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	<title>Núcleo TRAMAS &#187; Pesquisa</title>
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	<description>Temos como foco as inter-relações entre Produção, Trabalho, Ambiente e Saúde, abordadas numa perspectiva crítica no contexto da civilização do capital, especialmente em suas formas de expressão no Nordeste do Brasil, no Ceará.</description>
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		<title>Almanaque do Baixo Jaguaribe ou TRAMAS para a afirmação do trabalho, meio ambiente e saúde</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2017 00:51:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2017/02/CAPA-ALMANAQUE.gif"><img class="size-medium wp-image-803 alignleft" alt="CAPA ALMANAQUE" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2017/02/CAPA-ALMANAQUE-257x300.gif" width="257" height="300" /></a>O <em>Almanaque do Baixo Jaguaribe ou TRAMAS para a afirmação do trabalho, meio ambiente e saúde para sustentabilidade,</em> publicado em 2012<em>,</em> é fruto de quatro anos de pesquisa e de dois anos de sistematização. Da pesquisa <strong>Estudo epidemiológico da população da região do Baixo Jaguaribe exposta à contaminação ambiental em área de uso de agrotóxicos</strong> resultaram um livro, um cordel traduzindo de forma popular os achados da pesquisa – e este Almanaque, que tem como complementos um DVD de dados, um cartaz e um Jogo da Memória do Baixo Jaguaribe (disponíveis na versão impressa).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como resultado de um trabalho coletivo, coordenado pelo Núcleo Tramas da UFC, este mosaico de textos traz, então, a marca de muitas mãos, de muitas mentes e de muitos corações. Nele é possível encontrar informações produzidas pelos pesquisadores e pesquisadoras envolvidos nesse processo, pelos movimentos sociais, por entidades da sociedade civil, pela imprensa ou pelas redes sociais em diálogo com recortes da produção de escritores e escritoras, trechos de canções ou poesias, brincadeiras – e, ainda, textos ou falas dos sujeitos (adolescentes, jovens, agentes pastorais, professores/as, militantes sociais e trabalhadores das empresas de fruticultura irrigada) diretamente envolvidos no drama do envenenamento diário pelo uso de agrotóxicos na Chapada do Apodi/CE e no Tabuleiro de Russas/CE. Todo esse conteúdo buscou, com ilustrações, cores e diagramação, no formato de um Almanaque a possibilidade de traduzir a multiplicidade e a diversidade de saberes envolvidos nesse processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O convite que se faz, então, é o da leitura, reflexão e difusão dos inúmeros dados que este Almanaque do Baixo Jaguaribe traz. No intuito certeiro de que a informação produzida a partir do encontro entra a academia e o povo possa alimentar as consciências e lutas para produzir as transformações necessárias em prol das comunidades – tanto das que foram foco da pesquisa, como de outras, para quem o trabalho possa servir como referência. Transformações sociais, essas, que contemplam o exercício pleno dos direitos de trabalhadores e trabalhadoras do campo, o acesso a formas de produção agroecológicas – e a garantia dos territórios para as populações que de fato produzem nossa soberania alimentar.</p>
<p>Link para download:<a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2017/02/Almanaque-do-Baixo-Jaguaribe_PDF.pdf">Almanaque do Baixo Jaguaribe_PDF</a></p>
<p><strong>Informações:</strong></p>
<p><strong>Título da publicação:</strong> Almanaque do Baixo Jaguaribe ou TRAMAS para a afirmação do trabalho, meio ambiente e saúde para sustentabilidade<em><br />
</em><strong>Autoria</strong>: Núcleo Tramas UFC<br />
<strong>Ano de publicação</strong>: 2012<br />
<strong>Número de páginas</strong>: 160<br />
<strong>ISBN:</strong> 978-85-420-0004-7<br />
<strong>Local</strong>: Fortaleza &#8211; CE</p>
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		<title>ARTICULAÇÃO ANTINUCLEAR DO CEARÁ PROMOVE II JORNADA</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2015 11:31:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Nos dias <b>15 e 16 de novembro</b>, acontece a <b>II Jornada Antinuclear do Ceará</b>, em Santa Quitéria, município do sertão central do estado. Promovida pela <b>Articulação Antinuclear do Ceará (AACE)</b>, em parceria com movimentos sociais, pesquisadores, entidades e organizações não-governamentais, comunidades da região e com a <b>Articulação Antinuclear Brasileira</b>, traz como tema <b>“A defesa da vida e a resistência antinuclear no Brasil”.</b></p>
<p><b> </b></p>
<p style="text-align: center;"><b><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/11/12226379_10207294400745478_692951855_n.jpg"><img class="aligncenter" alt="12226379_10207294400745478_692951855_n" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/11/12226379_10207294400745478_692951855_n-212x300.jpg" width="212" height="300" /></a></b></p>
<p>A II Jornada acontece <b>um</b> <b>ano após as audiências públicas </b>realizadas pelo IBAMA para discutir o <b>Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA)</b> e a implantação do empreendimento de <b>mineração de urânio associado a fosfato</b> na <b>Mina de Itataia</b>, localizada entre os municípios de Santa Quitéria, Itatira e Madalena. É a maior mina de urânio do Brasil e está em processo de licenciamento para ser explorada pelo <b>Consórcio Santa Quitéria</b>, composto pela <b>Galvani </b>e pela estatal <b>Indústrias Nucleares do Brasil (INB). </b>A primeira com interesses de extrair o fosfato para produção de fertilizantes químicos e ração animal destinados ao <b>agronegócio</b> e a INB responsável pela mineração do urânio, matéria-prima para geração de <b>energia nuclear</b>.</p>
