abrasco sobre Agrotóxicos ganha nova edição – o lançamento será dia 28 de abril, terça-feira às 18h00, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). O lançamento celebra duas importantes datas para o Movimento: Dia Mundial da Saúde, comemorado em 7 de abril e que neste ano trouxe a segurança alimentar como tema e os quatro anos de existência da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.</p>
<p>A publicação, com mais de 600 páginas, colorida e ilustrada, reúne as três partes revisadas do Dossiê Abrasco lançadas ao longo de 2012, além de uma quarta parte inédita intitulada “A crise do paradigma do agronegócio e as lutas pela agroecologia”. O livro é uma co-edição da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, da Fiocruz, e da editora Expressão Popular.</p>
<p>Este capítulo inédito, concluído em outubro de 2014, foi dedicado à atualização de acontecimentos marcantes, estudos e decisões políticas, com informações que envolvem os agrotóxicos, as lutas pela redução dessas substâncias e pela superação do modelo de agricultura químico-dependente do agronegócio. A leitura desse cenário mais recente revela que a situação do país em relação aos agrotóxicos está ainda mais grave e que a correlação de forças no campo social propicia desafios maiores. O consumo de venenos agrícolas cresce ano após ano, está em curso um processo de desregulamentação do uso de agrotóxicos no país.</p>
<p>Não é por falta de confirmação dos efeitos nocivos à saúde e ao ambiente que a grave situação de uso indiscriminado de agrotóxicos no Brasil não é revertida. O livro reúne informações de centenas de livros e trabalhos publicados em revistas nacionais e internacionais que revelam evidências científicas e correlação direta entre uso de agrotóxicos e problemas de saúde. Não há dúvida, estamos diante de uma verdade cientificamente comprovada: os agrotóxicos fazem mal à saúde das pessoas e ao meio ambiente.</p>
<p><em><img alt="" src="http://www.contraosagrotoxicos.org/dossieabrasco/wp-content/uploads/2015/04/conteudo_01.jpg" width="400" height="267" /></em></p>
<p>A sociedade brasileira resiste ao uso de agrotóxicos, tem se organizado e avança na conquista de políticas públicas importantes, como a Política Nacional para a Prevenção e Controle do Câncer e a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. Sobre a agroecologia – que o livro trata com dedicação especial nesta quarta parte, temos a possibilidade concreta de implementar o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (PRONARA).</p>
<p>Para o lançamento do Dossiê Abrasco: um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde já confirmaram presença:</p>
<p>- <strong>Luis Eugenio Souza</strong>, presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco);</p>
<p>- <strong>Paulo Gadelha,</strong> presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz);</p>
<p>- <strong>Pedro Luiz Serafim da Silva,</strong> Procurador Regional do Trabalho (MPT-PE) e Coordenador do Fórum Nacional de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos;</p>
<p>- <strong>Paulo Petersen,</strong> da Articulação Nacional de Agroecologia;</p>
<p>- <strong>Luiz Antonio Santini,</strong> Diretor-geral do Instituto Nacional de Câncer José Gomes da Silva (Inca);</p>
<p>- <strong>Teresa Liporace,</strong> do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec);</p>
<p>- <strong>Maria Emilia Pacheco,</strong> presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea);</p>
<p>- Representante da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.</p>
<p>Também estarão presentes outras organizações da sociedade civil e de agricultores para compartilharem suas experiências de vida. De Goiás, virá o professor Hugo Alves dos Santos, da Escola Municipal São José do Pontal onde 29 crianças e oito adultos foram atingidos por pulverização aérea de agrotóxicos, em maio de 2013.</p>
