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	<title>Núcleo TRAMAS &#187; Matopiba</title>
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	<description>Temos como foco as inter-relações entre Produção, Trabalho, Ambiente e Saúde, abordadas numa perspectiva crítica no contexto da civilização do capital, especialmente em suas formas de expressão no Nordeste do Brasil, no Ceará.</description>
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		<title>Nota de apoio da Rede Brasileira do Justiça Ambiental ao GEDMMA-UFMA</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2017 19:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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		<description><![CDATA[O Grupo de Estudos em Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente (GEDMMA) da Universidade Federal do Maranhão vem sofrendo acusações e ameaças em decorrência de sua atuação em pesquisas e trabalhos de extensão junto às comunidades da Reserva Extrativista Tauá Mirim (MA). A defesa dos bens comuns e do modo de vida de comunidades que lutam [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2017/02/Apoio_face-GEDMMA.jpg"><img class="size-medium wp-image-811 alignleft" alt="Apoio_face GEDMMA" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2017/02/Apoio_face-GEDMMA-300x211.jpg" width="300" height="211" /></a>O Grupo de Estudos em Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente (GEDMMA) da Universidade Federal do Maranhão vem sofrendo acusações e ameaças em decorrência de sua atuação em pesquisas e trabalhos de extensão junto às comunidades da Reserva Extrativista Tauá Mirim (MA). A defesa dos bens comuns e do modo de vida de comunidades que lutam para impedir as interferências provocadas pela expansão da cadeia do agronegócio na área denominada MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) tem incomodado agentes econômicos. No entanto, a Rede Brasileira de Justiça Ambiental reafirma a relevância acadêmica e social do GEDMMA, como um de seus membros, e se solidariza com seus pesquisadores e pesquisadoras na luta por justiça ambiental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nota Pública da RBJA</strong></p>
<p>Nós – comunidades, associações, movimentos, organizações, pesquisadores e pesquisadoras que integramos a Rede Brasileira de Justiça Ambiental &#8211; RBJA – viemos nos solidarizar com o Grupo de Estudos Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente (GEDMMA), da Universidade Federal do Maranhão, e denunciar as ameaças e calúnias anônimas que este grupo sofreu no último dia 31 de janeiro.<br />
O GEDMMA vem realizando há muitos anos, com competência e seriedade, pesquisas e trabalhos de extensão junto às comunidades que auto demarcaram a Reserva Extrativista Tauá Mirim para defender seus territórios de vida em comum. Entretanto, quer se condenar a zona rural do município de São Luís do Maranhão, especificamente a Comunidade Cajueiro, que tem parte de seu território localizado na Resex, com ameaças de remoção para dar lugar a mais um porto. Conforme ficou evidenciado por uma série de pesquisas ali realizadas, trata-se do ponto de chegada de uma perversa cadeia de expansão do agronegócio, que articula a plantação de grãos e de eucalipto (especialmente para produção de pellets e pasta de celulose) para exportação no amplo cerrado que se estende pelos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, formando o denominado MATOPIBA. Tal projeto prevê que desse porto embarcariam nossas riquezas, ao custo de comprometer séculos de história e culturas de povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais.</p>
<p>Para construção do porto, a WTorre, gigante do mercado imobiliário e com vários de seus negócios sendo alvo de investigação pela Operação Lavajato, constituiu a empresa WPR que vem cometendo inúmeras irregularidades, já denunciadas na justiça, na tentativa de impor aos moradores da comunidade Cajueiro a sensação de inevitabilidade de construção do porto que atenderia, dentre outros, aos interesses ligados à expansão das plantações de eucalipto e celulose por parte da Suzano Papel e Celulose.</p>