<p>Desde <b>2010</b>, as comunidades do entorno da mina, movimentos sociais, entidades não-governamentais e pesquisadores da Universidade têm se organizado para discutir o projeto, sobretudo os impactos socioambientais da chegada de um grande empreendimento na região – constituída de comunidades e assentamentos rurais com atividade agrícola – e os riscos relacionados à exploração de urânio <b>radioativo</b> &#8211; que incluem a contaminação do solo, do ar e da água e o surgimento de doenças como o <b>câncer</b> causadas pela exposição à radioatividade. Com a formação da <b>Articulação Antinuclear do Ceará</b>, desde então seus membros somam forças à resistência contra a mineração em Santa Quitéria.</p>
<p>A programação da II Jornada terá momentos de <b>intercâmbio</b> com convidados de <b>Angra dos Reis (RJ)</b> e <b>Caetité (BA)</b>, focados em discussões sobre os impactos socioambientais do ciclo da energia nuclear no Brasil e <b>experiências de resistência</b>. Com seminário, atividade cultural e roda de conversa, a II Jornada culmina na realização de uma <b>audiência pública </b>de caráter popular, onde os movimentos de resistência à mineração na região dirão <b>NÃO à exploração de urânio e fosfato em Santa Quitéria</b> e <b>SIM à agricultura familiar camponesa, à convivência com o semiárido e à vida no sertão central cearense. </b>A audiência acontece no dia <b>16 (segunda-feira), às 9 horas</b>, em Santa Quitéria.</p>
<p><b> </b></p>
<p><b><i>Articulação Antinuclear do Ceará (AACE): breve histórico<br />
</i></b></p>
<p>Atualmente, a Articulação é composta por moradores das comunidades do entorno da Mina de Itataia, movimentos sociais, organizações não-governamentais e pesquisadores. Integram a AACE o <b>Movimento de Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST-CE)</b>, a <b>Comissão Pastoral da Terra (CPT)</b>, a <b>Cáritas Diocesana de Sobral, </b>o coletivo <b>Urucum – Comunicação, Direitos Humanos e Justiça</b> e o <b>Núcleo TRAMAS-UFC (Trabalho, Meio Ambiente, Saúde).<br />
</b></p>
<p>O <b>TRAMAS</b> atua na região desde 2010, com a pesquisa <i>“Territorialização em Saúde: estudo das relações produção, ambiente, saúde e cultura na atenção primária à saúde”, </i>realizada na comunidade de Riacho das Pedras-Santa Quitéria e que incluiu a construção de uma cartografia social das comunidades existentes no entorno da mina. Nesse mesmo ano, a Cáritas Diocesana de Sobral articulou a realização da uma audiência pública com a presença da prefeitura de Santa Quitéria, de representantes da Galvani e da INB.</p>
<p>Em 2011, o <b>III Encontro de Mulheres da Via Campesina</b> <b>do Ceará</b> resultou, no dia 08 de março, em uma manifestação pública contra a Mina de Itataia. Em maio, aconteceu o seminário <b>“A mineração de urânio e fosfato: seus impactos socioambientais e para a saúde humana”</b>, no município de Itatira. É desse seminário que nasce a <b>Articulação Antinuclear do Ceará – AACE.</b></p>
<p>A <b>I Jornada Antinuclear do Ceará</b> aconteceu em 2012, com o tema <b>“O presente que temos em Caetité e o futuro que queremos em Santa Quitéria”</b>, e trouxe representantes das comunidades e movimentos sociais de Caetité (BA), onde existe uma experiência de exploração de urânio operada pela INB. As denúncias em Caetité revelam <b>casos de vazamento de urânio e de contaminação</b>, entre outros impactos socioambientais, apontados como conseqüência da operação e da gestão inadequadas da atividade por parte da INB.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Licenciamento ambiental do Projeto Santa Quitéria</i></b></p>
<p>O <b>Consórcio Santa Quitéria</b>, formado pelo grupo privado <b>Galvani</b> e a estatal <b>Indústrias Nucleares do Brasil (INB)</b>, é responsável pelo empreendimento. O Projeto está em processo de licenciamento ambiental, que é dividido em três eixos, cada um com fases específicas e os seguintes órgãos responsáveis: Licenciamento Mineral – Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM); Licenciamento Nuclear – Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e Licenciamento Ambiental – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (IBAMA). O Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) da obra foi entregue em março de 2014 para análise do IBAMA.</p>
<p>Como parte do licenciamento, foram realizadas <b>três audiências públicas</b> em novembro do ano passado, para trazer e discutir com a sociedade os estudos entregues pelo Consórcio, a viabilidade e os impactos socioambientais do empreendimento e a sua possível implantação. Na ocasião, estiveram presentes e expuseram seus posicionamentos a <b>INB, </b>o grupo<b> Galvani, </b>o<b> IBAMA </b>e<b> </b>a<b> Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)  </b>– órgão que, ao mesmo tempo, gere e fiscaliza a INB.</p>
<p>Avaliando que as três audiências não proporcionaram <b>espaços efetivos de participação da população</b> na análise de viabilidade do projeto e na decisão sobre a sua instalação na região, a Articulação Antinuclear do Ceará solicitou, junto à Assembleia Legislativa do Estado, a realização de <b>mais uma audiência pública no dia 16 de novembro</b>. A intenção é garantir <b>momentos de fala e de participação</b> das comunidades atingidas pelo empreendimento. A audiência acontece às 9 horas, em Santa Quitéria.</p>
