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	<title>Núcleo TRAMAS &#187; radiação</title>
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	<description>Temos como foco as inter-relações entre Produção, Trabalho, Ambiente e Saúde, abordadas numa perspectiva crítica no contexto da civilização do capital, especialmente em suas formas de expressão no Nordeste do Brasil, no Ceará.</description>
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		<title>Mineração de urânio no Ceará em debate na UFC</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2015 20:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/11/image.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-617" alt="image" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/11/image-300x300.png" width="300" height="300" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Consórcio Santa Quitéria, um projeto que quer instalar um complexo industrial dedicado à exploração mineral, representa um risco as comunidades e ao meio ambiente pelo manejo de minério radiotivo e consumo de água em excesso, pelo menos 156 localidades poderão ser expostas aos riscos de desequilíbrio hídrico e radioatividade, enquanto estudos das empresas minimizam esse número para &#8220;apenas” 16 comunidades.</p>
<p>O Laboratório de Estudos Agrários e Territoriais (LEAT/UFC) convida toda a comunidade acadêmica a participar do evento &#8220;Pés no Chão&#8221; com a temática &#8220;Santa Quitéria e os Riscos Socioambientais da Exploração de Urânio&#8221; para expôr e discutir a problemática social e ambiental que poderá acontecer com a implementação deste empreendimento. Os palestrantes são dois pesquisadores que atuam no município:</p>
<p><strong>Rafael Potiguar</strong></p>
<p>Graduado em Ciências Biológicas pela UFC<br />
Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela UFC (PRODEMA/UFC)<br />
Participante do Núcleo TRAMAS</p>
<p><strong>Danielli da Silva Costa</strong></p>
<p>Graduada em Serviço Social pela UECE<br />
Mestre em Saúde Pública pela UFC<br />
Participante do Núcleo TRAMAS</p>
<p>O debate acontecerá no Mini-Auditório do Departamento de Geografia UFC, às 10 h do dia 01/12 (terça-feira). Estão todos convidados a participar!</p>
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		<title>Santa Quitéria: uma mina de incertezas</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2015 21:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>No Ceará, em Santa Quitéria, a maior mina de urânio do País. Junto ao urânio, vem o fosfato – como eles muitas mãos pelas quais se cavam um projeto de mineração exploratória. Pelas mãos do agronegócio se demanda a produção de fertilizantes a base de fosfato. O mesmo agronegócio que projetou o Brasil como campeão mundial em consumo de agrotóxicos, utilizando substâncias banidas na União Europeia e provocando imensos riscos à saúde.</p>
<p>Essa mina de incertezas e riscos à saúde humana quer nos conduzir às mãos de um consórcio formado por uma estatal e uma empresa privada, cujas ações (60%), pertencem a um grupo norueguês. Na Noruega, entretanto, não se admite a matriz nuclear. Áustria, Suécia, Itália, Austrália, Dinamarca, Grécia, Irlanda, Polônia, Bélgica, Alemanha, Holanda, Espanha e Suécia também já pararam reatores ou anunciaram as intenções de abandonar a energia nuclear.</p>
<p>Mãos imprudentes anunciam a retomada do projeto nuclear brasileiro, apesar de pesquisas registrarem 174 acidentes ou incidentes nucleares no mundo. As mesmas mãos da empresa que quer explorar a mina de Santa Quitéria, vemos as tragédias de Caetité/BA: vazamento de 5.000 m³ de licor de urânio para o ambiente; sete transbordamentos da bacia de barramento, liberando urânio, tório e rádio 226; rompimento em mantas da bacia de contenção, morte de peixes, alimentos contaminados, população com 19 vezes mais casos de câncer.</p>
<p>Nesse cenário, o Estado funciona também como mão amiga para a empresa mineradora: mesmo em tempos de crise sistêmica garante a infraestrutura para a obra – adutora, linhas de transmissão de energia e escoamento da produção. Enquanto as comunidades do sertão central cearense sofrem com a seca, o projeto irá consumir 917, 9m³ por hora, equivalente a 115 carros-pipa por hora. A água será retirada do açude Edson Queiroz, em situação crítica, com apenas 15,23% da capacidade.</p>
<p>Alega-se que o projeto vai gerar empregos, mas nos 20 anos de operação, só 515 funcionários diretos e outros 120 terceirizados. Qual a segurança e qualidade de vida destes trabalhadores? Uma mina de heranças que ficarão. Uma pilha de rejeitos da dinamitização da mina, com altura de 90 metros de um material que mantém 85% da radioatividade original. Uma pilha de fosfogesso, com 70 metros de altura. Tudo isso a céu aberto.</p>
<p>Que desenvolvimento é este? Restam-nos insistir em outras mãos: repletas de vontade para rejeitar o projeto de mineração de urânio em Santa Quitéria e que afirmem que não aceitaremos os riscos e a insegurança da iniciativa. Mãos de resistência.</p>
<p><strong>Talita Furtado<br />
talita.pfurtado@gmail.com<br />
