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	<title>Núcleo TRAMAS &#187; Saúde</title>
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	<description>Temos como foco as inter-relações entre Produção, Trabalho, Ambiente e Saúde, abordadas numa perspectiva crítica no contexto da civilização do capital, especialmente em suas formas de expressão no Nordeste do Brasil, no Ceará.</description>
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		<title>Programação do segundo tempo escola do Projeto Juventudes do Campo</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2016 17:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 14 e 23 de janeiro, o Núcleo Tramas realiza o segundo tempo escola do curso de formação para as juventudes do campo do sertão central cearense. As atividades acontecerão na Vila Riacho das Pedras, comunidade rural do município de Santa Quitéria (CE). A abertura da programação acontece na tarde da próxima quinta-feira [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 14 e 23 de janeiro, o Núcleo Tramas realiza o segundo tempo escola do curso de formação para as juventudes do campo do sertão central cearense. As atividades acontecerão na Vila Riacho das Pedras, comunidade rural do município de Santa Quitéria (CE).</p>
<p>A abertura da programação acontece na tarde da próxima quinta-feira (14) e contará com a presença da professora Raquel Rigotto, coordenadora do Núcleo Tramas, de Thiago Valentim, da Coordenação Nacional da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e de Seu Chico Paiva, morador da comunidade de Riacho das Pedras.</p>
<p>As atividades prosseguem até o dia 23 com espaços de formação em Saúde, Agroecologia, Comunicação, Arte e Cultura, exibição de filmes e debates, apresentações artístico-culturais, intercâmbios e diálogos com a comunidade local. Os debates e as oficinas serão realizados e facilitados em parceria com entidades, ONGs e movimentos sociais que também atuam na região e nas temáticas envolvidas.</p>
<p>O Projeto Meio Ambiente, Saúde, Comunicação e Cultura: Transformações Territoriais e a Juventude no Sertão Central Cearense foi aprovado na chamada Nº 19/2014 do Ministério do Desenvolvimento Agrário/INCRA, em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia/CNPq, para o Fortalecimento da Juventude Rural.</p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/01/Cartaz_Modulo2_PJC_4a-versao-TIFF.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-672" alt="Cartaz_Modulo2_PJC_4a versao TIFF" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/01/Cartaz_Modulo2_PJC_4a-versao-TIFF-225x300.png" width="225" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/01/Cartaz_Modulo2_PJC_4a-versao.pdf">Download (PDF)</a></p>
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		<title>Santa Quitéria: uma mina de incertezas</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2015 21:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Ceará, em Santa Quitéria, a maior mina de urânio do País. Junto ao urânio, vem o fosfato – como eles muitas mãos pelas quais se cavam um projeto de mineração exploratória. Pelas mãos do agronegócio se demanda a produção de fertilizantes a base de fosfato. O mesmo agronegócio que projetou o Brasil como campeão [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No Ceará, em Santa Quitéria, a maior mina de urânio do País. Junto ao urânio, vem o fosfato – como eles muitas mãos pelas quais se cavam um projeto de mineração exploratória. Pelas mãos do agronegócio se demanda a produção de fertilizantes a base de fosfato. O mesmo agronegócio que projetou o Brasil como campeão mundial em consumo de agrotóxicos, utilizando substâncias banidas na União Europeia e provocando imensos riscos à saúde.</p>
<p>Essa mina de incertezas e riscos à saúde humana quer nos conduzir às mãos de um consórcio formado por uma estatal e uma empresa privada, cujas ações (60%), pertencem a um grupo norueguês. Na Noruega, entretanto, não se admite a matriz nuclear. Áustria, Suécia, Itália, Austrália, Dinamarca, Grécia, Irlanda, Polônia, Bélgica, Alemanha, Holanda, Espanha e Suécia também já pararam reatores ou anunciaram as intenções de abandonar a energia nuclear.</p>
<p>Mãos imprudentes anunciam a retomada do projeto nuclear brasileiro, apesar de pesquisas registrarem 174 acidentes ou incidentes nucleares no mundo. As mesmas mãos da empresa que quer explorar a mina de Santa Quitéria, vemos as tragédias de Caetité/BA: vazamento de 5.000 m³ de licor de urânio para o ambiente; sete transbordamentos da bacia de barramento, liberando urânio, tório e rádio 226; rompimento em mantas da bacia de contenção, morte de peixes, alimentos contaminados, população com 19 vezes mais casos de câncer.</p>
<p>Nesse cenário, o Estado funciona também como mão amiga para a empresa mineradora: mesmo em tempos de crise sistêmica garante a infraestrutura para a obra – adutora, linhas de transmissão de energia e escoamento da produção. Enquanto as comunidades do sertão central cearense sofrem com a seca, o projeto irá consumir 917, 9m³ por hora, equivalente a 115 carros-pipa por hora. A água será retirada do açude Edson Queiroz, em situação crítica, com apenas 15,23% da capacidade.</p>
<p>Alega-se que o projeto vai gerar empregos, mas nos 20 anos de operação, só 515 funcionários diretos e outros 120 terceirizados. Qual a segurança e qualidade de vida destes trabalhadores? Uma mina de heranças que ficarão. Uma pilha de rejeitos da dinamitização da mina, com altura de 90 metros de um material que mantém 85% da radioatividade original. Uma pilha de fosfogesso, com 70 metros de altura. Tudo isso a céu aberto.</p>