<p>Maria Gerlene Silva Matos, viúva do trabalhador rural Vanderlei Matos – contaminado pela exposição crônica a agrotóxicos na Chapada do Apodi, também fará um depoimento sobre a decisão judicial que condenou a multinacional Delmonte Fresh Produce pela morte de Vanderlei. A história de trabalho, contaminação e morte de Vanderlei é um dos casos, ainda raros no Brasil, de fundamentação científica que fazem o nexo causal da morte do trabalhador por agrotóxicos – as evidências científicas apontadas pela Universidade Federal do Ceará, bem como a perícia médica do Ministério Público, tornam “irretocável” a decisão que responsabiliza a empresa pela hepatopatia grave induzida por substâncias tóxicas.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>O lançamento do livro “Dossiê Abrasco: um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde” é aberto ao público. Acontecerá na terça-feira dia 28 de abril, a partir de 18h00 no Auditório 111 da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ (Bloco F do 11º andar. Rua São Francisco Xavier, 524, Maracanã, Pavilhão João Lyra Filho). Após o lançamento do dia 28, o Dossiê em formato PDF estará disponível para download no site da Abrasco e sua versão impressa para venda no site da Abrasco Livros www.abrascolivros.com.br</p>
<p>Mais informações: através do e-mail <a href="mailto:comunica@abrasco.org.br">comunica@abrasco.org.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.contraosagrotoxicos.org/index.php/506-dossie-sobre-agrotoxicos-sera-lancado-nesta-terca-no-rj">Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida</a></em></p>
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		<title>Dossiê ABRASCO: Um Alerta Sobre os Impactos dos Agrotóxicos na Saúde</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2015 11:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Dossiê, com um capítulo inédito, será publicado neste mês de abril, numa co-edição da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, da Fiocruz, e da editora Expressão Popular &#160; Neste mês de abril será lançado o “Dossiê ABRASCO: Um Alerta Sobre os Impactos dos Agrotóxicos na Saúde”. A novidade dessa publicação é o capítulo intitulado “A crise [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Dossiê, com um capítulo inédito, será publicado neste mês de abril, numa co-edição da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, da Fiocruz, e da editora Expressão Popular</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" alt="" src="http://www.abrasco.org.br/site/wp-content/uploads/2015/03/dossie_agrotoxico_not.jpg" width="372" height="270" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste mês de abril será lançado o “Dossiê ABRASCO: Um Alerta Sobre os Impactos dos Agrotóxicos na Saúde”. A novidade dessa publicação é o capítulo intitulado “A crise do paradigma do agronegócio e as lutas pela agroecologia”. A informação foi adiantada pelo professor Fernando Carneiro – coordenador do GT Saúde e Ambiente da Associação, durante o Seminário Nacional da Articulação Nacional de Agroecologia que aconteceu em fevereiro. Sobre o livro, é mais um exemplo daquilo que Fernando aponta como resultado da parceria da saúde coletiva com a agroecologia. “Aprendemos muito com o movimento agroecológico e incorporamos esses múltiplos aprendizados nas nossas práticas. Um dos exemplos foi a própria facilitação gráfica incorporada não só na publicação desse Dossiê, mas no Simpósio de Saúde e Ambiente que a Abrasco realizou no ano passado”, disse Fernando.</p>
<p>A publicação, com mais de 600 páginas, é uma co-edição da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, da Fiocruz, e da editora Expressão Popular. O lançamento nacional do Dossiê está previsto para abril, mês em que a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos completa quatro anos de luta.</p>
<p>Veja nos dossiês da Abrasco a devastação que os agrotóxicos e o agronegócio vem causando à população brasileira.</p>
<p><a href="http://www.abrasco.org.br/site/wp-content/uploads/2015/03/Dossie_Abrasco_01.pdf" target="_blank"><strong>DOSSIÊ – PARTE 1</strong></a></p>
<p><a href="http://www.abrasco.org.br/site/wp-content/uploads/2015/03/Dossie_Abrasco_02.pdf" target="_blank"><strong>DOSSIÊ – PARTE 2</strong></a></p>
<p><strong><a href="http://www.abrasco.org.br/site/wp-content/uploads/2015/03/Dossie_Abrasco_03.pdf" target="_blank">DOSSIÊ – PARTE 3</a></strong></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.abrasco.org.br/site/2015/03/dossie-abrasco-um-alerta-sobre-os-impactos-dos-agrotoxicos-na-saude/">Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO)</a></p>