Assessora parlamentar, advogada da Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares (Renap) e integrante do Núcleo Tramas</strong></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.opovo.com.br/app/opovo/opiniao/2015/11/16/noticiasjornalopiniao,3534688/santa-quiteria-uma-mina-de-incertezas.shtml#.Vkp6H7Yu9m8.facebook">O Povo</a></p>
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		<title>ARTICULAÇÃO ANTINUCLEAR DO CEARÁ PROMOVE II JORNADA</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2015 11:31:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Nos dias 15 e 16 de novembro, acontece a II Jornada Antinuclear do Ceará, em Santa Quitéria, município do sertão central do estado. Promovida pela Articulação Antinuclear do Ceará (AACE), em parceria com movimentos sociais, pesquisadores, entidades e organizações não-governamentais, comunidades da região e com a Articulação Antinuclear Brasileira, traz como tema “A defesa [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Nos dias <b>15 e 16 de novembro</b>, acontece a <b>II Jornada Antinuclear do Ceará</b>, em Santa Quitéria, município do sertão central do estado. Promovida pela <b>Articulação Antinuclear do Ceará (AACE)</b>, em parceria com movimentos sociais, pesquisadores, entidades e organizações não-governamentais, comunidades da região e com a <b>Articulação Antinuclear Brasileira</b>, traz como tema <b>“A defesa da vida e a resistência antinuclear no Brasil”.</b></p>
<p><b> </b></p>
<p style="text-align: center;"><b><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/11/12226379_10207294400745478_692951855_n.jpg"><img class="aligncenter" alt="12226379_10207294400745478_692951855_n" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/11/12226379_10207294400745478_692951855_n-212x300.jpg" width="212" height="300" /></a></b></p>
<p>A II Jornada acontece <b>um</b> <b>ano após as audiências públicas </b>realizadas pelo IBAMA para discutir o <b>Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA)</b> e a implantação do empreendimento de <b>mineração de urânio associado a fosfato</b> na <b>Mina de Itataia</b>, localizada entre os municípios de Santa Quitéria, Itatira e Madalena. É a maior mina de urânio do Brasil e está em processo de licenciamento para ser explorada pelo <b>Consórcio Santa Quitéria</b>, composto pela <b>Galvani </b>e pela estatal <b>Indústrias Nucleares do Brasil (INB). </b>A primeira com interesses de extrair o fosfato para produção de fertilizantes químicos e ração animal destinados ao <b>agronegócio</b> e a INB responsável pela mineração do urânio, matéria-prima para geração de <b>energia nuclear</b>.</p>
<p>Desde <b>2010</b>, as comunidades do entorno da mina, movimentos sociais, entidades não-governamentais e pesquisadores da Universidade têm se organizado para discutir o projeto, sobretudo os impactos socioambientais da chegada de um grande empreendimento na região – constituída de comunidades e assentamentos rurais com atividade agrícola – e os riscos relacionados à exploração de urânio <b>radioativo</b> &#8211; que incluem a contaminação do solo, do ar e da água e o surgimento de doenças como o <b>câncer</b> causadas pela exposição à radioatividade. Com a formação da <b>Articulação Antinuclear do Ceará</b>, desde então seus membros somam forças à resistência contra a mineração em Santa Quitéria.</p>
<p>A programação da II Jornada terá momentos de <b>intercâmbio</b> com convidados de <b>Angra dos Reis (RJ)</b> e <b>Caetité (BA)</b>, focados em discussões sobre os impactos socioambientais do ciclo da energia nuclear no Brasil e <b>experiências de resistência</b>. Com seminário, atividade cultural e roda de conversa, a II Jornada culmina na realização de uma <b>audiência pública </b>de caráter popular, onde os movimentos de resistência à mineração na região dirão <b>NÃO à exploração de urânio e fosfato em Santa Quitéria</b> e <b>SIM à agricultura familiar camponesa, à convivência com o semiárido e à vida no sertão central cearense. </b>A audiência acontece no dia <b>16 (segunda-feira), às 9 horas</b>, em Santa Quitéria.</p>
<p><b> </b></p>
<p><b><i>Articulação Antinuclear do Ceará (AACE): breve histórico<br />
</i></b></p>
<p>Atualmente, a Articulação é composta por moradores das comunidades do entorno da Mina de Itataia, movimentos sociais, organizações não-governamentais e pesquisadores. Integram a AACE o <b>Movimento de Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST-CE)</b>, a <b>Comissão Pastoral da Terra (CPT)</b>, a <b>Cáritas Diocesana de Sobral, </b>o coletivo <b>Urucum – Comunicação, Direitos Humanos e Justiça</b> e o <b>Núcleo TRAMAS-UFC (Trabalho, Meio Ambiente, Saúde).<br />
</b></p>
<p>O <b>TRAMAS</b> atua na região desde 2010, com a pesquisa <i>“Territorialização em Saúde: estudo das relações produção, ambiente, saúde e cultura na atenção primária à saúde”, </i>realizada na comunidade de Riacho das Pedras-Santa Quitéria e que incluiu a construção de uma cartografia social das comunidades existentes no entorno da mina. Nesse mesmo ano, a Cáritas Diocesana de Sobral articulou a realização da uma audiência pública com a presença da prefeitura de Santa Quitéria, de representantes da Galvani e da INB.</p>