<p>O EIA/RIMA ainda está em fase de análise pelo IBAMA. O órgão solicitou complementações ao estudo, considerando o documento, com mais de 4.000 páginas, <b>insuficiente</b> em pontos como: comprovação de viabilidade de abastecimento hídrico e da instalação e operação da adutora de água que liga o Açude Edson Queiroz ao empreendimento; complementação do estudo espeleológico, dos estudos de fauna, da caracterização da estrutura de drenagem e proteção da cava e de medidas de mitigação para as comunidades de Morrinhos e Queimadas sobre a possibilidade de contaminação por radionuclídeos, dentre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/11/flyer-final.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-560" alt="flyer-final" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/11/flyer-final-300x300.jpg" width="300" height="300" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><b>Programação: </b></em></p>
<p><b><br />
Dia 15/11<br />
</b>8h – Seminário Antinuclear: Angra dos Reis, Caetité e Santa Quitéria – Impactos Socioambientais e Experiências de Resistência (Comunidade Riacho das Pedras – Santa Quitéria)<br />
14h30 – Reunião da Articulação Antinuclear Brasileira.<br />
20h – Atividade Cultural: Xô Nuclear (Santa Quitéria)</p>
<p>&nbsp;<br />
<b>Dia 16/11<br />
</b>7h – Manifestação contra o Projeto Santa Quitéria de Mineração de Urânio e Fosfato.<br />
9h – Audiência Pública sobre o Projeto Santa Quitéria de Mineração de Urânio e Fosfato (Salão Paroquial &#8211; Santa Quitéria).<br />
18h – Roda de Conversa: Impactos Socioambientais do Ciclo Nuclear no Brasil – a experiência de Angra dos Reis e Caetité.</p>
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		<title>Diferentes formas de dizer NÃO: lançamento de livro em Fortaleza</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2015 13:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/Cartaz_final.jpg"><img class="size-medium wp-image-544 alignleft" style="margin: 30px;" alt="Cartaz_final" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/Cartaz_final-225x300.jpg" width="225" height="300" /></a></p>
<p>O Núcleo TRAMAS/UFC, em parceria com a <a href="http://fase.org.br/">FASE</a> e com a Articulação Antinuclear do Ceará (AACE), realiza, no dia <strong>05 de novembro</strong>, o lançamento do livro <strong><em>Diferentes formas de dizer Não:</em> <em>experiências de resistência, restrição e proibição ao extrativismo</em><em> mineral,</em></strong><em> </em>às 18h30 na Sede da ADUFC (Av. da Universidade, 2346 &#8211; Benfica). O evento contará com a presença de <strong>Julianna Malerba</strong>, organizadora da publicação, e acontecerá associado à oficina <strong>&#8220;Áreas Livres de Mineração&#8221;</strong>, conduzida pela autora para movimentos sociais e grupos de pesquisa acadêmicos, na tarde do dia 05.</p>
<p>O livro é produzido pela FASE, em parceria com o Núcleo de Estudos e Pesquisas Socioambientais (NESSA/UFF) e com o Grupo de Pesquisa Política, Economia, Mineração, Ambiente e Sociedade (PoEMAS/UFJF). A publicação retrata impactos da extração de recursos minerais em distintos países: Argentina, Peru, Costa Rica, Estados Unidos, Filipinas e Equador.</p>
<p>Primeiramente, destaca como o tratamento privilegiado é concedido às atividades extrativas minerais na legislação brasileira, ressaltando os crescentes impactos ambientais por ela induzidos. Em seguida, por meio de estudos de caso, demonstra que a exploração mineral em larga escala tem produzido desigualdade e violado direitos em todo o mundo. Mas a pesquisa vai além: mapeia as estratégias das comunidades afetadas, organizações e movimentos sociais para resistir às violações, à contaminação e à devastação ambiental provocada pela mineração e extração de petróleo.</p>
<p>A oficina <strong>&#8220;Áreas Livres de Mineração&#8221;</strong> terá como objetivos discutir desafios, impasses e possibilidades para a definição de restrições ao extrativismo mineral no Brasil e dialogar com o que agricultores/as, movimentos sociais e pesquisadores/as vêm construindo em oposição à mineração de urânio e fosfato no Ceará, em defesa da agricultura familiar e agroecológica, da saúde, da justiça ambiental etc.</p>
<p><strong>Para saber mais: </strong></p>
<p><a href="http://fase.org.br/pt/informe-se/noticias/livro-traca-rota-do-nao-a-mineracao-pelo-mundo/">Livro traça rota do não à mineração pelo mundo</a></p>
<p><a href="http://fase.org.br/pt/informe-se/noticias/organizacoes-movimentos-e-pesquisadores-debatem-areas-livres-de-mineracao/">Organizações, movimentos e pesquisadores debatem áreas livres de mineração</a></p>
<p><strong><a href="http://fase.org.br/pt/acervo/biblioteca/9420/">Download do livro</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://fase.org.br/wp-content/uploads/2015/03/Sumario-Ampliado.pdf">Sumário ampliado</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_548" class="wp-caption alignnone" style="width: 222px"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/resenha-Áreas-Livres-de-Mineração-vFinal.jpg"><img class="size-medium wp-image-548" alt="resenha - Áreas Livres de Mineração - vFinal" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/resenha-Áreas-Livres-de-Mineração-vFinal-212x300.jpg" width="212" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Resenha</p></div>
<div id="attachment_550" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/capa_mineração.png"><img class="size-medium wp-image-550 " alt="Capa do livro " src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/capa_mineração-225x300.png" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro</p></div>
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		<title>TRAMAS participa de debate sobre energia nuclear na Semana de Engenharia Elétrica da UFC</title>