<p>Que desenvolvimento é este? Restam-nos insistir em outras mãos: repletas de vontade para rejeitar o projeto de mineração de urânio em Santa Quitéria e que afirmem que não aceitaremos os riscos e a insegurança da iniciativa. Mãos de resistência.</p>
<p><strong>Talita Furtado<br />
talita.pfurtado@gmail.com<br />
Assessora parlamentar, advogada da Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares (Renap) e integrante do Núcleo Tramas</strong></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.opovo.com.br/app/opovo/opiniao/2015/11/16/noticiasjornalopiniao,3534688/santa-quiteria-uma-mina-de-incertezas.shtml#.Vkp6H7Yu9m8.facebook">O Povo</a></p>
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		<title>ARTICULAÇÃO ANTINUCLEAR DO CEARÁ PROMOVE II JORNADA</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2015 11:31:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Nos dias 15 e 16 de novembro, acontece a II Jornada Antinuclear do Ceará, em Santa Quitéria, município do sertão central do estado. Promovida pela Articulação Antinuclear do Ceará (AACE), em parceria com movimentos sociais, pesquisadores, entidades e organizações não-governamentais, comunidades da região e com a Articulação Antinuclear Brasileira, traz como tema “A defesa [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Nos dias <b>15 e 16 de novembro</b>, acontece a <b>II Jornada Antinuclear do Ceará</b>, em Santa Quitéria, município do sertão central do estado. Promovida pela <b>Articulação Antinuclear do Ceará (AACE)</b>, em parceria com movimentos sociais, pesquisadores, entidades e organizações não-governamentais, comunidades da região e com a <b>Articulação Antinuclear Brasileira</b>, traz como tema <b>“A defesa da vida e a resistência antinuclear no Brasil”.</b></p>
<p><b> </b></p>
<p style="text-align: center;"><b><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/11/12226379_10207294400745478_692951855_n.jpg"><img class="aligncenter" alt="12226379_10207294400745478_692951855_n" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/11/12226379_10207294400745478_692951855_n-212x300.jpg" width="212" height="300" /></a></b></p>
<p>A II Jornada acontece <b>um</b> <b>ano após as audiências públicas </b>realizadas pelo IBAMA para discutir o <b>Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA)</b> e a implantação do empreendimento de <b>mineração de urânio associado a fosfato</b> na <b>Mina de Itataia</b>, localizada entre os municípios de Santa Quitéria, Itatira e Madalena. É a maior mina de urânio do Brasil e está em processo de licenciamento para ser explorada pelo <b>Consórcio Santa Quitéria</b>, composto pela <b>Galvani </b>e pela estatal <b>Indústrias Nucleares do Brasil (INB). </b>A primeira com interesses de extrair o fosfato para produção de fertilizantes químicos e ração animal destinados ao <b>agronegócio</b> e a INB responsável pela mineração do urânio, matéria-prima para geração de <b>energia nuclear</b>.</p>
<p>Desde <b>2010</b>, as comunidades do entorno da mina, movimentos sociais, entidades não-governamentais e pesquisadores da Universidade têm se organizado para discutir o projeto, sobretudo os impactos socioambientais da chegada de um grande empreendimento na região – constituída de comunidades e assentamentos rurais com atividade agrícola – e os riscos relacionados à exploração de urânio <b>radioativo</b> &#8211; que incluem a contaminação do solo, do ar e da água e o surgimento de doenças como o <b>câncer</b> causadas pela exposição à radioatividade. Com a formação da <b>Articulação Antinuclear do Ceará</b>, desde então seus membros somam forças à resistência contra a mineração em Santa Quitéria.</p>
<p>A programação da II Jornada terá momentos de <b>intercâmbio</b> com convidados de <b>Angra dos Reis (RJ)</b> e <b>Caetité (BA)</b>, focados em discussões sobre os impactos socioambientais do ciclo da energia nuclear no Brasil e <b>experiências de resistência</b>. Com seminário, atividade cultural e roda de conversa, a II Jornada culmina na realização de uma <b>audiência pública </b>de caráter popular, onde os movimentos de resistência à mineração na região dirão <b>NÃO à exploração de urânio e fosfato em Santa Quitéria</b> e <b>SIM à agricultura familiar camponesa, à convivência com o semiárido e à vida no sertão central cearense. </b>A audiência acontece no dia <b>16 (segunda-feira), às 9 horas</b>, em Santa Quitéria.</p>
<p><b> </b></p>
<p><b><i>Articulação Antinuclear do Ceará (AACE): breve histórico<br />
</i></b></p>
<p>Atualmente, a Articulação é composta por moradores das comunidades do entorno da Mina de Itataia, movimentos sociais, organizações não-governamentais e pesquisadores. Integram a AACE o <b>Movimento de Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST-CE)</b>, a <b>Comissão Pastoral da Terra (CPT)</b>, a <b>Cáritas Diocesana de Sobral, </b>o coletivo <b>Urucum – Comunicação, Direitos Humanos e Justiça</b> e o <b>Núcleo TRAMAS-UFC (Trabalho, Meio Ambiente, Saúde).<br />
</b></p>
<p>O <b>TRAMAS</b> atua na região desde 2010, com a pesquisa <i>“Territorialização em Saúde: estudo das relações produção, ambiente, saúde e cultura na atenção primária à saúde”, </i>realizada na comunidade de Riacho das Pedras-Santa Quitéria e que incluiu a construção de uma cartografia social das comunidades existentes no entorno da mina. Nesse mesmo ano, a Cáritas Diocesana de Sobral articulou a realização da uma audiência pública com a presença da prefeitura de Santa Quitéria, de representantes da Galvani e da INB.</p>