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		<title>Ensino da Saúde e Ambiente é debate no último dia do 2º Sibsa</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2014 14:28:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma produção de conhecimento que só soma e emancipa. O painel Experiências de formação em Saúde e Ambiente reuniu na quarta-feira, 22 de outubro, pesquisadores, estudantes e docentes de todos os níveis de ensino para compor um panorama da temática dentro do universo da Saúde Coletiva. A sessão foi uma das últimas atividades do 2º [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma produção de conhecimento que só soma e emancipa. O painel Experiências de formação em Saúde e Ambiente reuniu na quarta-feira, 22 de outubro, pesquisadores, estudantes e docentes de todos os níveis de ensino para compor um panorama da temática dentro do universo da Saúde Coletiva. A sessão foi uma das últimas atividades do 2º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente – 2º Sibsa, realizado no Minascentro, em Belo Horizonte. A coordenação foi de Iracina de Jesus, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS).<a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2014/11/SIBSA.jpg"><img class="size-medium wp-image-194 alignleft" alt="SIBSA" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2014/11/SIBSA-300x217.jpg" width="300" height="217" /></a></p>
<p>Carmen Asmus, professora associada da Faculdade de Medicina e do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FM-IESC/UFRJ) apresentou os primeiros resultados do Programa de Formação de Recursos Humanos em Vigilância em Saúde Ambienta. Organizado pelo IESC/UFRJ junto com a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), o programa constitui-se de três cursos de capacitação e um de especialização, todos ministrados em ambiente virtual, e visam possibilitar a formação e qualificação de recursos humanos em grande escala para o Brasil, de forma a fortalecer a área de Vigilância em Saúde Ambiental.</p>
<p>Na primeira fase, foram formados quatro mil profissionais com participantes de todas as regiões. “A Educação à Distância não tem a possibilidade do contato humano, mas é uma alternativa de formação complementar, fundamental para auxiliar profissionais dos municípios que possam ter esse primeiro passo na difusão da informação e com o objetivo de ampliar a área de Saúde e Ambiente”, destacou Carmen, que aponta a primeira fase do programa como um degrau para a construção de bases teórica e metodológica para uma futura oferta de mestrado profissionalizante na área de vigilância em saúde ambiental. Coube à professora Rita Barradas, do Programa de Pós-Graduação da Santa Casa de São Paulo apresentar um mapa da inserção da temática e sua produção científica dentro do Sistema Nacional de Pós-Graduação. Atualmente, 15 programas de formação pós-graduada são dedicados exclusivamente ao tema. No entanto, boa parte deles é avaliado pela área interdisciplinar da Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e apenas três estão na área da Saúde Coletiva. Entre os programas em Saúde Coletiva, há 21 ofertas de áreas de concentração e/ou linhas de pesquisa voltadas para a temática, com a maioria desses programas pontuando entre as notas 4 e 6 na avaliação da CAPES e outros 14 programas que, mesmo sem área de concentração, a temática está presente por meio do oferecimento regular de disciplinas. Ao total, as discussões de Saúde e Ambiente participam de metade dos PPGs em Saúde Coletiva.</p>
<p>Para Rita, esse cenário só confirma o vigor que a temática traz ao campo científico. “Há uma ideia de que quanto mais específico o curso, melhor. No entanto, ao longo dos últimos anos, é o conjunto da produção científica que tem sido avaliado pela Capes. Logo, não atrapalha em nada ter grupos trabalhando com essa temática. Ao contrário, onde tem Saúde e Ambiente, em média, os programas estão melhores”, ressaltou a ex-presidente da Abrasco, que reiterou a necessidade de fazer a produção técnica e a inserção social, eixos caros aos programas que trabalham com a temática, serem relevantes e estarem bem apresentados dentro dos critérios de avaliação da Coordenadoria.</p>
