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	<title>Núcleo TRAMAS &#187; Agroecologia</title>
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	<description>Temos como foco as inter-relações entre Produção, Trabalho, Ambiente e Saúde, abordadas numa perspectiva crítica no contexto da civilização do capital, especialmente em suas formas de expressão no Nordeste do Brasil, no Ceará.</description>
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		<title>Nota do M21 em defesa da Lei Zé Maria do Tomé e contra a pulverização aérea com o uso de drones</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Mar 2024 16:50:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nota do M21 em defesa da Lei Zé Maria do Tomé e contra a pulverização aérea com o uso de drones Nós, do Movimento 21 de Abril (M21), ouvimos indignados, o pronunciamento dos deputados Felipe Mota (União Brasil) e Júlio César Filho (PT), na Assembleia Legislativa do Ceará, em 6 de março de 2024 (12ª [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2024/03/M21.png"><img src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2024/03/M21.png" alt="M21" width="225" height="224" class="aligncenter size-full wp-image-1352" /></a></p>
<p><strong>Nota do M21 em defesa da Lei Zé Maria do Tomé e contra a pulverização aérea com o uso de drones</strong></p>
<p>Nós, do Movimento 21 de Abril (M21), ouvimos indignados, o pronunciamento dos deputados Felipe Mota (União Brasil) e Júlio César Filho (PT), na Assembleia Legislativa do Ceará, em 6 de março de 2024 (12ª assembleia ordinária, 2ª Sessão legislativa, da 31ª Legislatura), defendendo o uso de drones para a pulverização aérea de agrotóxicos, em nosso estado.</p>
<p>Somos um movimento socioambiental, com 14 anos de história, criado para preservar a memória de Zé Maria do Tomé, ampliando sua luta em defesa da Vida. Articulamos as ações em conjunto com outros movimentos sociais, organizações populares, associações comunitárias, entidades e grupos de pesquisa de várias Universidades, no Vale do Jaguaribe.</p>
<p>Trabalhamos com os pés no território, e sabemos o que o povo está passando, desde que chegaram as empresas do agronegócio nessa região. Muita gente que vivia da agricultura familiar camponesa perdeu suas terras. A água das nossas chapadas vem sendo capturada pelas empresas, e nossos poços estão secando. Nossas matas estão sendo destruídas. Como se não bastasse, ainda têm os venenos que se espalham e atingem, não só os trabalhadores, mas também as comunidades, multiplicando os casos de intoxicação, de câncer, de malformações congênitas e de puberdade precoce. Nossas plantações estão sendo contaminadas e nossas abelhas estão morrendo!</p>
<p><strong>É isso que vocês chamam de desenvolvimento, senhores, deputados?! E ainda querem fazer crescer mais o agronegócio, com menos impostos e mais água, como disseram?!<br />
</strong></p>
<p>Importante destacar as pesquisas científicas já realizadas, que evidenciam os impactos desse modelo de desenvolvimento para a saúde humana e ambiental. Os estudos realizados pela Universidade Federal do Ceará (Rigotto et al, 2011) sobre o uso de agrotóxicos, indicam 38% a mais de óbitos, por câncer, nos municípios atingidos pela expansão do agronegócio e dos perímetros irrigados do Baixo Jaguaribe. </p>
<p>Outra pesquisa recente (Mendes, 2023), da mesma Universidade _ UFC_ analisou a presença de agrotóxicos nas águas do canal, no Projeto Tabuleiros de Russas, e nas águas subterrâneas destinadas ao consumo humano, e concluiu que “todas as amostras analisadas estão acima dos valores máximos permitidos pela União Europeia (UE) e 88,9% das substâncias não aprovadas pela UE estão relacionadas a neoplasias malignas”.</p>