<p>Em 2011, o <b>III Encontro de Mulheres da Via Campesina</b> <b>do Ceará</b> resultou, no dia 08 de março, em uma manifestação pública contra a Mina de Itataia. Em maio, aconteceu o seminário <b>“A mineração de urânio e fosfato: seus impactos socioambientais e para a saúde humana”</b>, no município de Itatira. É desse seminário que nasce a <b>Articulação Antinuclear do Ceará – AACE.</b></p>
<p>A <b>I Jornada Antinuclear do Ceará</b> aconteceu em 2012, com o tema <b>“O presente que temos em Caetité e o futuro que queremos em Santa Quitéria”</b>, e trouxe representantes das comunidades e movimentos sociais de Caetité (BA), onde existe uma experiência de exploração de urânio operada pela INB. As denúncias em Caetité revelam <b>casos de vazamento de urânio e de contaminação</b>, entre outros impactos socioambientais, apontados como conseqüência da operação e da gestão inadequadas da atividade por parte da INB.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Licenciamento ambiental do Projeto Santa Quitéria</i></b></p>
<p>O <b>Consórcio Santa Quitéria</b>, formado pelo grupo privado <b>Galvani</b> e a estatal <b>Indústrias Nucleares do Brasil (INB)</b>, é responsável pelo empreendimento. O Projeto está em processo de licenciamento ambiental, que é dividido em três eixos, cada um com fases específicas e os seguintes órgãos responsáveis: Licenciamento Mineral – Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM); Licenciamento Nuclear – Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e Licenciamento Ambiental – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (IBAMA). O Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) da obra foi entregue em março de 2014 para análise do IBAMA.</p>
<p>Como parte do licenciamento, foram realizadas <b>três audiências públicas</b> em novembro do ano passado, para trazer e discutir com a sociedade os estudos entregues pelo Consórcio, a viabilidade e os impactos socioambientais do empreendimento e a sua possível implantação. Na ocasião, estiveram presentes e expuseram seus posicionamentos a <b>INB, </b>o grupo<b> Galvani, </b>o<b> IBAMA </b>e<b> </b>a<b> Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)  </b>– órgão que, ao mesmo tempo, gere e fiscaliza a INB.</p>
<p>Avaliando que as três audiências não proporcionaram <b>espaços efetivos de participação da população</b> na análise de viabilidade do projeto e na decisão sobre a sua instalação na região, a Articulação Antinuclear do Ceará solicitou, junto à Assembleia Legislativa do Estado, a realização de <b>mais uma audiência pública no dia 16 de novembro</b>. A intenção é garantir <b>momentos de fala e de participação</b> das comunidades atingidas pelo empreendimento. A audiência acontece às 9 horas, em Santa Quitéria.</p>
<p>O EIA/RIMA ainda está em fase de análise pelo IBAMA. O órgão solicitou complementações ao estudo, considerando o documento, com mais de 4.000 páginas, <b>insuficiente</b> em pontos como: comprovação de viabilidade de abastecimento hídrico e da instalação e operação da adutora de água que liga o Açude Edson Queiroz ao empreendimento; complementação do estudo espeleológico, dos estudos de fauna, da caracterização da estrutura de drenagem e proteção da cava e de medidas de mitigação para as comunidades de Morrinhos e Queimadas sobre a possibilidade de contaminação por radionuclídeos, dentre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/11/flyer-final.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-560" alt="flyer-final" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/11/flyer-final-300x300.jpg" width="300" height="300" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><b>Programação: </b></em></p>
<p><b><br />
Dia 15/11<br />
</b>8h – Seminário Antinuclear: Angra dos Reis, Caetité e Santa Quitéria – Impactos Socioambientais e Experiências de Resistência (Comunidade Riacho das Pedras – Santa Quitéria)<br />
14h30 – Reunião da Articulação Antinuclear Brasileira.<br />
20h – Atividade Cultural: Xô Nuclear (Santa Quitéria)</p>
<p>&nbsp;<br />
<b>Dia 16/11<br />
</b>7h – Manifestação contra o Projeto Santa Quitéria de Mineração de Urânio e Fosfato.<br />
9h – Audiência Pública sobre o Projeto Santa Quitéria de Mineração de Urânio e Fosfato (Salão Paroquial &#8211; Santa Quitéria).<br />
18h – Roda de Conversa: Impactos Socioambientais do Ciclo Nuclear no Brasil – a experiência de Angra dos Reis e Caetité.</p>
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		<title>Diferentes formas de dizer NÃO: lançamento de livro em Fortaleza</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2015 13:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Núcleo TRAMAS/UFC, em parceria com a FASE e com a Articulação Antinuclear do Ceará (AACE), realiza, no dia 05 de novembro, o lançamento do livro Diferentes formas de dizer Não: experiências de resistência, restrição e proibição ao extrativismo mineral, às 18h30 na Sede da ADUFC (Av. da Universidade, 2346 &#8211; Benfica). O evento contará [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/Cartaz_final.jpg"><img class="size-medium wp-image-544 alignleft" style="margin: 30px;" alt="Cartaz_final" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/Cartaz_final-225x300.jpg" width="225" height="300" /></a></p>