<p>Graduação e Ensino Técnico: As experiências vividas pelo curso de enfermagem e em programas como o Programa de Educação pelo Trabalho para Saúde (PET-Saúde) e o Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde (Pró-Saúde) foram abordados pela professora Karina Patrício, do departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Medicina de Botucatu, da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (FMB/Unesp), e responsável pela cadeira Saúde e Meio Ambiente do curso de enfermagem, oferecida no primeiro semestre com carga horária de 60 horas.</p>
<p>A professora apresentou números levantados via a plataforma de formulários do Sistema Único de Saúde (FormSUS) que indicam que, de 143 escolas/faculdades de medicina e demais áreas da saúde, 105 contam com o debate da temática, seja organizado de maneira disciplinar ou como discussão transversal em demais cadeiras. No entanto, em sua avaliação, o graduado da área da saúde ainda é apresentado, na maioria das vezes, à lógica dos miasmas, conceituação que carrega a tríade agente/meio ambiente/hospedeiro. Além disso, o aluno está imerso em uma cultura que prega a desnaturalização da natureza, tratando-a de modo objetivado e sem dimensão crítica.</p>
<p>Para Karina, um importante instrumento atualmente utilizado para a apresentação da temática são os programas de Educação pelo Trabalho para Saúde (PET-Saúde) e o Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde (PRÓ-Saúde), que por meio da integração ensino-serviço- comunidade, proporcionam uma abordagem integral do processo saúde-doença com ênfase na Atenção Básica, promovendo transformações/qualificações na prestação de serviços à população. “O contato com a comunidade transforma o olhar dos alunos, tornando-os mais capazes de entender as interações da saúde e do ambiente”, ressaltou. Até este ano, 902 projetos desses e outros programas versaram interações temáticas, diretas ou transversais, com a área de Saúde e Ambiente.<br />
André Búrigo, professor da Escola Politécnica em Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) trouxe a vivência do curso técnico profissionalizante em Meio Ambiente, primeira ação de ensino de nível médio oferecido pela Fundação Oswaldo Cruz em áreas rurais. Com duração de um ano, os cursos foram iniciados em 2012 no Assentamento 25 de Maio, em Madalena, Ceará, e no Centro de Desenvolvimento Sustentável e Capacitação em Agroecologia (CEAGRO), em Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, atendendo, principalmente, jovens do Assentamento Ireno Alves. Foram formados 57 técnicos.</p>
<p>Antes de relatar os processos, ele destacou que desde a década de 1990, os movimentos campesinos passaram a abraçar a formação em saúde como uma ação estratégica. Dessa data começaram as primeiras experiências de cursos técnicos em saúde do campo do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). A instituição no SUS da Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta, lançada em 2008, mas regulamentada somente em dezembro de 2011, e o apoio da Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde – SGTES/MS, foram elementos fundamentais para o lançamento do projeto, que teve uma versão piloto realizada na cidade de São Mateus, no Espírito Santo.</p>
<p>Em ambas as localidades a metodologia trabalhou com os conceitos de tempo-escola, voltados para o ensino de cadeiras gerais, como língua portuguesa, Arte e Cultura Camponesa e Ciências Sociais e Humanas, e disciplinas ligadas ao centro da formação, como SUS e Saúde do Campo e Território, Produção e Saúde. Outra parte é voltada para a ação na comunidade, com trabalhos de pesquisa de campo orientados e fundamentais para a conclusão do curso. Parte dos alunos das duas cidades acompanhou a apresentação. “A principal contribuição que demos foi afirmar que esses jovens têm direito a fazer cursos para compreender suas histórias, territórios e permanecerem em suas terras. Mas precisamos avançar, pois ainda impera a visão que para profissionais de ensino médio qualquer formação basta”, destacou Búrigo.</p>
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<p>Fonte: <a href="http://www.abrasco.org.br/site/2014/10/ensino-da-saude-e-ambiente-e-debate-no-ultimo-dia-do-2o-sibsa/">Site da Abrasco</a></p>
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