<p><strong>Por acaso não somos humanos? Temos a capacidade de suportar uma quantidade maior de venenos do que as populações dos países europeus? Até quando querem nos transformar em “lata do lixo” do mundo, senhores?!<br />
</strong></p>
<p>Dessa forma, nossa vida piorou, e muito, com a chegada dessas empresas do agronegócio. A Lei Zé Maria do Tomé, proposta pelo Deputado Renato Roseno, a partir da nossa luta, herdeira de Zé Maria, é pioneira no Brasil e foi referendada pelo Supremo Tribunal Federal, tornou-se exemplo para outros povos que também sofrem com a expansão do agronegócio e seus venenos. Essa é uma medida preventiva fundamental para a saúde pública: É a defesa da vida!</p>
<p>Lembramos ainda que o atual Governador, Elmano de Freitas (PT), foi coautor da respectiva lei. Portanto, ao autorizar o uso de drones, na prática, vocês estarão burlando a legislação e entrando em conflito direto com a política do próprio governo estadual.</p>
<p><strong>Vocês almoçam com os empresários do agronegócio e levantam da mesa, defendendo a pulverização de venenos com drones, querendo fortalecer o agronegócio. Por que não querem conhecer a realidade da vida do povo, nas verdadeiras zonas de sacrifício do agronegócio?<br />
</strong></p>
<p>Se com o uso de aviões, o estado não conseguiu garantir uma fiscalização eficaz, que pudesse proteger as comunidades próximas, <strong>como irá realizar o controle desta pulverização por drones?</strong> Importante destacar que o uso de drones, não deixa de caracterizar esta prática como pulverização aérea, com o agravante de que acontecerá de forma silenciosa, sem sequer as pessoas terem conhecimento do que está acontecendo sobre suas cabeças.</p>
<p>Enfim, queremos avançar sim, mas, na perspectiva da reforma agrária, do apoio às políticas públicas da agricultura familiar camponesa, da justiça hídrica, da produção de alimentos saudáveis para alimentar o nosso povo, via transição agroecológica, e não na produção para mera exportação. Queremos avançar no cuidado com a Mãe Terra, com a nossa Casa Comum, já tão ameaçada, de todas as formas, pela ganância do grande capital.</p>
<p><strong>“A Chapada é nossa!<br />
A Chapada é do Povo!”</strong><br />
Limoeiro do Norte, 8 de março de 2024.<br />
<strong>Movimento 21</strong></p>
<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2024/03/Versão_final_-_08-03-Nota_do_M21_em_defesa_da_Lei_Zé_Maria_do_Tomé_e_contra_a_pulverização_aérea_com_.pdf">Versão_final_-_08-03- Nota_do_M21_em_defesa_da_Lei_Zé_Maria_do_Tomé_e_contra_a_pulverização_aérea_com_</a></p>
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		<title>Caderno Mulheres em Diálogo</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2017 02:35:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Material Educativo]]></category>
		<category><![CDATA[Agroecologia]]></category>
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		<category><![CDATA[agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Chapada do Apodi]]></category>
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		<description><![CDATA[A publicação &#8220;Mulheres em Diálogo: saberes e experiências sobre trabalho, ambiente e saúde na Chapada do Apodi/Ce  é fruto de um projeto de pesquisa realizado pelo Núcleo Tramas &#8211; UFC, no período de 2013 a 2015, chamado Estudo sobre exposição e impactos dos agrotóxicos na saúde das mulheres camponesas da região do Baixo Jaguaribe, Ceará, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2017/02/capa-figura.jpg"><img class="size-medium wp-image-817 alignleft" alt="capa figura" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2017/02/capa-figura-300x300.jpg" width="300" height="300" /></a>A publicação &#8220;Mulheres em Diálogo: saberes e experiências sobre trabalho, ambiente e saúde na Chapada do Apodi/Ce  é fruto de um projeto de pesquisa realizado pelo Núcleo Tramas &#8211; UFC, no período de 2013 a 