<p>O Núcleo TRAMAS/UFC, em parceria com a <a href="http://fase.org.br/">FASE</a> e com a Articulação Antinuclear do Ceará (AACE), realiza, no dia <strong>05 de novembro</strong>, o lançamento do livro <strong><em>Diferentes formas de dizer Não:</em> <em>experiências de resistência, restrição e proibição ao extrativismo</em><em> mineral,</em></strong><em> </em>às 18h30 na Sede da ADUFC (Av. da Universidade, 2346 &#8211; Benfica). O evento contará com a presença de <strong>Julianna Malerba</strong>, organizadora da publicação, e acontecerá associado à oficina <strong>&#8220;Áreas Livres de Mineração&#8221;</strong>, conduzida pela autora para movimentos sociais e grupos de pesquisa acadêmicos, na tarde do dia 05.</p>
<p>O livro é produzido pela FASE, em parceria com o Núcleo de Estudos e Pesquisas Socioambientais (NESSA/UFF) e com o Grupo de Pesquisa Política, Economia, Mineração, Ambiente e Sociedade (PoEMAS/UFJF). A publicação retrata impactos da extração de recursos minerais em distintos países: Argentina, Peru, Costa Rica, Estados Unidos, Filipinas e Equador.</p>
<p>Primeiramente, destaca como o tratamento privilegiado é concedido às atividades extrativas minerais na legislação brasileira, ressaltando os crescentes impactos ambientais por ela induzidos. Em seguida, por meio de estudos de caso, demonstra que a exploração mineral em larga escala tem produzido desigualdade e violado direitos em todo o mundo. Mas a pesquisa vai além: mapeia as estratégias das comunidades afetadas, organizações e movimentos sociais para resistir às violações, à contaminação e à devastação ambiental provocada pela mineração e extração de petróleo.</p>
<p>A oficina <strong>&#8220;Áreas Livres de Mineração&#8221;</strong> terá como objetivos discutir desafios, impasses e possibilidades para a definição de restrições ao extrativismo mineral no Brasil e dialogar com o que agricultores/as, movimentos sociais e pesquisadores/as vêm construindo em oposição à mineração de urânio e fosfato no Ceará, em defesa da agricultura familiar e agroecológica, da saúde, da justiça ambiental etc.</p>
<p><strong>Para saber mais: </strong></p>
<p><a href="http://fase.org.br/pt/informe-se/noticias/livro-traca-rota-do-nao-a-mineracao-pelo-mundo/">Livro traça rota do não à mineração pelo mundo</a></p>
<p><a href="http://fase.org.br/pt/informe-se/noticias/organizacoes-movimentos-e-pesquisadores-debatem-areas-livres-de-mineracao/">Organizações, movimentos e pesquisadores debatem áreas livres de mineração</a></p>
<p><strong><a href="http://fase.org.br/pt/acervo/biblioteca/9420/">Download do livro</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://fase.org.br/wp-content/uploads/2015/03/Sumario-Ampliado.pdf">Sumário ampliado</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_548" class="wp-caption alignnone" style="width: 222px"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/resenha-Áreas-Livres-de-Mineração-vFinal.jpg"><img class="size-medium wp-image-548" alt="resenha - Áreas Livres de Mineração - vFinal" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/resenha-Áreas-Livres-de-Mineração-vFinal-212x300.jpg" width="212" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Resenha</p></div>
<div id="attachment_550" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/capa_mineração.png"><img class="size-medium wp-image-550 " alt="Capa do livro " src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/capa_mineração-225x300.png" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro</p></div>
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		<title>TRAMAS participa de debate sobre energia nuclear na Semana de Engenharia Elétrica da UFC</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2015 11:58:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A convite do Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Ceará (UFC), o Núcleo TRAMAS participou, na quita-feira passada, dia 22, da mesa redonda &#8220;A energia nuclear no Brasil e a extração de urânio no Ceará&#8221;, parte da programação da IV Semana de Engenharia Elétrica (SEEL) da UFC. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A convite do Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Ceará (UFC), o Núcleo TRAMAS participou, na quita-feira passada, dia 22, da mesa redonda &#8220;A energia nuclear no Brasil e a extração de urânio no Ceará&#8221;, parte da programação da IV Semana de Engenharia Elétrica (SEEL) da UFC.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/SEEL.jpg"><img class="aligncenter" alt="SEEL" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/SEEL-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a></p>