<p>Em 2011, o <b>III Encontro de Mulheres da Via Campesina</b> <b>do Ceará</b> resultou, no dia 08 de março, em uma manifestação pública contra a Mina de Itataia. Em maio, aconteceu o seminário <b>“A mineração de urânio e fosfato: seus impactos socioambientais e para a saúde humana”</b>, no município de Itatira. É desse seminário que nasce a <b>Articulação Antinuclear do Ceará – AACE.</b></p>
<p>A <b>I Jornada Antinuclear do Ceará</b> aconteceu em 2012, com o tema <b>“O presente que temos em Caetité e o futuro que queremos em Santa Quitéria”</b>, e trouxe representantes das comunidades e movimentos sociais de Caetité (BA), onde existe uma experiência de exploração de urânio operada pela INB. As denúncias em Caetité revelam <b>casos de vazamento de urânio e de contaminação</b>, entre outros impactos socioambientais, apontados como conseqüência da operação e da gestão inadequadas da atividade por parte da INB.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Licenciamento ambiental do Projeto Santa Quitéria</i></b></p>
<p>O <b>Consórcio Santa Quitéria</b>, formado pelo grupo privado <b>Galvani</b> e a estatal <b>Indústrias Nucleares do Brasil (INB)</b>, é responsável pelo empreendimento. O Projeto está em processo de licenciamento ambiental, que é dividido em três eixos, cada um com fases específicas e os seguintes órgãos responsáveis: Licenciamento Mineral – Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM); Licenciamento Nuclear – Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e Licenciamento Ambiental – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (IBAMA). O Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) da obra foi entregue em março de 2014 para análise do IBAMA.</p>
<p>Como parte do licenciamento, foram realizadas <b>três audiências públicas</b> em novembro do ano passado, para trazer e discutir com a sociedade os estudos entregues pelo Consórcio, a viabilidade e os impactos socioambientais do empreendimento e a sua possível implantação. Na ocasião, estiveram presentes e expuseram seus posicionamentos a <b>INB, </b>o grupo<b> Galvani, </b>o<b> IBAMA </b>e<b> </b>a<b> Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)  </b>– órgão que, ao mesmo tempo, gere e fiscaliza a INB.</p>
<p>Avaliando que as três audiências não proporcionaram <b>espaços efetivos de participação da população</b> na análise de viabilidade do projeto e na decisão sobre a sua instalação na região, a Articulação Antinuclear do Ceará solicitou, junto à Assembleia Legislativa do Estado, a realização de <b>mais uma audiência pública no dia 16 de novembro</b>. A intenção é garantir <b>momentos de fala e de participação</b> das comunidades atingidas pelo empreendimento. A audiência acontece às 9 horas, em Santa Quitéria.</p>
<p>O EIA/RIMA ainda está em fase de análise pelo IBAMA. O órgão solicitou complementações ao estudo, considerando o documento, com mais de 4.000 páginas, <b>insuficiente</b> em pontos como: comprovação de viabilidade de abastecimento hídrico e da instalação e operação da adutora de água que liga o Açude Edson Queiroz ao empreendimento; complementação do estudo espeleológico, dos estudos de fauna, da caracterização da estrutura de drenagem e proteção da cava e de medidas de mitigação para as comunidades de Morrinhos e Queimadas sobre a possibilidade de contaminação por radionuclídeos, dentre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/11/flyer-final.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-560" alt="flyer-final" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/11/flyer-final-300x300.jpg" width="300" height="300" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><b>Programação: </b></em></p>
<p><b><br />
Dia 15/11<br />
</b>8h – Seminário Antinuclear: Angra dos Reis, Caetité e Santa Quitéria – Impactos Socioambientais e Experiências de Resistência (Comunidade Riacho das Pedras – Santa Quitéria)<br />
14h30 – Reunião da Articulação Antinuclear Brasileira.<br />
20h – Atividade Cultural: Xô Nuclear (Santa Quitéria)</p>
<p>&nbsp;<br />
<b>Dia 16/11<br />
</b>7h – Manifestação contra o Projeto Santa Quitéria de Mineração de Urânio e Fosfato.<br />
9h – Audiência Pública sobre o Projeto Santa Quitéria de Mineração de Urânio e Fosfato (Salão Paroquial &#8211; Santa Quitéria).<br />
18h – Roda de Conversa: Impactos Socioambientais do Ciclo Nuclear no Brasil – a experiência de Angra dos Reis e Caetité.</p>
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		<title>TRAMAS participa de debate sobre energia nuclear na Semana de Engenharia Elétrica da UFC</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2015 11:58:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A convite do Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Ceará (UFC), o Núcleo TRAMAS participou, na quita-feira passada, dia 22, da mesa redonda &#8220;A energia nuclear no Brasil e a extração de urânio no Ceará&#8221;, parte da programação da IV Semana de Engenharia Elétrica (SEEL) da UFC. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A convite do Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Ceará (UFC), o Núcleo TRAMAS participou, na quita-feira passada, dia 22, da mesa redonda &#8220;A energia nuclear no Brasil e a extração de urânio no Ceará&#8221;, parte da programação da IV Semana de Engenharia Elétrica (SEEL) da UFC.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/SEEL.jpg"><img class="aligncenter" alt="SEEL" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/SEEL-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a></p>