<p>Cumprindo de forma irretocável a necessária função social da Universidade Pública junto aos grupos sociais vulnerabilizados por falsas promessas de desenvolvimento, estudantes, professores/as e pesquisadores/as do GEDMMA, assim como fazem outros grupos acadêmicos no Brasil e no mundo, vêm construindo conhecimentos úteis à defesa da vida nestes territórios e às políticas públicas afetas aos direitos territoriais, culturais e humanos das comunidades tradicionais.Para os interessados nos negócios privados ligados ao referido projeto, esta seria uma “interferência” inadmissível, como sugere o texto apócrifo divulgado nas dependências da UFMA, através do qual ameaçam e acusam o Gedmma, destacando o nome de um de seus coordenadores, o Prof. Horácio Antunes de Sant´Ana Júnior.</p>
<p>Para nós que lutamos pela Justiça Ambiental, inadmissível é o saque de bens comuns que este empreendimento pretende realizar no Cajueiro e legitimar em toda a região do MATOPIBA. Inadmissível é a contaminação e o sofrimento que geram no vasto território em que opera esta nefasta e destruidora cadeia de produção. Inadmissível é acenarem com a migalha do emprego como a compensação por toda a espoliação de autonomia e de vida que impõem aos povos para os quais o trabalho ainda é, felizmente para eles, produção da vida comunitária.</p>
<p>Consideramos inadmissível que tais agentes econômicos – não contentes em manipular as agências públicas de financiamento, o aparato jurídico-legal, os postos de mando no executivo, além do poder de violência simbólica da mídia – ousarem tentar subordinar a seus interesses também a pesquisa da Universidade Pública, para além do que já o fez, em um plano mais geral, o Marco Legal de Ciência e Tecnologia.</p>
<p>Conhecendo o trabalho do GEDMMA como membro de nossa Rede, testemunhamos sua relevância acadêmica e social, que ilumina a construção de práxis inovadoras nas Universidades Públicas. A injustiça ambiental se alimenta também da injustiça cognitiva, que nega legitimidade a outros tipos de saber e quer barrar o acesso do povo ao conhecimento científico independente, crítico e emancipador. O conhecimento é bem comum fruto da história humana. A Universidade é um bem público fruto de nossas conquistas, e como tal deve ser resguardada.</p>
<p><em><strong>Que os pesquisadores e pesquisadoras do Gedmma e de outros grupos solidários não se intimidem! Seguiremos juntos com passos cada vez mais largos!</strong></em></p>
<p><strong>Para download da nota</strong>: <a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2017/02/Nota-de-apoio-GEDMMA.pdf">Nota de apoio GEDMMA</a></p>
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		<title>Carta aberta à Sociedade Brasileira e à Presidência da República e ao Congresso Nacional sobre a destruição do Cerrado pelo MATOPIBA</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2015 23:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[CPT]]></category>
		<category><![CDATA[Matopiba]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiro Encontro Regional dos Povos e Comunidades do Cerrado aconteceu entre os dias 23 e 25 de novembro, no espaço de acolhida e formação Casa Dona Olinda, região de Araguaína, Tocantins. Cerca de 170 pessoas &#8211; do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia &#8211; estiveram presentes. Confira a Carta Final do Encontro: Nós, Camponeses(as), Agricultores(as) Familiares, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/12/87aeb29c-1ece-44bc-a516-1e30f2fbe13c.png"><img class="size-medium wp-image-622 alignleft" alt="87aeb29c-1ece-44bc-a516-1e30f2fbe13c" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/12/87aeb29c-1ece-44bc-a516-1e30f2fbe13c-300x300.png" width="300" height="300" /></a>Primeiro Encontro Regional dos Povos e Comunidades do Cerrado aconteceu entre os dias 23 e 25 de novembro, no espaço de acolhida e formação Casa Dona Olinda, região de Araguaína, Tocantins. Cerca de 170 pessoas &#8211; do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia &#8211; estiveram presentes. Confira a Carta Final do Encontro:</p>
<p>Nós, Camponeses(as), Agricultores(as) Familiares, Povos Indígenas, Quilombolas, Geraizeiros(as), Fundos e Fechos de Pasto, Pescadores(as), Quebradeiras de Coco e outros, reunidos(as) no I ENCONTRO REGIONAL DOS POVOS E COMUNIDADES DO CERRADO, em Araguaína – Tocantins, nos dias 23, 24 e 25 de novembro de 2015 , para debater sobre “PDA MATOPIBA e as consequências para os Povos do Cerrado”, viemos INFORMAR e MANIFESTAR à Sociedade Brasileira, à Presidência da República e ao Congresso Nacional do Brasil:</p>