<p>Rafael Dias de Melo, mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela UFC, membro do Núcleo TRAMAS e da Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA), esteve na mesa de debate ao lado do Prof. Dr. Jeovah Meireles (Departamento de Geografia &#8211; UFC) e de Francisco Frasio, agricultor e representante do Assentamento Morrinhos (Santa Quitéria), comunidade que fica a 3,3 km de distância da mina de Itataia. Participaram, também, Iukio Ogawa, assessor da Presidência das Indústrias Nucleares do Brasil (INB); José Roberto de Alcântara, coordenador do Projeto Santa Quitéria de mineração de urânio e fosfato; e o Dr. Ricardo Silva Thé, professor aposentado do curso de Engenharia Elétrica da UFC.</p>
<p>Rafael Melo expôs críticas ao setor nuclear brasileiro, destacando falhas de gestão institucional e os altos custos econômicos e socioambientais das atividades de mineração de urânio e de construção de usinas nucleares no Brasil. Nos casos de Angra I, II e III, os custos foram de 5 bi, 11 bi e 15 bi de reais, respectivamente, em uma média de tempo de construção de 24 anos. Isso caso Angra III seja realmente concluída, como previsto, em 2018, quando completa 34 anos de construção. Ressaltou, ainda, a importância de considerar os riscos de acidentes em usinas nucleares. Segundo estudo do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (Suíça) recentemente publicado, entre 1946 e 2013 foram registrados 174 acidentes ou incidentes nucleares em todo o mundo. Além disso, o pesquisador pontuou a dimensão dos acidentes nucleares, exemplificando os casos de Chernobyl e de Fukushima, no Japão. À época, o governo da União Soviética admitiu que o acidente em Chernobyl causou a morte direta de 15 mil pessoas. Diferentes estudos apontam que mais de 60 mil pessoas desenvolveram doenças relacionadas à exposição a radiação liberada no acidente.</p>
<p>Entre os acidentes ocorridos, destacam-se, ainda, o caso de contaminação radiológica de trabalhadores de uma unidade da Nuclebrás Monazita (Nuclemon), no estado de São Paulo. O acidente ocasionou a morte de um trabalhador e a contaminação de vários outros. A Nuclemon foi, posteriormente, incorporada pela INB. A estatal brasileira acumula um histórico de irregularidades na gestão dos empreendimentos de mineração de urânio em Poços de Caldas (MG) e em Caetité (BA), e de acidentes com vazamento de material contendo radionuclídeos para o ambiente.</p>
<p>Representando as comunidades localizadas no entorno da mina de Itataia, Francisco Frasio, que vive na região há 50 anos, expôs o medo sentido pela população de que a reserva de urânio e fosfato seja explorada no sertão cearense. Ele compreende que, com a instalação do empreendimento minerador, não haverá benefícios para as comunidades, mas sim riscos de contaminação e a iminência de acidentes com material radioativo. &#8220;Nós queremos vida, não queremos a exploração da mina&#8221;.</p>
<p>Para Jeovah Meireles, os processos de licenciamento de grandes empreendimentos não têm considerado a participação de grupos historicamente invisibilizados e vulnerabilizados pelos impactos socioambientais desses projetos desenvolvimentistas. Segundo o professor, o Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) do Projeto Santa Quitéria cita, por exemplo, a existência de 16 comunidades localizadas próximas ao local da mina de Itataia, quando, na verdade, pesquisas do Núcleo TRAMAS e a população da região mapearam mais de 150 comunidades vivendo no entorno do local da jazida.</p>
<p>O EIA/RIMA do Projeto Santa Quitéria foi entregue ao IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis) em março de 2014 e a análise do órgão considerou o conteúdo do documento insuficiente para viabilizar o empreendimento, pedindo a complementação dos estudos em pontos como: comprovação de viabilidade de abastecimento hídrico e da instalação e operação da adutora de água que liga o Açude Edson Queiroz ao empreendimento; complementação do estudo espeleológico, dos estudos de fauna, da caracterização da estrutura de drenagem e proteção da cava e de medidas de mitigação para as comunidades de Morrinhos e Queimadas sobre a possibilidade de contaminação por radionuclídeos, dentre outros. O coordenador do Projeto Santa Quitéria no Ceará, José Roberto, afirmou que o consórcio de empresas responsável pelo projeto está trabalhando nas respostas aos questionamentos do IBAMA, que devem ser entregues até o final deste ano.</p>
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		<title>TRAMAS participa de evento na Noruega sobre riscos do urânio</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2015 21:49:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">O Núcleo TRAMAS (Trabalho, Meio Ambiente e Saúde), da Universidade Federal do Ceará (UFC), participa de evento na Noruega apresentando pesquisas sobre os riscos e potenciais impactos da mineração de urânio e fosfato em Santa Quitéria, município do sertão cearense. O convite para o evento intitulado Semana da América Latina partiu do Comitê Norueguês de Solidariedade à América Latina (LAG), que no ano de 2014 esteve no Ceará conhecendo o projeto de mineração, as </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">comunidades rurais situadas no entorno da jazida de Itataia e participando das audiências públicas promovidas pelo IBAMA para debater o empreendimento. O interesse do grupo norueguês nos estudos realizados na UFC se deu pela vinculação do projeto de mineração à empresa norueguesa Yara, do ramo de produção de fertilizantes, e </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">ao fato de que o projeto corrobora com a expansão da produção de energia elétrica por fonte nuclear no Brasil, matriz energética rejeitada na Noruega, e pelo risco dos fertilizantes produzidos a partir do fosfato associado ao urânio serem contaminados com materiais radioativos.