<p>Rafael Dias de Melo, mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela UFC, membro do Núcleo TRAMAS e da Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA), esteve na mesa de debate ao lado do Prof. Dr. Jeovah Meireles (Departamento de Geografia &#8211; UFC) e de Francisco Frasio, agricultor e representante do Assentamento Morrinhos (Santa Quitéria), comunidade que fica a 3,3 km de distância da mina de Itataia. Participaram, também, Iukio Ogawa, assessor da Presidência das Indústrias Nucleares do Brasil (INB); José Roberto de Alcântara, coordenador do Projeto Santa Quitéria de mineração de urânio e fosfato; e o Dr. Ricardo Silva Thé, professor aposentado do curso de Engenharia Elétrica da UFC.</p>
<p>Rafael Melo expôs críticas ao setor nuclear brasileiro, destacando falhas de gestão institucional e os altos custos econômicos e socioambientais das atividades de mineração de urânio e de construção de usinas nucleares no Brasil. Nos casos de Angra I, II e III, os custos foram de 5 bi, 11 bi e 15 bi de reais, respectivamente, em uma média de tempo de construção de 24 anos. Isso caso Angra III seja realmente concluída, como previsto, em 2018, quando completa 34 anos de construção. Ressaltou, ainda, a importância de considerar os riscos de acidentes em usinas nucleares. Segundo estudo do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (Suíça) recentemente publicado, entre 1946 e 2013 foram registrados 174 acidentes ou incidentes nucleares em todo o mundo. Além disso, o pesquisador pontuou a dimensão dos acidentes nucleares, exemplificando os casos de Chernobyl e de Fukushima, no Japão. À época, o governo da União Soviética admitiu que o acidente em Chernobyl causou a morte direta de 15 mil pessoas. Diferentes estudos apontam que mais de 60 mil pessoas desenvolveram doenças relacionadas à exposição a radiação liberada no acidente.</p>
<p>Entre os acidentes ocorridos, destacam-se, ainda, o caso de contaminação radiológica de trabalhadores de uma unidade da Nuclebrás Monazita (Nuclemon), no estado de São Paulo. O acidente ocasionou a morte de um trabalhador e a contaminação de vários outros. A Nuclemon foi, posteriormente, incorporada pela INB. A estatal brasileira acumula um histórico de irregularidades na gestão dos empreendimentos de mineração de urânio em Poços de Caldas (MG) e em Caetité (BA), e de acidentes com vazamento de material contendo radionuclídeos para o ambiente.</p>
<p>Representando as comunidades localizadas no entorno da mina de Itataia, Francisco Frasio, que vive na região há 50 anos, expôs o medo sentido pela população de que a reserva de urânio e fosfato seja explorada no sertão cearense. Ele compreende que, com a instalação do empreendimento minerador, não haverá benefícios para as comunidades, mas sim riscos de contaminação e a iminência de acidentes com material radioativo. &#8220;Nós queremos vida, não queremos a exploração da mina&#8221;.</p>
<p>Para Jeovah Meireles, os processos de licenciamento de grandes empreendimentos não têm considerado a participação de grupos historicamente invisibilizados e vulnerabilizados pelos impactos socioambientais desses projetos desenvolvimentistas. Segundo o professor, o Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) do Projeto Santa Quitéria cita, por exemplo, a existência de 16 comunidades localizadas próximas ao local da mina de Itataia, quando, na verdade, pesquisas do Núcleo TRAMAS e a população da região mapearam mais de 150 comunidades vivendo no entorno do local da jazida.</p>
<p>O EIA/RIMA do Projeto Santa Quitéria foi entregue ao IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis) em março de 2014 e a análise do órgão considerou o conteúdo do documento insuficiente para viabilizar o empreendimento, pedindo a complementação dos estudos em pontos como: comprovação de viabilidade de abastecimento hídrico e da instalação e operação da adutora de água que liga o Açude Edson Queiroz ao empreendimento; complementação do estudo espeleológico, dos estudos de fauna, da caracterização da estrutura de drenagem e proteção da cava e de medidas de mitigação para as comunidades de Morrinhos e Queimadas sobre a possibilidade de contaminação por radionuclídeos, dentre outros. O coordenador do Projeto Santa Quitéria no Ceará, José Roberto, afirmou que o consórcio de empresas responsável pelo projeto está trabalhando nas respostas aos questionamentos do IBAMA, que devem ser entregues até o final deste ano.</p>
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		<title>Lavouras Transgênicas &#8211; Riscos e incertezas &#8211; Mais de 750 estudos desprezados pelos órgãos &#8211; reguladores de OGMs (ePUB)</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2015 11:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="stcpDiv"><strong><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/Livro.png"><img class="size-medium wp-image-500 aligncenter" alt="Livro" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/Livro-227x300.png" width="227" height="300" /></a></strong></div>
<p><strong>Autoria:</strong> Gilles Ferment, Leonardo Melgarejo, Gabriel Bianconi Fernandes e José Maria Ferraz<br />
<strong>Edição:</strong> MDA<br />
<strong>Ano:</strong> 2015</p>
<p><strong>Este livro tem um formato diferente dos livros convencionais que se propõem a apresentar uma revisão bibliográfica de publicações científicas relativas a determinado tema. Inova ao colocar questionamentos sobre aspectos do debate científico no campo da transgenia para, em seguida, apresentar um elenco de referências bibliográficas que contrariam versões desse debate adotadas por agências reguladoras e divulgadas em campanhas de marketing das empresas produtoras de transgênicos.</strong></p>