2015, chamado Estudo sobre exposição e impactos dos agrotóxicos na saúde das mulheres camponesas da região do Baixo Jaguaribe, Ceará, contemplado pela Chamada MCTI/CNPq/CPM-PR/MDA N. 32/2012. A pesquisa se propôs a analisar como a chegada de empresas do agronegócio na região do Baixo Jaguaribe (Ceará), a partir do ano 2000, impactou a saúde das mulheres. Esta publicação se propõe a socializar tantos as reflexões e percepções das mulheres da Chapada do Apodi sobre a realidade em que vivem quanto informações que podem ser úteis para elas. O convite que se faz, então, é o da leitura, reflexão e difusão das informações aqui reunidas.</p>
<p>Link para baixar a publicação: <a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2017/02/CADERNO-MULHERES-EM-DIÁLOGO.pdf">CADERNO MULHERES EM DIÁLOGO</a></p>
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		<title>Almanaque do Baixo Jaguaribe ou TRAMAS para a afirmação do trabalho, meio ambiente e saúde</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2017 00:51:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; O Almanaque do Baixo Jaguaribe ou TRAMAS para a afirmação do trabalho, meio ambiente e saúde para sustentabilidade, publicado em 2012, é fruto de quatro anos de pesquisa e de dois anos de sistematização. Da pesquisa Estudo epidemiológico da população da região do Baixo Jaguaribe exposta à contaminação ambiental em área de uso de agrotóxicos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2017/02/CAPA-ALMANAQUE.gif"><img class="size-medium wp-image-803 alignleft" alt="CAPA ALMANAQUE" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2017/02/CAPA-ALMANAQUE-257x300.gif" width="257" height="300" /></a>O <em>Almanaque do Baixo Jaguaribe ou TRAMAS para a afirmação do trabalho, meio ambiente e saúde para sustentabilidade,</em> publicado em 2012<em>,</em> é fruto de quatro anos de pesquisa e de dois anos de sistematização. Da pesquisa <strong>Estudo epidemiológico da população da região do Baixo Jaguaribe exposta à contaminação ambiental em área de uso de agrotóxicos</strong> resultaram um livro, um cordel traduzindo de forma popular os achados da pesquisa – e este Almanaque, que tem como complementos um DVD de dados, um cartaz e um Jogo da Memória do Baixo Jaguaribe (disponíveis na versão impressa).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como resultado de um trabalho coletivo, coordenado pelo Núcleo Tramas da UFC, este mosaico de textos traz, então, a marca de muitas mãos, de muitas mentes e de muitos corações. Nele é possível encontrar informações produzidas pelos pesquisadores e pesquisadoras envolvidos nesse processo, pelos movimentos sociais, por entidades da sociedade civil, pela imprensa ou pelas redes sociais em diálogo com recortes da produção de escritores e escritoras, trechos de canções ou poesias, brincadeiras – e, ainda, textos ou falas dos sujeitos (adolescentes, jovens, agentes pastorais, professores/as, militantes sociais e trabalhadores das empresas de fruticultura irrigada) diretamente envolvidos no drama do envenenamento diário pelo uso de agrotóxicos na Chapada do Apodi/CE e no Tabuleiro de Russas/CE. Todo esse conteúdo buscou, com ilustrações, cores e diagramação, no formato de um Almanaque a possibilidade de traduzir a multiplicidade e a diversidade de saberes envolvidos nesse processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O convite que se faz, então, é o da leitura, reflexão e difusão dos inúmeros dados que este Almanaque do Baixo Jaguaribe traz. No intuito certeiro de que a informação produzida a partir do encontro entra a academia e o povo possa alimentar as consciências e lutas para produzir as transformações necessárias em prol das comunidades – tanto das que foram foco da pesquisa, como de outras, para quem o trabalho possa servir como referência. Transformações sociais, essas, que contemplam o exercício pleno dos direitos de trabalhadores e trabalhadoras do campo, o acesso a formas de produção agroecológicas – e a garantia dos territórios para as populações que de fato produzem nossa soberania alimentar.</p>