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/DSC03670.jpg"><img class=" wp-image-496 alignleft" alt="DSC03670" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/DSC03670-300x225.jpg" width="240" height="180" /></a></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">O </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">TRAMAS, vinculado à Faculdade de Medicina e coordenado pela professora Dra. Raquel Maria Rigotto, realiza desde 2010 estudos sobre o modo de vida de comunidades localizadas próximas à jazida, as </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">características do projeto e os seus potenciais impactos para a população da região. Na capital norueguesa,</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">o grupo será representado por Lívia Dias, bióloga e mestranda do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA) </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">da UFC, que também tem sua pesquisa relacionada ao tema. A pesquisadora participará entre 11 a 18 de outubro de atividades da Semana de Solidariedade à América Latina, que acontecerá em cinco cidades norueguesas, dentre as quais Oslo, capital do país. </span></span></span></p>
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		<title>Igrejas e Mineração na América Latina: Um vídeo de denúncia e esperança</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2015 14:45:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Megaminas a céu aberto, desmatamento e expulsão de famílias e inteiras comunidades. Povos indígenas e comunidades quilombolas ameaçados por interesses minerários sobre seus territórios. Poluição das águas, da terra e do ar. Processos de escoamento do minério que impactam centenas de comunidades ao longo dos minerodutos ou das ferrovias que exportam a grandíssima maioria de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Megaminas a céu aberto, desmatamento e expulsão de famílias e inteiras comunidades. Povos indígenas e comunidades quilombolas ameaçados por interesses minerários sobre seus territórios. Poluição das águas, da terra e do ar.<br />
Processos de escoamento do minério que impactam centenas de comunidades ao longo dos minerodutos ou das ferrovias que exportam a grandíssima maioria de nossos minérios.<br />
Conflitos e manifestações populares, espionagem e criminalização das lideranças.</p>
<p>Apesar de tudo isso, a mineração no Brasil pretende aumentar de 3 a 5 vezes nos próximos 20 anos. A proposta do novo Código de Mineração, cada vez mais criticada por comunidades, sindicatos, movimentos sociais e entidades do País inteiro, visa flexibilizar a legislação para facilitar os interesses das empresas mineradoras.<br />
Diversas comunidades atingidas são apoiadas, assessoradas e defendidas também pelas igrejas. A Igreja Católica se posicionou com críticas contundentes contra a nova proposta de Marco Legal da Mineração. Várias lideranças cristãs de América Latina estão se articulando para buscar alternativas às agressões da mineração.</p>
<p>‘Iglesias y Minería’ é um grito de sobrevivência, resistência e esperança, o grito das comunidades e da vida que não se deixará arrancar.</p>
<p>Igrejas e Mineração (Iglesias y Minería, em espanhol) é um grupo ecumênico de leigos, leigas, religiosas e religiosos empenhados em defesa das comunidades afetadas por mineração nos diversos países do Continente. Desde 2013, o grupo articula os atingidos entre si, com a hierarquia das Igrejas que queiram e possam apoiá-los, e com instituições internacionais de defesa dos direitos humanos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/05/unnamed.png"><img class="size-full wp-image-368 aligncenter" alt="unnamed" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/05/unnamed.png" width="293" height="295" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Uma práxis para a juventude</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2015 20:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/IMG_6819.jpg"><img class="size-medium wp-image-349 alignright" alt="IMG_6819" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/IMG_6819-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a>Durante os anos de 2015 e 2016, o Núcleo TRAMAS, da Universidade Federal do Ceará (UFC), realizará o projeto “Meio Ambiente, Saúde, Comunicação e Cultura – Transformações territoriais e a juventude do Sertão Central Cearense”, nos municípios de Santa Quitéria, Itatira e Canindé.</p>