<p><a href="http://www.mda.gov.br/sitemda/sites/sitemda/files/ceazinepdf/LAVOURAS_TRANSGENICAS_RISCOS_E_INCERTEZAS_MAIS_DE_750_ESTUDOS_DESPREZADOS_PELOS_ORGAOS_REGULADORES_DE_OGMS.pdf">Disponível para download</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;<br />
Cerca de 40 variedades de plantas transgênicas foram liberadas para cultivo comercial no Brasil em pouco mais de oito anos. A maior parte delas concentra-se em sementes de soja, milho e algodão resistentes a agrotóxicos e/ou a algumas pragas. Passado esse período e tendo esses produtos chegado ao consumo de massa por meio de óleos, derivados de milho e comida industrializada em geral, duas principais conclusões podem ser mencionadas.</p>
<p>A primeira está ligada ao fato de que não foram cumpridas as principais promessas fartamente anunciadas pelos promotores da tecnologia. Não houve redução do uso de agrotóxicos, nem vantagens para os consumidores, nem a criação de plantas mais nutritivas, saborosas ou resistentes a efeitos das mudanças climáticas.</p>
<p>A segunda conclusão refere-se à acesa polêmica que há mais de 20 anos faz dos entes reguladores dos organismos transgênicos espaços altamente controversos. Para além de questões ligadas a conflitos de interesses, a polêmica vem do fato de que esses órgãos apoiam-se em discurso supostamente científico para alegar a segurança presente e futura dessas novas plantas. No geral, pesquisadores que produziram evidências em contrário ou questionaram essa visão principista foram pessoal e profissionalmente atacados por pesquisadores e membros das comissões de biossegurança existentes Brasil afora alinhados ao mainstream do desenvolvimento biotecnológico.</p>
<p>Esta publicação, organizada ao longo dos 10 últimos anos pelo Grupo de Estudos sobre Agrobiodiversidade e agora publicada pelo Nead/MDA, reúne mais de 750 estudos desconsiderados pelos órgãos reguladores como CTNBio, Anvisa e Ibama. Mostra, assim, a relevância e pertinência da crítica apresentada por pesquisadores não alinhados ao mainstream e revelam que as decisões tomadas por essas comissões, ainda que técnicas e de biossegurança, não foram baseadas em boa ciência.</p>
<p>Elementos não faltam para uma ampla revisão das decisões já tomadas e para que se promovam ajustes profundos na forma como operam esses entes encarregados de avaliar os riscos dos organismos geneticamente modificados.</p>
<p>“Os elementos aqui expostos em cerca de 750 estudos validados por revistas científicas com conselho editorial mostram claramente que não há consenso na comunidade científica sobre o tema da transgenia e seus impactos”.</p>
<div></div>
<div>Fonte: <a href="http://www.mda.gov.br/sitemda/pagina/nead-debate">Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) </a>e AS-PTA</div>
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		<title>TRAMAS participa de evento na Noruega sobre riscos do urânio</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2015 21:49:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Núcleo TRAMAS (Trabalho, Meio Ambiente e Saúde), da Universidade Federal do Ceará (UFC), participa de evento na Noruega apresentando pesquisas sobre os riscos e potenciais impactos da mineração de urânio e fosfato em Santa Quitéria, município do sertão cearense. O convite para o evento intitulado Semana da América Latina partiu do Comitê Norueguês de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">O Núcleo TRAMAS (Trabalho, Meio Ambiente e Saúde), da Universidade Federal do Ceará (UFC), participa de evento na Noruega apresentando pesquisas sobre os riscos e potenciais impactos da mineração de urânio e fosfato em Santa Quitéria, município do sertão cearense. O convite para o evento intitulado Semana da América Latina partiu do Comitê Norueguês de Solidariedade à América Latina (LAG), que no ano de 2014 esteve no Ceará conhecendo o projeto de mineração, as </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">comunidades rurais situadas no entorno da jazida de Itataia e participando das audiências públicas promovidas pelo IBAMA para debater o empreendimento. O interesse do grupo norueguês nos estudos realizados na UFC se deu pela vinculação do projeto de mineração à empresa norueguesa Yara, do ramo de produção de fertilizantes, e </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">ao fato de que o projeto corrobora com a expansão da produção de energia elétrica por fonte nuclear no Brasil, matriz energética rejeitada na Noruega, e pelo risco dos fertilizantes produzidos a partir do fosfato associado ao urânio serem contaminados com materiais radioativos.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/DSC03670.jpg"><img class=" wp-image-496 alignleft" alt="DSC03670" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/DSC03670-300x225.jpg" width="240" height="180" /></a></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">O </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">TRAMAS, vinculado à Faculdade de Medicina e coordenado pela professora Dra. Raquel Maria Rigotto, realiza desde 2010 estudos sobre o modo de vida de comunidades localizadas próximas à jazida, as </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">características do projeto e os seus potenciais impactos para a população da região. Na capital norueguesa,</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">o grupo será representado por Lívia Dias, bióloga e mestranda do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA) </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">da UFC, que também tem sua pesquisa relacionada ao tema. A pesquisadora participará entre 11 a 18 de outubro de atividades da Semana de Solidariedade à América Latina, que acontecerá em cinco cidades norueguesas, dentre as quais Oslo, capital do país. </span></span></span></p>