<p>- Que a política nacional de desenvolvimento agropecuário, através do Plano de Desenvolvimento Agropecuário do MATOPIBA (PDA-MATOPIBA), instituída através do Decreto nº 8447, nada mais é que a velha e contínua política desenvolvimentista do período militar e atual, maior promotora de violências, de degradação ambiental, trabalho escravo e desigualdades sociais e econômicas do campo brasileiro.</p>
<p>- Que a delimitação territorial do MATOPIBA, abrangendo os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, impactará, agressivamente, o bioma Cerrado, “berço das águas”, onde encontram-se os maiores aquíferos do planeta, as nascentes das três maiores bacias hidrográficas da América do Sul (Amazônica/Araguaia-Tocantins, São Francisco e Prata), e a mais rica biodiversidade brasileira.</p>
<p>- Que a desconsideração desta diversidade biológica, cultural e de povos, por parte dos sucessivos governos, das elites econômicas, políticas e até mesmo acadêmicas, autorizou que, nos últimos anos, estas áreas fossem griladas e ocupadas pela expansão de um modelo agrário/agrícola com base na monocultura devastadora implantada pelos latifúndios empresariais – o agronegócio.</p>
<p>- Com caráter de manipulação política, estão sendo desconsiderados e invisibilisados dezenas de povos que, há diversos anos, buscam a regularização de suas terras. Com isso, numa região de graves conflitos, aumentarão ainda mais os problemas socioambientais.</p>
<p>Por isso, nós, povos e comunidades do Cerrado, movimentos sociais e sindicais, organizações de apoio e assessoria, signatários desta carta, a partir de nossas reflexões e debates, viemos manifestar o nosso posicionamento CONTRA o PDA MATOPIBA, pois:</p>
<p>- Promoverá ainda maior destruição da vida e exclusão de povos do Cerrado, vindo reforçar o crescimento do êxodo rural, o aumento da pobreza e a invisibilidade das populações existentes no território. O PDA MATOPIBA não representa desenvolvimento, pois atinge os modos de vida das comunidades do Cerrado;</p>
<p>- Não é um projeto de desenvolvimento sustentável, pois “mata” a água, a terra, o bem viver dos povos indígenas, quilombolas, camponeses e demais comunidades;</p>
<p>- Aumentará a grilagem das terras e a violência física e psicológica contra as populações do Cerrado;</p>
<p>- Aumentará a degradação ambiental, agravando ainda mais os problemas hídricos: rios estão secando, águas estão sendo envenenadas, matas ciliares estão desaparecendo e áreas de recarga dos aquíferos, ocupadas pelas monoculturas, perdendo sua capacidade de recarga;</p>
<p>- Irá beneficiar apenas as grandes empresas nacionais e multinacionais, os latifundiários do agronegócio, visando somente o seucrescimento econômico;</p>
<p>- Trará mais impactos negativos ao meio ambiente e às populações tradicionais do entorno, com destruição das matas e solos pelo uso intensivo de tratores e “correntões” – forma usada para desmatar o Cerrado – e pelo abusivo uso de agrotóxicos com pulverização aérea intensiva;</p>
<p>- Aumentará apenas o poder econômico do agronegócio e opolítico dos atuais parlamentares comprometidos com o mesmo;</p>
<p>- Fortalecerá uma estratégia política e pessoal da senadora, ex-presidente da CNA e atual ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Katia Abreu (PMDB-TO), através da busca de maiores investimentos de recursos do governo federal, via MATOPIBA, para o estado do Tocantins, visando a viabilização de seuprojeto político eleitoral.</p>
<p>Diante desta situação Repudiamos e Denunciamos:</p>
<p>- A Violência contra as comunidades camponesas, perpetrada pelo agronegócio aliado ao Estado e ao poder Judiciário, que tem imposto uma situação de barbárie, com aumento dos conflitos, ameaças de morte e assassinatos no campo. Como lamentável exemplo citamos a situação de Campos Lindos, no Tocantins, e a expulsão da pequena agricultora Dona Raimunda e sua comunidade, moradores há 62 anos na sua terra, no município de Barra do Ouro. O Juiz Luatom Bezerra, da Comarca de Goiatins (TO), emitiu ordem judicial de despejo a pedido do grileiro e sojicultor Emilio Binotto;</p>
<p>- A crescente compra de terra por grupos estrangeiros nas áreas do MATOPIBA e demais regiões dos biomas Amazônia e Cerrado;</p>
<p>- A Transposição do Rio São Francisco que tem provocado a morte dos diversos rios e igarapés existentes no Cerrado e Semiárido; e a iminente ameaça da implementação do projeto de transposição do Rio Tocantins para o Rio São Francisco;</p>