		<link>http://www.tramas.ufc.br/?p=535</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2015 11:58:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A convite do Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Ceará (UFC), o Núcleo TRAMAS participou, na quita-feira passada, dia 22, da mesa redonda &#8220;A energia nuclear no Brasil e a extração de urânio no Ceará&#8221;, parte da programação da IV Semana de Engenharia Elétrica (SEEL) da UFC. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A convite do Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Ceará (UFC), o Núcleo TRAMAS participou, na quita-feira passada, dia 22, da mesa redonda &#8220;A energia nuclear no Brasil e a extração de urânio no Ceará&#8221;, parte da programação da IV Semana de Engenharia Elétrica (SEEL) da UFC.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/SEEL.jpg"><img class="aligncenter" alt="SEEL" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/SEEL-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a></p>
<p>Rafael Dias de Melo, mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela UFC, membro do Núcleo TRAMAS e da Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA), esteve na mesa de debate ao lado do Prof. Dr. Jeovah Meireles (Departamento de Geografia &#8211; UFC) e de Francisco Frasio, agricultor e representante do Assentamento Morrinhos (Santa Quitéria), comunidade que fica a 3,3 km de distância da mina de Itataia. Participaram, também, Iukio Ogawa, assessor da Presidência das Indústrias Nucleares do Brasil (INB); José Roberto de Alcântara, coordenador do Projeto Santa Quitéria de mineração de urânio e fosfato; e o Dr. Ricardo Silva Thé, professor aposentado do curso de Engenharia Elétrica da UFC.</p>
<p>Rafael Melo expôs críticas ao setor nuclear brasileiro, destacando falhas de gestão institucional e os altos custos econômicos e socioambientais das atividades de mineração de urânio e de construção de usinas nucleares no Brasil. Nos casos de Angra I, II e III, os custos foram de 5 bi, 11 bi e 15 bi de reais, respectivamente, em uma média de tempo de construção de 24 anos. Isso caso Angra III seja realmente concluída, como previsto, em 2018, quando completa 34 anos de construção. Ressaltou, ainda, a importância de considerar os riscos de acidentes em usinas nucleares. Segundo estudo do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (Suíça) recentemente publicado, entre 1946 e 2013 foram registrados 174 acidentes ou incidentes nucleares em todo o mundo. Além disso, o pesquisador pontuou a dimensão dos acidentes nucleares, exemplificando os casos de Chernobyl e de Fukushima, no Japão. À época, o governo da União Soviética admitiu que o acidente em Chernobyl causou a morte direta de 15 mil pessoas. Diferentes estudos apontam que mais de 60 mil pessoas desenvolveram doenças relacionadas à exposição a radiação liberada no acidente.</p>
<p>Entre os acidentes ocorridos, destacam-se, ainda, o caso de contaminação radiológica de trabalhadores de uma unidade da Nuclebrás Monazita (Nuclemon), no estado de São Paulo. O acidente ocasionou a morte de um trabalhador e a contaminação de vários outros. A Nuclemon foi, posteriormente, incorporada pela INB. A estatal brasileira acumula um histórico de irregularidades na gestão dos empreendimentos de mineração de urânio em Poços de Caldas (MG) e em Caetité (BA), e de acidentes com vazamento de material contendo radionuclídeos para o ambiente.</p>
<p>Representando as comunidades localizadas no entorno da mina de Itataia, Francisco Frasio, que vive na região há 50 anos, expôs o medo sentido pela população de que a reserva de urânio e fosfato seja explorada no sertão cearense. Ele compreende que, com a instalação do empreendimento minerador, não haverá benefícios para as comunidades, mas sim riscos de contaminação e a iminência de acidentes com material radioativo. &#8220;Nós queremos vida, não queremos a exploração da mina&#8221;.</p>
<p>Para Jeovah Meireles, os processos de licenciamento de grandes empreendimentos não têm considerado a participação de grupos historicamente invisibilizados e vulnerabilizados pelos impactos socioambientais desses projetos desenvolvimentistas. Segundo o professor, o Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) do Projeto Santa Quitéria cita, por exemplo, a existência de 16 comunidades localizadas próximas ao local da mina de Itataia, quando, na verdade, pesquisas do Núcleo TRAMAS e a população da região mapearam mais de 150 comunidades vivendo no entorno do local da jazida.</p>
<p>O EIA/RIMA do Projeto Santa Quitéria foi entregue ao IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis) em março de 2014 e a análise do órgão considerou o conteúdo do documento insuficiente para viabilizar o empreendimento, pedindo a complementação dos estudos em pontos como: comprovação de viabilidade de abastecimento hídrico e da instalação e operação da adutora de água que liga o Açude Edson Queiroz ao empreendimento; complementação do estudo espeleológico, dos estudos de fauna, da caracterização da estrutura de drenagem e proteção da cava e de medidas de mitigação para as comunidades de Morrinhos e Queimadas sobre a possibilidade de contaminação por radionuclídeos, dentre outros. O coordenador do Projeto Santa Quitéria no Ceará, José Roberto, afirmou que o consórcio de empresas responsável pelo projeto está trabalhando nas respostas aos questionamentos do IBAMA, que devem ser entregues até o final deste ano.</p>