<p>O Núcleo TRAMAS está inserido nesse território desde 2010, quando começou a realizar pesquisas sobre possíveis impactos sociais, ambientais e à saúde da região relacionados ao projeto de instalação de um complexo mínero-industrial para exploração de urânio e fostato em Santa Quitéria. Atento às demandas dos movimentos sociais e das comunidades locais por produção de informação e conhecimento, o Núcleo TRAMAS busca, agora, compreender as potenciais transformações e antecipar ações que fortaleçam o modo de vida camponês</p>
<p>O projeto em questão prevê um curso de formação com carga horária de 400h/aula e tem por objetivo fortalecer a autonomia das juventudes do campo contribuindo com seu desenvolvimento teórico-técnico-profissional, político e humano através de uma formação ampla que envolverá temas como ‘arte e cultura’, ‘comunicação e direitos’, agroecologia e meio ambiente, além de atividades como uma caravana cultural, a produção de um videodocumentário, a realização de uma feira agroecológica, a organização de um seminário sobre juventude, entre outros.</p>
<p>O curso envolverá 30 jovens, entre alunos do Ensino Médio e jovens que concluíram o Ensino Médio nos últimos 3 anos, e terá por base a Pedagogia da Alternância, que propõe – como o próprio nome indica – alternância de tempo e de local de formação, com períodos de formação escolar (durante as férias da escola regular) e períodos de formação sócio-profissional nas sete comunidades/assentamentos rurais que integram o projeto.</p>
<p>A reflexão que lançamos e que motiva nossa ação está ligada aos 8 milhões de jovens brasileiros que vivem no campo e contam com poucas ações governamentais, pequeno investimento em discussões teóricas nas universidades (apesar do crescente aumento de pesquisas sobre a juventude no espaço urbano), sendo constantemente alvo de formulações que homogeneízam a juventude, que nega-lhes a diversidade e desconsidera a dimensão histórica em que estão inseridos.</p>
<p>Com esse projeto, o Núcleo TRAMAS pretende contribuir para o fortalecimento das comunidades e assentamentos rurais e de seu modo de vida frente aos conflitos socioambientais que se apresentam nos territórios, debatendo questões e temáticas pertinentes ao contexto da região através da arte, da comunicação, de práticas agroecológicas e do debate acerca do meio ambiente, do trabalho e da saúde.</p>
<p>O Núcleo TRAMAS conta com uma rede de parceiros para a discussão, organização, acompanhamento e avaliação do projeto, identificando a ‘parceria’ como princípio metodológico e de gestão. Entre os parceiros, estão o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA-CE), a Cáritas Diocesana de Sobral, a Comissão Pastoral da Terra (CPT), a Associação dos Pequenos Produtores Agrários do Assentamento Todos os Santos, a Associação dos Moradores de Morrinhos, o Projeto Arte e Cultura na Reforma Agrária/INCRA-CE, a Universidade Estadual do Ceará (UECE), o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), a Rede Brasileira de Justiça Ambiental, entre outros.</p>
<p>Esse projeto foi aprovado na chamada Nº 19/2014 do Ministério do Desenvolvimento Agrário/INCRA, em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia/CNPq, para o Fortalecimento da Juventude Rural.</p>
<p style="text-align: left;">Link para resultado: <a href="http://www.cnpq.br/web/guest/chamadas-publicas;jsessionid=5478F9B4C0EC765BC5B14672437EEB9A?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&amp;idDivulgacao=5302&amp;filtro=resultados&amp;detalha=chamadaDetalhada&amp;exibe=exibe&amp;id=47-386-2977&amp;idResultado=47-386-2977">MCTI/MDA-INCRA/CNPQ Nº 19/2014 &#8211; FORTALECIMENTO DA JUVENTUDE RURAL</a></p>

<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=345' title='11009845_817599591653680_6430814362651016430_n'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/11009845_817599591653680_6430814362651016430_n-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="11009845_817599591653680_6430814362651016430_n" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=346' title='11043154_817599691653670_7211934225671535024_n'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/11043154_817599691653670_7211934225671535024_n-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="11043154_817599691653670_7211934225671535024_n" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=347' title='DSC04977'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC04977-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSC04977" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=348' title='DSC05003'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC05003-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Reunião com jovens de Riacho das Pedras" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=353' title='11041829_817599544987018_5733087853168145157_n'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/11041829_817599544987018_5733087853168145157_n-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="11041829_817599544987018_5733087853168145157_n" /></a>