<p>Link para download:<a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2017/02/Almanaque-do-Baixo-Jaguaribe_PDF.pdf">Almanaque do Baixo Jaguaribe_PDF</a></p>
<p><strong>Informações:</strong></p>
<p><strong>Título da publicação:</strong> Almanaque do Baixo Jaguaribe ou TRAMAS para a afirmação do trabalho, meio ambiente e saúde para sustentabilidade<em><br />
</em><strong>Autoria</strong>: Núcleo Tramas UFC<br />
<strong>Ano de publicação</strong>: 2012<br />
<strong>Número de páginas</strong>: 160<br />
<strong>ISBN:</strong> 978-85-420-0004-7<br />
<strong>Local</strong>: Fortaleza &#8211; CE</p>
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		<title>Movimentos sociais, articulações de mulheres e participantes do curso de formação “Agroecologia, Saúde e Justiça Ambiental (UFC)” denunciam conflito na Comunidade Quilombola do Cumbe-Aracati e prestam solidariedade</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2016 16:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidades Tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[Cumbe]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[As instituições, redes e articulações integrantes do curso de formação “Agroecologia, Saúde e Justiça Ambiental*”, promovido pelo Núcleo Tramas da Universidade Federal do Ceará, vêm a público manifestar solidariedade à Comunidade Quilombola do Cumbe, no município de Aracati, e relatar os fatos ocorridos nos últimos dias. Na última quinta-feira, 08 de dezembro de 2016, 45 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_796" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/12/15451390_1182087775203060_1783120905_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-796   " alt="15451390_1182087775203060_1783120905_n" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/12/15451390_1182087775203060_1783120905_n-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Mulheres prestam sua solidariedade no encerramento da Formação Agroecologia, Saúde e Justiça Ambiental. Fotografias: Eduardo Souza.</p></div>
<p>As instituições, redes e articulações integrantes do curso de formação “Agroecologia, Saúde e Justiça Ambiental*”, promovido pelo Núcleo Tramas da Universidade Federal do Ceará, vêm a público manifestar solidariedade à Comunidade Quilombola do Cumbe, no município de Aracati, e relatar os fatos ocorridos nos últimos dias.</p>
<p>Na última quinta-feira, 08 de dezembro de 2016, 45 mulheres participantes do curso de formação em “Agroecologia, Saúde e Justiça Ambiental” foram impedidas de entrar na Comunidade Quilombola do Cumbe, onde o curso seria realizado, dos dias 08 ao dia 11, a convite da comunidade. A ponte da Canavieira, que dá acesso à comunidade, foi bloqueada por um grupo de pessoas contrárias à demarcação do território quilombola.  Assim, durante o fim de semana, vivenciamos e testemunhamos momentos de tensão e conflito no território. Denunciamos que, entre outros acontecimentos, uma das participantes de nossa formação foi vítima de perseguição e foi necessário acionar a polícia para garantir sua integridade física. Ressaltamos também que as famílias que se identificam como quilombolas e lutam pela demarcação e defesa de seu território contra o avanço da carcinicultura e dos parques eólicos, em diversos momentos, foram impedidas de transitar livremente em sua própria comunidade e sofreram retaliações violentas, além de ameaças de morte.</p>