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		<title>Fiocruz e UnB lançam livro sobre regulação internacional de doenças crônicas</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2015 19:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicação inclui artigos sobre agrotóxicos, tabaco, álcool, alimentos industrializados, desenvolvimento, políticas públicas, bioética, saúde e ambiente A Organização Mundial da Saúde estima que 2,5 milhões de pessoas morrem todos os anos por problemas associados ao consumo de álcool. Apenas uma em cada dez pessoas acometidas por alguma doença crônica recebe tratamento adequado. Estes são alguns [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publicação inclui artigos sobre agrotóxicos, tabaco, álcool, alimentos industrializados, desenvolvimento, políticas públicas, bioética, saúde e ambiente</em></p>
<p>A Organização Mundial da Saúde estima que 2,5 milhões de pessoas morrem todos os anos por problemas associados ao consumo de álcool. Apenas uma em cada dez pessoas acometidas por alguma doença crônica recebe tratamento adequado. Estes são alguns dos dados apresentados na segunda publicação de estudos e análises do Observatório Internacional de Capacidades Humanas, Desenvolvimento e Políticas Públicas, que será lançado em Seminário nos dias 10 e 11 de setembro, na Fiocruz Brasília.</p>
<p>A obra reúne 12 artigos de renomados gestores e pesquisadores, que participarão de mesas de debate durante os dois dias de evento. “Os estudos e análises apresentam uma abordagem crítica da regulação internacional em saúde como estratégia para conter essa nova epidemia de doenças crônicas que acomete a população mundial”, resume José Paranaguá de Santana, coordenador do Nethis e um dos organizadores do livro.</p>
<p><img alt="" src="http://bioeticaediplomacia.org/wp-content/uploads/2015/08/lynn-oich1.jpg" width="477" height="168" /></p>
<p><img alt="" src="http://bioeticaediplomacia.org/wp-content/uploads/2015/08/roberto-passos-oich.jpg" width="477" height="168" /></p>
<p>&nbsp;<br />
José Agenor Álvares, ex-ministro da Saúde, autor do artigo “Tabagismo: prevalência eagenor oichregulação”, alerta para a Doença da Folha Verde do Tabaco (DFVT), também conhecida como GTS (Green Tobacco Sickness), diagnosticada em crianças e adultos de famílias que cultivam tabaco. A doença ocorre por causa do constante contato da pele com a folha do fumo durante a colheita e o transporte do produto. Uma pesquisa com esse grupo constatou presença de nicotina na urina de não fumantes em proporção superior à encontrada em fumantes. Ainda é desconhecida a consequência da DFVT, mas os principais sintomas são dores de cabeça, tontura, náuseas e cólicas.</p>
<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/09/unnamed.jpg"><img class="alignleft" alt="unnamed" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/09/unnamed-300x106.jpg" width="478" height="169" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>O artigo de Deborah Malta, diretora de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, traz dados de pesquisa que aponta 2,5 milhões de mortes por ano por causas associadas ao consumo de álcool. Além disso, metade dos adolescentes de 13 a 15 anos ingeriu ao menos uma dose de álcool, um quarto apresentou episódios de embriaguez e 9% relataram ter tido problemas com o álcool.</p>
<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/09/unnamed1.jpg"><img class="alignnone" alt="unnamed" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/09/unnamed1-300x106.jpg" width="476" height="167" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O estudo sobre agrotóxicos mostra que a população está desprotegida diante do cenário de controvérsias científicas guiadas por conflitos de interesses econômicos que impactam diretamente nas políticas públicas. Outro dado revela que o glifosato é o agrotóxico mais consumido no país, responsável por 40% das vendas, mesmo reconhecido como provável cancerígeno. Além disso, dos 50 ingredientes ativos mais utilizados nas lavouras brasileiras, 22 são proibidos na União Europeia devido à comprovação de danos ao ambiente e à saúde humana.</p>
<p>&nbsp;<br />
<a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/09/unnamed2.jpg"><img alt="unnamed" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/09/unnamed2-300x106.jpg" width="481" height="169" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;<br />
<strong>ORGANIZAÇÃO</strong> &#8211; Com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), o livro foi organizado pelo Núcleo de Estudos sobre Bioética e Diplomacia em Saúde (Nethis/Fiocruz Brasília) e pelo Observatório de Recursos Humanos em Saúde (ObservaRH/UnB).</p>
<p>Faça a sua inscrição<a href="http://bioeticaediplomacia.org/pt/inscricoes-para-o-lancamento-do-livro-do-observatorio-internacional-de-capacidades-humanas-desenvolvimento-e-politicas-publicas/" target="_blank"> aqui</a>. Confira a programação completa <a href="http://bioeticaediplomacia.org/wp-content/uploads/2015/09/PROGRAMA%C3%87%C3%83O-LAN%C3%87AMENTO-DO-LIVRO-E-II-SEMIN%C3%81RIO-DO-OICH.pdf" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong>Lançamento do livro:</strong> Observatório Internacional de Capacidades Humanas, Desenvolvimento e Políticas Públicas 2 – Estudos e Análises</p>