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		<title>Debate sobre impactos da mineração de urânio na Rádio Universitária</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2015 20:01:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No último dia 14 de abril, o Núcleo TRAMAS participou do programa Jornal da Educação, da Rádio Universitária FM, da Universidade Federal do Ceará (UFC), discutindo os impactos do Projeto Santa Quitéria, que intenta iniciar a exploração de urânio e fosfato na região para produção de energia e de fertilizantes químicos. O Núcleo TRAMAS tem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/radioactive.jpg"><img class="size-medium wp-image-357 alignright" alt="radioactive" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/radioactive-300x187.jpg" width="300" height="187" /></a>No último dia 14 de abril, o Núcleo TRAMAS participou do programa Jornal da Educação, da Rádio Universitária FM, da Universidade Federal do Ceará (UFC), discutindo os impactos do Projeto Santa Quitéria, que intenta iniciar a exploração de urânio e fosfato na região para produção de energia e de fertilizantes químicos.</p>
<p>O Núcleo TRAMAS tem realizado pesquisas na região desde 2010, em colaboração com comunidades e movimentos sociais, na produção de informação e conhecimento sobre os impactos desse projeto. Atualmente, está em fase de licenciamento e análise do Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>
<p>Na entrevista com Rafael Dias de Melo, pesquisador do TRAMAS, os alertas são para os riscos à saúde de trabalhadores e comunidades por contaminação pela radiação liberada pelo urânio, além de questionamentos sobre a viabilidade de implantação do projeto, sobretudo referente ao abastecimento de água numa região de semi-árido que enfrenta uma grave seca nos últimos anos.</p>
<p>Ouça:</p>
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		<title>Eu acredito é no campesinato!</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Nov 2014 23:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[AntiNuclear]]></category>
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		<category><![CDATA[santa quitéria]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[Paródia inspirada e nascida no território onde pulsa a luta contra a mineração de urânio e fosfato, na região dos municípios de Santa Quitéria e Itatira (CE). Eu acredito é na rapaziada / EU ACREDITO É NO CAMPESINATO Que segue em frente e segura o rojão / QUE DEIXA O URÂNIO DEBAIXO DO CHÃO Eu [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Paródia inspirada e nascida no território onde pulsa a luta contra a mineração de urânio e fosfato, na região dos municípios de Santa Quitéria e Itatira (CE).</p>
<p><img class="aligncenter" alt="" src="http://mw2.google.com/mw-panoramio/photos/medium/75034909.jpg" width="500" height="333" /></p>
<p style="text-align: center;">Eu acredito é na rapaziada / <strong>EU ACREDITO É NO CAMPESINATO</strong><br />
Que segue em frente e segura o rojão / <strong>QUE DEIXA O URÂNIO DEBAIXO DO CHÃO</strong><br />
Eu ponho fé é na fé da moçada / <strong>EU PONHO FÉ É NAQUELES ROÇADOS</strong><br />
Que não foge da fera e enfrenta o leão / <strong>COM SEMENTE CRIOULA DE MILHO E FEIJÃO</strong><br />
Eu vou à luta com essa juventude / <strong>É BEM DIVERSA A NOSSA CULTURA</strong><br />
Que não corre da raia a troco de nada /<strong>RECUSAMOS QUE SEJA HOMOGENEIZADA</strong><br />
Eu vou no bloco dessa mocidade / <strong>EU FAÇO VOTOS QUE CAMPO E CIDADE</strong><br />
Que não tá na saudade e constrói / <strong>NÃO COMUNGUE COM O QUE SÓ DESTROI</strong><br />
A manhã desejada / <strong>SUAS POTENCIALIDADES</strong></p>
<p style="text-align: center;">Aquele que sabe que é negro / <strong>ASSIM COMO A KÁTIA ABREU</strong><br />
o coro da gente / <strong>QUER O CORO DA GENTE</strong><br />
E segura a batida da vida o ano inteiro / <strong>QUER VENENO NA NOSSA COMIDA O ANO INTEIRO</strong><br />
Aquele que sabe o sufoco de um jogo tão duro / <strong>E O CAMPONÊS NO SUFOCO DE UM JOGO TÃO DURO</strong><br />
E apesar dos pesares ainda se orgulha de ser brasileiro / <strong>POIS O URÂNIO E FOSFATO SÓ É PARA OS GRANDES QUE GERA DINHEIRO</strong><br />
Aquele que sai da batalha /<strong>E AQUELE QUE TRAVA A BATALHA</strong><br />
Entra no botequim, pede uma cerva gelada / <strong>E ACENDE O ESTOPIM CONTRA ESTA LÓGICA QUE ESMAGA</strong><br />
E agita na mesa logo uma batucada / <strong>E AGITA QUEM TÁ AO LADO, CONTRA A ENRASCADA</strong><br />
Aquele que manda o pagode /<strong>E AQUELE QUE GERA COMMODITTIES</strong><br />
E sacode a poeira suada da luta e faz a brincadeira / <strong>É QUE ESBANJA PODER, POR ISTO ESSA LUTA NÃO É BRINCADEIRA</strong><br />
Pois o resto é besteira / <strong>TEMOS MEDO É DA POEIRA</strong><br />
E nós estamos pelaí&#8230; / <strong>DEIXE O URÂNIO QUIETO AI</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>EU ACREDITO É NO CAMPESINATO!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><em>(Dorinha)</em></p>
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