<p>Lembramos que, desde 2014, a comunidade do Cumbe é certificada como quilombola pela Fundação Palmares, sendo a única entre as 34 comunidades quilombolas do Ceará em território da Zona Costeira. De acordo com informações do Instituto Terramar, das 150 famílias do local, cerca de 100 já estão cadastradas junto ao INCRA como descendentes de quilombolas. Com o avanço desse processo, as famílias estão mais perto de ter seu território garantido de acordo com os artigos 215 e 216 da Constituição Federal, que determina proteção do Estado para as manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras.</p>
<p>A demarcação do território quilombola do Cumbe contraria interesses econômicos das empresas eólicas e de carcinicultura (criação de camarão em cativeiro) que há anos atuam na região, devastando o ecossistema manguezal e ameaçando os modos de viver e produzir das populações locais. O território quilombola do Cumbe foi conquistado por meio da luta da comunidade para proteger os ecossistemas e os modos de vida tradicionais a eles associados e garantir a autonomia e a reprodução sociocultural e econômica do povo quilombola. Essa comunidade é guardiã de saberes e de práticas que têm sido fundamentais para pesquisas de diversas áreas do conhecimento na UFC e em outras universidades, assim como tem contribuído para o processo de formação de estudantes de graduação e pós-graduação.  No entanto, agentes econômicos interessados em impedir o processo de demarcação vêm utilizando a estratégia de dividir a comunidade e incitar conflitos internos comprometendo perversamente a paz e a coesão desse grupo social.</p>
<p>Desse modo, nosso grupo, formado por mulheres camponesas de diversos territórios do Ceará e do Rio Grande do Norte, estudantes universitárias, pesquisadoras e representantes de instituições de assessoria, manifesta solidariedade à Comunidade Quilombola do Cumbe na luta pela demarcação de seu território. Solicitamos que providências urgentes sejam tomadas pelas autoridades no sentido de garantir a segurança da comunidade e o direito ao território das famílias que se identificam como quilombolas no Cumbe.</p>
<p><b><i>Pela demarcação urgente do território quilombola do Cumbe! </i></b></p>
<p><b><i>Somos todas Quilombo do Cumbe!</i></b></p>
<p>* A formação “Agroelocogia, Saúde e Justiça Ambiental: mulheres em diálogos de saberes e experiências” é um curso de extensão promovido pelo Núcleo Tramas e Núcleo REEAJA da Universidade Federal do Ceará em parceria com o Instituto Terramar, MST, RBJA, RENDA, FAFIDAM/UECE, com apoio do CNPq por meio da Chamada MDA/CNPq N<sup>o</sup> 39/2014.</p>
<p><b>Assinam esta nota todas as instituições, redes e movimentos envolvidos na formação Agroecologia, Saúde e Justiça Ambiental:</b></p>
<p>ACALMA – Associação dos Cultivadores de Algas do Assentamento Maceió</p>
<p>ACOPASA – Associação de Certificação Orgânica Participativa do Sertão do Apodi</p>
<p>AMB – Articulação de Mulheres Brasileiras</p>
<p>APAPAIS &#8211; Associação dos Pequenos Agricultores e Pescadores Assentados do Imóvel Sabiaguaba</p>
<p>Articulação Antinuclear do Ceará</p>
<p>Budega do Povo</p>
<p>Cáritas Diocesana de Limoeiro do Norte</p>
<p>Centro Acadêmico Maloca – Maria de Lourdes da Conceição Alves</p>
<p>CETRA – Centro do Trabalhador</p>
<p>Comissão Pastoral da Terra</p>
<p>Comitê de juventude do Território do Curu/Aracatiaçú</p>
<p>Comitê de Mulheres do Território da Ibiapaba</p>
<p>ENECA – Executiva Nacional de Estudantes de Ciências Ambientais</p>
<p>Escola de Formação Politica e Cidadania</p>
<p>ESPLAR – Centro de Pesquisa e Assessoria</p>
<p>FCM – Fórum Cearense de Mulheres</p>
<p>INEGRA – Instituto da Mulher Negra do Ceará</p>
<p>Instituto Terramar</p>
<p>MIM- Movimento Ibiapabano de Mulheres</p>
<p>MMTR-NE – Movimento da Mulher Trabalhadora Rural – NE</p>
<p>MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra</p>
<p>Mulheres Rendeiras do Assentamento Maceió/Itapipoca</p>