<p><strong>Data:</strong> 10 e 11 de setembro de 2015.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mais 05 vagas para jovens do sertão central no Projeto Meio Ambiente, Saúde, Comunicação e Cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2015 14:53:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Diante da grande satisfação com o processo de seleção e as entrevistas realizadas com os jovens inscritos para o projeto “Meio Ambiente, Saúde, Comunicação e Cultura – Transformações Territoriais e a Juventude do Sertão Central Cearense”, apresentamos, com grande alegria, o aumento em mais de 10% do número de vagas para educandos do curso de formação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/11043154_817599691653670_7211934225671535024_n.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-346" alt="11043154_817599691653670_7211934225671535024_n" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/11043154_817599691653670_7211934225671535024_n-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a>Diante da grande satisfação com o processo de seleção e as entrevistas realizadas com os jovens inscritos para o <a href="http://www.tramas.ufc.br/?p=344">projeto “Meio Ambiente, Saúde, Comunicação e Cultura – Transformações Territoriais e a Juventude do Sertão Central Cearense”</a>, apresentamos, com grande alegria, o aumento em mais de 10% do número de vagas para educandos do curso de formação em Comunicação e Direitos Humanos, Arte e Cultura, Saúde-Trabalho-Meio Ambiente e Agroecologia. Mais 05 jovens serão contemplados e participarão do projeto durante dois anos.</p>
<p>Divulgamos a nova lista com os nomes dos educandos contemplados com as 35 vagas totais:</p>
<p><strong>Canindé – Assentamento Todos os Santos</strong></p>
<p>- Francisco Rai Teles Ribeiro</p>
<p>- Salunara da Silva Bastos</p>
<p>- Carmem Naiane Rodrigues Abreu</p>
<p>- Maria Evangelina Alves Teles</p>
<p>- Francisco de Assis Alves Santos</p>
<p><strong>Canindé – Assentamento Ipueira da Vaca</strong></p>
<p>- Maria Aline Sousa Paulino</p>
<p>- Nathan Castelo Inácio</p>
<p>- Gefeson Emanuel Sousa da Silva</p>
<p>- Douglas Castelo Ramos</p>
<p>- Vitória Freitas do Nascimento</p>
<p><strong>Itatira – Itatira e Lagoa do Mato</strong></p>
<p>- Guilherme Ribeiro Lúcio</p>
<p>- Alana Mara Sousa Feitosa</p>
<p>- Gustavo Nascimento Sousa</p>
<p>- Arrigo Viana Lopes</p>
<p>- Antônia Aurineide de Sousa Silva</p>
<p>- José Mailton de Sousa Loiola</p>
<p>- Francisca Viviane Viana de Sousa</p>
<p>- Maria Patrícia Amorim do Nascimento</p>
<p>- Antonio Rafael Casusa de Sousa</p>
<p>- Francisco Ronaldo Alves da Silva</p>
<p>- Flávio Sousa Pinto</p>
<p>- Francisca Talia Alves Moraes</p>
<p><strong>Santa Quitéria – Assentamentos Morrinhos e Queimadas</strong></p>
<p>- Maria Helena Umbelino Sousa</p>
<p>- Karine Mesquita Mateus</p>
<p><strong>Santa Quitéria – Riacho das Pedras</strong></p>
<p>- Francisco Rômulo Paiva</p>
<p>- Francisco Jailson Mesquita Brandão</p>
<p>- Perla de Oliveira Mesquita</p>
<p>- Evanja Rodrigues Mesquita</p>
<p>- Luiz Jean de Paula Arcêncio</p>
<p>- Antonio Wyllame Evangelista do Nascimento</p>
<p><strong>Santa Quitéria – Assentamento Saco do Belém</strong></p>
<p>- Clauciane Inocêncio de Sousa</p>
<p>- Antônia Valdiana Sousa da Silva</p>
<p>- Crislane Laurinda da Silva</p>
<p>- Eronildo Machado Martins</p>
<p>- Antônia Cleane Sousa do Nascimento</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resultado de seleção do projeto com juventudes do campo no sertão central cearense</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2015 16:33:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Núcleo TRAMAS divulga a finalização do processo de seleção dos jovens que irão participar das ações referentes ao projeto “Meio Ambiente, Saúde, Comunicação e Cultura – Transformações Territoriais e a Juventude do Sertão Central Cearense”, a ser realizado em 2015 e 2016. O projeto foi aprovado em chamada de edital para ações de fortalecimento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Núcleo TRAMAS divulga a finalização do processo de seleção dos jovens que irão participar das ações referentes ao <a href="http://www.tramas.ufc.br/?p=344">projeto “Meio Ambiente, Saúde, Comunicação e Cultura – Transformações Territoriais e a Juventude do Sertão Central Cearense”</a>, a ser realizado em 2015 e 2016. O projeto foi aprovado em <a href="http://www.cnpq.br/web/guest/chamadas-publicas;jsessionid=5478F9B4C0EC765BC5B14672437EEB9A?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&amp;idDivulgacao=5302&amp;filtro=resultados&amp;detalha=chamadaDetalhada&amp;exibe=exibe&amp;id=47-386-2977&amp;idResultado=47-386-2977">chamada de edital para ações de fortalecimento da juventude rural do Ministério do Desenvolvimento Agrário/INCRA, em parceria com  Ministério da Ciência e Tecnologia/CNPq</a>.</p>
<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/11043154_817599691653670_7211934225671535024_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-346 alignright" alt="11043154_817599691653670_7211934225671535024_n" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/11043154_817599691653670_7211934225671535024_n-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Acontecerá, como principal atividade, um curso de formação ampla estruturado em eixos temáticos no âmbito da Comunicação e Direitos Humanos, Arte e Cultura, Saúde-Trabalho-Meio Ambiente e Agroecologia. Serão contemplados jovens estudantes do Ensino Médio e aqueles que concluíram o Ensino Médio há, no máximo, 03 anos, residentes de assentamentos e comunidades rurais dos municípios de Santa Quitéria, Itatira e Canindé.</p>