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		<title>TRAMAS participa de evento na Noruega sobre riscos do urânio</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2015 21:49:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Núcleo TRAMAS (Trabalho, Meio Ambiente e Saúde), da Universidade Federal do Ceará (UFC), participa de evento na Noruega apresentando pesquisas sobre os riscos e potenciais impactos da mineração de urânio e fosfato em Santa Quitéria, município do sertão cearense. O convite para o evento intitulado Semana da América Latina partiu do Comitê Norueguês de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">O Núcleo TRAMAS (Trabalho, Meio Ambiente e Saúde), da Universidade Federal do Ceará (UFC), participa de evento na Noruega apresentando pesquisas sobre os riscos e potenciais impactos da mineração de urânio e fosfato em Santa Quitéria, município do sertão cearense. O convite para o evento intitulado Semana da América Latina partiu do Comitê Norueguês de Solidariedade à América Latina (LAG), que no ano de 2014 esteve no Ceará conhecendo o projeto de mineração, as </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">comunidades rurais situadas no entorno da jazida de Itataia e participando das audiências públicas promovidas pelo IBAMA para debater o empreendimento. O interesse do grupo norueguês nos estudos realizados na UFC se deu pela vinculação do projeto de mineração à empresa norueguesa Yara, do ramo de produção de fertilizantes, e </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">ao fato de que o projeto corrobora com a expansão da produção de energia elétrica por fonte nuclear no Brasil, matriz energética rejeitada na Noruega, e pelo risco dos fertilizantes produzidos a partir do fosfato associado ao urânio serem contaminados com materiais radioativos.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/DSC03670.jpg"><img class=" wp-image-496 alignleft" alt="DSC03670" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/DSC03670-300x225.jpg" width="240" height="180" /></a></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">O </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">TRAMAS, vinculado à Faculdade de Medicina e coordenado pela professora Dra. Raquel Maria Rigotto, realiza desde 2010 estudos sobre o modo de vida de comunidades localizadas próximas à jazida, as </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">características do projeto e os seus potenciais impactos para a população da região. Na capital norueguesa,</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">o grupo será representado por Lívia Dias, bióloga e mestranda do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA) </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Cambria,serif;"><span style="font-size: medium;">da UFC, que também tem sua pesquisa relacionada ao tema. A pesquisadora participará entre 11 a 18 de outubro de atividades da Semana de Solidariedade à América Latina, que acontecerá em cinco cidades norueguesas, dentre as quais Oslo, capital do país. </span></span></span></p>
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		<title>Núcleo TRAMAS apresenta experiência de práxis acadêmica em seminário em Coimbra</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2015 22:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em julho deste ano, a professora Raquel Rigotto, coordenadora do Núcleo TRAMAS, participou de seminário no Centro de Estudos Sociais (CES) em Coimbra (Portugal). Em sua apresentação, abordou os caminhos e desafios na formação de docentes e pesquisadores/as para práxis acadêmicas emancipatórias, apresentando a experiência do Núcleo TRAMAS. Assista à apresentação no vídeo acima. &#8220;Se [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em julho deste ano, a professora Raquel Rigotto, coordenadora do Núcleo TRAMAS, participou de seminário no Centro de Estudos Sociais (CES) em Coimbra (Portugal). Em sua apresentação, abordou os caminhos e desafios na formação de docentes e pesquisadores/as para práxis acadêmicas emancipatórias, apresentando a experiência do Núcleo TRAMAS.<br />
Assista à apresentação no vídeo acima.</p>
<p><em>&#8220;Se somos críticos à ciência moderna e ao papel que a Universidade vem cumprindo na reprodução da civilização do capital, como construir práxis acadêmicas contra hegemônicas que, articuladas às comunidades, entidades e movimentos sociais, produzam conhecimentos e formem docentes que possam contribuir com processos de emancipação movidos por grupos sociais vulnerabilizados?</em>&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a title="Alice" href="http://alice.ces.uc.pt/en/index.php/homepage-posts/paths-and-challenges-in-training-of-teachers-and-researchers/?lang=pt">Alice</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dossiê ABRASCO: Impacto dos agrotóxicos na saúde</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2015 20:52:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois de causar grande impacto em 2012, o Dossiê Abrasco sobre Agrotóxicos ganha nova edição. A publicação, com mais de 600 páginas, colorida e ilustrada, inclui a revisão do Dossiê de 2012 e uma quarta parte inédita. Este capítulo, concluído em outubro de 2014, foi dedicado a atualização de acontecimentos marcantes, estudos e decisões políticas, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" alt="" src="http://www.contraosagrotoxicos.org/dossieabrasco/wp-content/uploads/2015/04/slide_01.jpg" width="259" height="173" /></p>