<p>- O aumento das autorizações para desmatamento e outorgas de água para monoculturas irrigadas na região Oeste da Bahia, tendo como modelo a ser implantado os chamados “piscinões” da Fazenda SUDOTEX no município de Correntina (BA);</p>
<p>- A Construção da hidrovia Araguaia-Tocantins e das barragens de Marabá, Serra-quebrada, Santa Isabel, Perdida Dois e Rio do Sono; além dos projetos de asfaltamento de estradas em Terras Indígenas, como as TO-126, TO-010, TO-500 e de abertura da Transbananal, que como a construção da Ferrovia de Integração Leste-Oeste (FIOL), MT-TO-BA, da ferrovia Norte Sul e do Porto de Itaquí, no Maranhão, causarão danos irreparáveis ao meio ambiente e às populações locais;</p>
<p>- A paralisação das ações discriminatórias por pressão do agronegócio no Oeste da Bahia;</p>
<p>- A desconstrução dos direitos dos povos indígenas e comunidades quilombolas através da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215, que transfere do Executivo para o poder Legislativo a demarcação das Terras Indígenas, titulação dos Territórios Quilombolas, e a criação de unidades de conservação; da Portaria 303 (que quer estender as 19 condicionantes da área Indígena Raposa Serra do Sol para todas as terras indígenas); da PEC 237 (que facilita o arrendamento de Terras Indígenas) e o Projeto de Lei (PL) 1610 (mineração).</p>
<p>O Cerrado merece cuidado e respeito. Por isso, apelamos à consciência nacional, à Presidência da República e ao Congresso Nacional para que se ponha um fim à veloz destruição deste bioma, o mais antigo do planeta, se não quisermos passar para a posteridade o estigma de termos destruído, em poucas décadas, o que a Natureza levou milhões de anos a construir.</p>
<p>Araguaína, Tocantins, 25 de novembro de 2015.</p>
<p>Subscrevem a presente carta:</p>
<p>CPT –Comissão Pastoral da Terra<br />
CIMI –Conselho Indigenista Missionário<br />
Articulação Camponesa do Tocantins<br />
APA-TO – Alternativa para a Pequena Agricultura no Tocantins<br />
Escola Família de Campos Lindos &#8211; Tocantins<br />
MIQCB – Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu<br />
AMIQCB – Associação do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu<br />
ASMUBIP – Associação das Mulheres Trabalhadoras Rurais do Bico do Papagaio<br />
Escola Família Agrícola Padre Josimo<br />
Agência 10envolvimento<br />
Rede Cerrado<br />
Associação Pro-Cultura de Formoso do Rio Preto<br />
Colônia Z-64 Riachão das Neves – Bahia<br />
Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de São Desiderio – Bahia<br />
STR Santa Rita de Cassia – Bahia<br />
MAB – Movimento dos Atingidos Por Barragens<br />
Coletivo de Fundo e Fecho de Pasto do Oeste da Bahia<br />
ACEFARCA – Associação Comunitária da Escola Família Agrícola Rural de Correntina e Arredores<br />
MAISVERDE – Movimento Ambientalista Grande Sertão Veredas<br />
CONVALE – Conselho Ambiental do Vale do Rio de Ondas –<br />
AMB – Associação de Mulheres de Buriti do Tocantins<br />
TEIA – Organização dos Povos Tradicionais do Maranhão<br />
MOQUIBOM – Movimento Quilombola do Maranhão<br />
COEQTO – Coordenação Estadual dos Quilombolas do Tocantins<br />
CRB – Conferência dos Religiosos (as) do Brasil – Maranhão<br />
CRB – Núcleo Miracema Tocantins<br />
Pastoral Indigenista da Diocese de Grajaú &#8211; Maranhão<br />
Associação União das Aldeias Apinajé Pempxa<br />
Associação Mãkra-re do povo Krahô<br />
CNS – Conselho Nacional das Populações extrativistas<br />
Associação Comunitária Nova Santana &#8211; Piauí<br />
Assentamento Rio Preto – Piauí<br />
Assentamento Taboca, PA Flores – Piauí<br />
Assentamento Barra do Correntinho – Piauí<br />
Associação dos moradores das Melancias – Piauí<br />
Movimento das Comunidades populares (MCP) – Maranhão<br />
Diocese de Brejo – Maranhão<br />
Assoxiação de Mulheres Trabalhadoras Rurais de Buriti – Tocantins<br />
Associação da Comunidade Remanecente de Quilombo Grotão (ACOREG) – Tocantins<br />
STR de Campos Lindos &#8211; Tocantins</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cptnacional.org.br/index.php/publicacoes/noticias/articulacao-cpt-s-do-cerrado/3001-carta-aberta-a-sociedade-brasileira-e-a-presidencia-da-republica-e-ao-congresso-nacional-sobre-a-destruicao-do-cerrado-pelo-matopiba">Comissão Pastoral da Terra</a></p>
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