<p>O processo de seleção dos educandos aconteceu nos dias 28 e 29 de maio, nos assentamentos Todos Os Santos e Ipueira da Vaca, de Canindé, e nos dias 13 e 14 de junho, nas comunidades e assentamentos de Santa Quitéria e Itatira (Riacho das Pedras, Morrinhos, Queimadas, Saco do Belém, Lagoa do Mato e a sede do município de Itatira).</p>
<p>Em parceria com as escolas e associações comunitárias da região, a articulação dos jovens resultou na inscrição de aproximadamente 70 candidatos. Após análise das recomendações, fichas de inscrição, cartas de intenção e das entrevistas realizadas com cada um dos candidatos, 30 jovens foram selecionados. Entre os dias 11 a 19 de julho, os aprovados participarão do primeiro módulo do curso, que acontecerá no Assentamento Todos os Santos (Canindé).</p>
<p>Segue abaixo a lista com os nomes dos aprovados.</p>
<p><strong>Canindé &#8211; Assentamento Todos os Santos</strong></p>
<p>- Francisco Rai Teles Ribeiro</p>
<p>- Salunara da Silva Bastos</p>
<p>- Carmem Naiane Rodrigues Abreu</p>
<p>- Maria Evangelina Alves Teles</p>
<p>- Francisco de Assis Alves Santos</p>
<p><strong>Canindé &#8211; Assentamento Ipueira da Vaca</strong></p>
<p>- Maria Aline Sousa Paulino</p>
<p>- Nathan Castelo Inácio</p>
<p>- Gefeson Emanuel Sousa da Silva</p>
<p>- Douglas Castelo Ramos</p>
<p>- Vitória Freitas do Nascimento</p>
<p><strong>Itatira &#8211; Itatira e Lagoa do Mato</strong></p>
<p>- Guilherme Ribeiro Lúcio</p>
<p>- Alana Mara Sousa Feitosa</p>
<p>- Gustavo Nascimento Sousa</p>
<p>- Arrigo Viana Lopes</p>
<p>- Antônia Aurineide de Sousa Silva</p>
<p>- José Mailton de Sousa Loiola</p>
<p>- Francisca Viviane Viana de Sousa</p>
<p><strong>Santa Quitéria &#8211; Assentamentos Morrinhos e Queimadas</strong></p>
<p>- Gabriela do Vale Oliveira</p>
<p>- Maria Helena Umbelino Sousa</p>
<p>- Karine Mesquita Mateus</p>
<p><strong>Santa Quitéria &#8211; Riacho das Pedras</strong></p>
<p>- Francisco Rômulo Paiva</p>
<p>- Francisco Jailson Mesquita Brandão</p>
<p>- Perla de Oliveira Mesquita</p>
<p>- Jaiane Lima Martins</p>
<p>- Evanja Rodrigues Mesquita</p>
<p><strong>Santa Quitéria &#8211; Assentamento Saco do Belém</strong></p>
<p>- Clauciane Inocêncio de Sousa</p>
<p>- Antônia Valdiana Sousa da Silva</p>
<p>- Crislane Laurinda da Silva</p>
<p>- Eronildo Machado Martins</p>
<p>- Milena Moriais de Brito</p>

<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=348' title='DSC05003'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC05003-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Reunião com jovens de Riacho das Pedras" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=387' title='IMG_7234'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_7234-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Seleção dos estudantes de Todos os Santos" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=388' title='IMG_7247'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_7247-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Entrevista com candidatos de Todos os Santos" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=389' title='IMG_7310'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_7310-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Seleção dos estudantes de Lagoa do Mato" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=390' title='IMG_7385'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_7385-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Seleção do Estudantes de Itatira" /></a>

<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dossiê ABRASCO: Impacto dos agrotóxicos na saúde</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2015 20:52:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[abrasco]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de causar grande impacto em 2012, o Dossiê Abrasco sobre Agrotóxicos ganha nova edição. A publicação, com mais de 600 páginas, colorida e ilustrada, inclui a revisão do Dossiê de 2012 e uma quarta parte inédita. Este capítulo, concluído em outubro de 2014, foi dedicado a atualização de acontecimentos marcantes, estudos e decisões políticas, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" alt="" src="http://www.contraosagrotoxicos.org/dossieabrasco/wp-content/uploads/2015/04/slide_01.jpg" width="259" height="173" /></p>
<p>Depois de causar grande impacto em 2012, o Dossiê Abrasco sobre Agrotóxicos ganha nova edição. A publicação, com mais de 600 páginas, colorida e ilustrada, inclui a revisão do Dossiê de 2012 e uma quarta parte inédita. Este capítulo, concluído em outubro de 2014, foi dedicado a atualização de acontecimentos marcantes, estudos e decisões políticas, com informações que envolvem os agrotóxicos, as lutas pela redução dessas substâncias e pela superação do modelo de agricultura químico-dependente do agronegócio.</p>
<div>
<p>Não é por falta de confirmação dos efeitos nocivos à saúde e ao ambiente que a grave situação de uso indiscriminado de agrotóxicos no Brasil não é revertida. O livro reúne informações de centenas de livros e trabalhos publicados em revistas nacionais e internacionais, que revelam evidências científicas e correlação direta entre uso de agrotóxicos e problemas de saúde. Essas informações foram confirmadas por diversas fontes, relatos e denúncias, no Brasil e no exterior.</p>
</div>
<div>
<p>Não há dúvidas. Estamos diante de uma verdade cientificamente comprovada: os agrotóxicos fazem mal à saúde das pessoas e ao meio ambiente.</p>
<p>Link para a publicação da ABRASCO (Associação Brasileira de Saúde Coletiva): <a href="http://abrasco.org.br/dossieagrotoxicos/">http://abrasco.org.br/dossieagrotoxicos/</a></p>
</div>
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