<p>Depois de causar grande impacto em 2012, o Dossiê Abrasco sobre Agrotóxicos ganha nova edição. A publicação, com mais de 600 páginas, colorida e ilustrada, inclui a revisão do Dossiê de 2012 e uma quarta parte inédita. Este capítulo, concluído em outubro de 2014, foi dedicado a atualização de acontecimentos marcantes, estudos e decisões políticas, com informações que envolvem os agrotóxicos, as lutas pela redução dessas substâncias e pela superação do modelo de agricultura químico-dependente do agronegócio.</p>
<div>
<p>Não é por falta de confirmação dos efeitos nocivos à saúde e ao ambiente que a grave situação de uso indiscriminado de agrotóxicos no Brasil não é revertida. O livro reúne informações de centenas de livros e trabalhos publicados em revistas nacionais e internacionais, que revelam evidências científicas e correlação direta entre uso de agrotóxicos e problemas de saúde. Essas informações foram confirmadas por diversas fontes, relatos e denúncias, no Brasil e no exterior.</p>
</div>
<div>
<p>Não há dúvidas. Estamos diante de uma verdade cientificamente comprovada: os agrotóxicos fazem mal à saúde das pessoas e ao meio ambiente.</p>
<p>Link para a publicação da ABRASCO (Associação Brasileira de Saúde Coletiva): <a href="http://abrasco.org.br/dossieagrotoxicos/">http://abrasco.org.br/dossieagrotoxicos/</a></p>
</div>
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		<title>Uma práxis para a juventude</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2015 20:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/IMG_6819.jpg"><img class="size-medium wp-image-349 alignright" alt="IMG_6819" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/IMG_6819-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a>Durante os anos de 2015 e 2016, o Núcleo TRAMAS, da Universidade Federal do Ceará (UFC), realizará o projeto “Meio Ambiente, Saúde, Comunicação e Cultura – Transformações territoriais e a juventude do Sertão Central Cearense”, nos municípios de Santa Quitéria, Itatira e Canindé.</p>
<p>O Núcleo TRAMAS está inserido nesse território desde 2010, quando começou a realizar pesquisas sobre possíveis impactos sociais, ambientais e à saúde da região relacionados ao projeto de instalação de um complexo mínero-industrial para exploração de urânio e fostato em Santa Quitéria. Atento às demandas dos movimentos sociais e das comunidades locais por produção de informação e conhecimento, o Núcleo TRAMAS busca, agora, compreender as potenciais transformações e antecipar ações que fortaleçam o modo de vida camponês</p>
<p>O projeto em questão prevê um curso de formação com carga horária de 400h/aula e tem por objetivo fortalecer a autonomia das juventudes do campo contribuindo com seu desenvolvimento teórico-técnico-profissional, político e humano através de uma formação ampla que envolverá temas como ‘arte e cultura’, ‘comunicação e direitos’, agroecologia e meio ambiente, além de atividades como uma caravana cultural, a produção de um videodocumentário, a realização de uma feira agroecológica, a organização de um seminário sobre juventude, entre outros.</p>
<p>O curso envolverá 30 jovens, entre alunos do Ensino Médio e jovens que concluíram o Ensino Médio nos últimos 3 anos, e terá por base a Pedagogia da Alternância, que propõe – como o próprio nome indica – alternância de tempo e de local de formação, com períodos de formação escolar (durante as férias da escola regular) e períodos de formação sócio-profissional nas sete comunidades/assentamentos rurais que integram o projeto.</p>
<p>A reflexão que lançamos e que motiva nossa ação está ligada aos 8 milhões de jovens brasileiros que vivem no campo e contam com poucas ações governamentais, pequeno investimento em discussões teóricas nas universidades (apesar do crescente aumento de pesquisas sobre a juventude no espaço urbano), sendo constantemente alvo de formulações que homogeneízam a juventude, que nega-lhes a diversidade e desconsidera a dimensão histórica em que estão inseridos.</p>
<p>Com esse projeto, o Núcleo TRAMAS pretende contribuir para o fortalecimento das comunidades e assentamentos rurais e de seu modo de vida frente aos conflitos socioambientais que se apresentam nos territórios, debatendo questões e temáticas pertinentes ao contexto da região através da arte, da comunicação, de práticas agroecológicas e do debate acerca do meio ambiente, do trabalho e da saúde.</p>
<p>O Núcleo TRAMAS conta com uma rede de parceiros para a discussão, organização, acompanhamento e avaliação do projeto, identificando a ‘parceria’ como princípio metodológico e de gestão. Entre os parceiros, estão o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA-CE), a Cáritas Diocesana de Sobral, a Comissão Pastoral da Terra (CPT), a Associação dos Pequenos Produtores Agrários do Assentamento Todos os Santos, a Associação dos Moradores de Morrinhos, o Projeto Arte e Cultura na Reforma Agrária/INCRA-CE, a Universidade Estadual do Ceará (UECE), o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), a Rede Brasileira de Justiça Ambiental, entre outros.</p>
<p>Esse projeto foi aprovado na chamada Nº 19/2014 do Ministério do Desenvolvimento Agrário/INCRA, em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia/CNPq, para o Fortalecimento da Juventude Rural.</p>
<p style="text-align: left;">Link para resultado: <a href="http://www.cnpq.br/web/guest/chamadas-publicas;jsessionid=5478F9B4C0EC765BC5B14672437EEB9A?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&amp;idDivulgacao=5302&amp;filtro=resultados&amp;detalha=chamadaDetalhada&amp;exibe=exibe&amp;id=47-386-2977&amp;idResultado=47-386-2977">MCTI/MDA-INCRA/CNPQ Nº 19/2014 &#8211; FORTALECIMENTO DA JUVENTUDE RURAL</a></p>

<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=345' title='11009845_817599591653680_6430814362651016430_n'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/11009845_817599591653680_6430814362651016430_n-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="11009845_817599591653680_6430814362651016430_n" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=346' title='11043154_817599691653670_7211934225671535024_n'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/11043154_817599691653670_7211934225671535024_n-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="11043154_817599691653670_7211934225671535024_n" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=347' title='DSC04977'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC04977-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSC04977" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=348' title='DSC05003'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC05003-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Reunião com jovens de Riacho das Pedras" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=353' title='11041829_817599544987018_5733087853168145157_n'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/11041829_817599544987018_5733087853168145157_n-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="11041829_817599544987018_5733087853168145157_n" /></a>

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		<title>Debate sobre impactos da mineração de urânio na Rádio Universitária</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2015 20:01:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No último dia 14 de abril, o Núcleo TRAMAS participou do programa Jornal da Educação, da Rádio Universitária FM, da Universidade Federal do Ceará (UFC), discutindo os impactos do Projeto Santa Quitéria, que intenta iniciar a exploração de urânio e fosfato na região para produção de energia e de fertilizantes químicos. O Núcleo TRAMAS tem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/radioactive.jpg"><img class="size-medium wp-image-357 alignright" alt="radioactive" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/radioactive-300x187.jpg" width="300" height="187" /></a>No último dia 14 de abril, o Núcleo TRAMAS participou do programa Jornal da Educação, da Rádio Universitária FM, da Universidade Federal do Ceará (UFC), discutindo os impactos do Projeto Santa Quitéria, que intenta iniciar a exploração de urânio e fosfato na região para produção de energia e de fertilizantes químicos.</p>
<p>O Núcleo TRAMAS tem realizado pesquisas na região desde 2010, em colaboração com comunidades e movimentos sociais, na produção de informação e conhecimento sobre os impactos desse projeto. Atualmente, está em fase de licenciamento e análise do Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>
<p>Na entrevista com Rafael Dias de Melo, pesquisador do TRAMAS, os alertas são para os riscos à saúde de trabalhadores e comunidades por contaminação pela radiação liberada pelo urânio, além de questionamentos sobre a viabilidade de implantação do projeto, sobretudo referente ao abastecimento de água numa região de semi-árido que enfrenta uma grave seca nos últimos anos.</p>
<p>Ouça:</p>
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		<title>Mesa sobre Mulheres, Saúde e Território na V Semana Zé Maria do Tomé</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2015 04:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[agronegonegócio]]></category>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 20 e 25 de abril, foi realizada a V Semana Zé Maria do Tomé, na Chapada do Apodi/CE. O evento acontece anualmente desde 2010, em memória do assassinato de Zé Maria do Tomé em 21 de abril daquele ano. O líder comunitário denunciava  as consequências da pulverização aérea, da contaminação das águas, além das [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_312" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSCN3344.jpg"><img class="size-medium wp-image-312  " alt="Professora Maria da Conceição da FAFIDAM" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSCN3344-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Composição da Mesa &#8220;Mulheres, Saúde e Território&#8221;</p></div>
<p>Entre os dias 20 e 25 de abril, foi realizada a <em>V Semana Zé</em><em> </em><em>Maria do Tomé</em>, na Chapada do Apodi/CE. O evento acontece anualmente desde 2010, em memória do assassinato de Zé Maria do Tomé em 21 de abril daquele ano. O líder comunitário denunciava  as consequências da pulverização aérea, da contaminação das águas, além das irregularidades existentes nos perímetros irrigados do Baixo Jaguaribe. Neste ano, a programação da Semana contou com uma mesa de debate sobre o tema <em>Mulheres, Saúde e Território, </em>que aconteceu na Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos (FAFIDAM), em Limoeiro do Norte.</p>
<p>Participaram da mesa, coordenada pela professora Sandra Gadelha da FAFIDAM, Socorro Oliveira, moradora da comunidade do Tomé, na Chapada do Apodi, Lourdes Vicente, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Mayara Melo, pesquisadora do Núcleo TRAMAS e a professora Maria da Conceição, do Laboratório de Estudos em Educação do Campo (LECAMPO/FAFIDAM).</p>
<p>Mais de 100 pessoas estiveram presentes no debate, entre elas estudantes, professores, profissionais de saúde de Limoeiro do Norte e Quixeré, representantes de movimentos sociais e cerca de 15 mulheres das comunidades da Chapada do Apodi. Este foi o primeiro seminário promovido pelo Movimento 21 de Abril (M21) com essa temática, abrindo as portas para uma importante discussão sobre os impactos dos agrotóxicos e, sobretudo, do agronegócio na vida das mulheres camponesas.</p>
<p>Sobre este tema, a pesquisadora do Núcleo TRAMAS, Mayara Melo, apresentou os resultados da pesquisa <em>Estudo sobre exposição e impactos dos agrotóxicos na saúde das mulheres camponesas da região do Baixo Jaguaribe/CE</em>, realizada pelo grupo e apoiada pelo CNPq (Chamada 32/2012). A pesquisa objetivou analisar os impactos dos agrotóxicos na saúde das mulheres em contexto de risco e de vulnerabilidade socioambiental e contribuir na construção da promoção de saúde para as mulheres camponesas. A metodologia utilizada incluiu oficinas de trabalho com grupos de mulheres das comunidades do território e com profissionais de saúde de Limoeiro do Norte e Quixeré, visitas às empresas de fruticultura irrigada da região e entrevistas com mulheres trabalhadoras empregadas nessas empresas.  A pesquisa evidenciou as implicações à saúde das mulheres decorrentes dos esforços repetitivos, das longas jornadas de trabalho, da sazonalidade e da precariedade dos empregos gerados pelo agronegócio. Os resultados apontaram para a necessidade de considerar os impactos promovidos pelos grandes projetos de desenvolvimento sobre os territórios camponeses para compreender os processos de vulnerabilização que atingem diretamente as mulheres.</p>
<p>A representante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Lourdes Vicente, que é também integrante do Núcleo Tramas, apresentou os resultados da sua pesquisa de mestrado, intitulada <em>Gritos, silêncios e sementes: As repercussões do processo de des-re-territorialização empreendido pela modernização agrícola sobre o ambiente, o trabalho e a saúde das mulheres camponesas na Chapada do Apodi/CE.  </em>Sua dissertação apontou para a diversidade de experiências que são desenvolvidas pelas mulheres da Chapada do Apodi mostrando que aquele não é apenas o território do agronegócio, mas um território onde ainda existe resistência.</p>
<p>Socorro Oliveira, da comunidade do Tomé, trouxe a experiência de quem convive com riscos que muitas vezes passam despercebidos e trazem consequências à saúde. Entre outras violações de direitos promovidas pelas empresas, ela citou que a maioria dos trabalhadores do agronegócio precisam levar as vestimentas de trabalho para casa e acabam realizando a lavagem na própria residência. &#8220;Estávamos trazendo a doença para dentro de casa sem saber&#8221;, observou.</p>
<p><strong>Audiência Pública</strong></p>
<p>Na última sexta-feira, 24 de abril, a Assembleia Legislativa do Ceará realizou audiência pública sobre o uso intensivo de agrotóxicos no Estado, como parte da programação da V Semana Zé Maria do Tomé. O deputado estadual Renato Roseno (PSOL) apresentou um projeto de lei para proibir no Ceará a pulverização aérea de agrotóxico.</p>
<p>&nbsp;</p>

<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=312' title='Apresentação'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSCN3344-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Professora Maria da Conceição da FAFIDAM" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=307' title='Dona Maria de Fátima'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSCN3322-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Dona Maria de Fátima, da comunidade do Tomé, recita poesia de autoria própria." /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=308' title='Dona Maria de Fátima'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSCN3323-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Apresentação de cordel sobre o trabalho e a vida da mulher camponesa, por Maria de Fátima" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=309' title='DSCN3328'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSCN3328-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSCN3328" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=310' title='Mesa'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSCN3332-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Comunidades, movimentos sociais e profissionais de saúde." /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=311' title='Composição da mesa'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSCN3337-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Mesa coordenada pela Professora Sandra Gadelha da FAFIDAM" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=306' title='Apresentação'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSCN3317-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Lourdes Vicente (MST) apresenta os resultados de sua pesquisa de mestrado." /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=314' title='Apresentação'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSCN3352-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Apresentação da Pesquisa sobre saúde das mulheres na Chapada do Apodi" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=313' title='Apresentação Tramas'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSCN3350-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Mayara Melo do Núcleo Tramas" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=315' title='Mulheres e Saúde'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSCN3392-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Socorro Oliveira da comunidade do Tomé" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=316' title='Circulo das mulheres'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSCN3393-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Mesa &quot;Mulheres, Saúde e Território&quot;" /></a>

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