<p>Núcleo Tramas – Trabalho, Ambiente e Saúde da Universidade Federal do Ceará</p>
<p>NEEPA – Núcleo de Estudos, Experiências e Pesquisas em Agroecologia</p>
<p>RBJA – Rede Brasileira de Justiça Ambiental</p>
<p>RENDA – Rede Nordeste de Núcleos de Agroecologia</p>
<p>REEAJA – Núcleo de Reflexões, Estudos e Experiências em Agroecologia e Justiça Ambiental do Baixo Jaguaribe/CE</p>
<p>SSTR – Sindicato dos Trabalhadores e das Trabalhadoras Rurais de Apodi</p>
<p><strong>Para baixar a nota em PDF:</strong> <a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/12/NOTA-DE-SOLIDARIEDADE-CUMBE.pdf">NOTA DE SOLIDARIEDADE CUMBE</a></p>
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		<title>Seminário Mulheres, Agroecologia e Justiça Ambiental: diálogo entre saberes, experiências e resistências</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2016 15:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Ambiental]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos dias 17 e 18 de março de 2016, o Núcleo Tramas – Trabalho, Ambiente e Saúde da Universidade Federal do Ceará realizará o Seminário Mulheres, Agroecologia e Justiça Ambiental: diálogo entre saberes, experiências e resistências. O evento é uma ação do projeto Reflexões, Estudos e Experiências em Agroecologia e Justiça Ambiental – REEAJA, aprovado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/03/NOTÍCIA-PORTAL.jpg"><img class="size-medium wp-image-699 alignleft" alt="NOTÍCIA PORTAL" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/03/NOTÍCIA-PORTAL-300x211.jpg" width="300" height="211" /></a></p>
<p>Nos dias 17 e 18 de março de 2016, o Núcleo Tramas – Trabalho, Ambiente e Saúde da Universidade Federal do Ceará realizará o <em>Seminário Mulheres, Agroecologia e Justiça Ambiental: diálogo entre saberes, experiências e resistências</em>.</p>
<p>O evento é uma ação do projeto <em>Reflexões, Estudos e Experiências em Agroecologia e Justiça Ambiental – REEAJA</em>, aprovado na CHAMADA MDA/CNPQ Nº 39/2014 &#8211; Núcleos de Estudo em Agroecologia e Produção Orgânica – NEA.</p>
<p>Durante dois dias, 60 mulheres de diversos territórios do Ceará e do Rio Grande do Norte, que enfrentam conflitos ambientais, estarão reunidas para trocar saberes e experiências e construir estratégias coletivas para o fortalecimento da agroecologia e das lutas por justiça ambiental.</p>
<p>O seminário também contará com uma programação aberta à participação do público no dia 17 de março, às 14h, no auditório da ADUFC, com a mesa <em>Mulheres, Agroecologia e Justiça Ambiental: diálogo entre saberes, experiências e resistências</em>.</p>
<p>A partir das 17h, no mesmo local, será realizado o lançamento do caderno informativo<strong><em> Mulheres em diálogo: saberes e experiências sobre trabalho, ambiente e saúde na Chapada do Apodi/Ce </em></strong>e do vídeo <em><strong>No tempo dos mussambês não tinha do que ter medo: impactos do agronegócio sobre a vida das mulheres na Chapada do Apodi-CE</strong></em>. Materiais produzidos no âmbito de um projeto de pesquisa realizado pelo Núcleo Tramas – UFC, entre 2013 e 2015, apoiado pela Chamada MCTI/CNPq/SPM-PR/MDA N. 32/2012.</p>
<p>O encerramento do evento aberto ao público ocorrerá às 19h, do dia 17 de março, com a apresentação musical do grupo Samba de Rosas.</p>
<p>No dia 18 de março, a programação seguirá com a presença das mulheres da Chapada do Apodi-CE, do Rio Grande do Norte, do Sertão Central, da Serra da Ibiapaba, da Zona Costeira e de comunidades urbanas.</p>
<p>O  projeto REEAJA - <em>Reflexões, Estudos e Experiências em Agroecologia e Justiça Ambiental </em> tem como parceiros: MST – Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra, FAFIDAM – Universidade Estadual do Ceará, Cáritas Diocesana de Limoeiro do Norte, CSP- Conlutas, Rede Brasileira de Justiça Ambiental, Rede Nordeste de Núcleos de Agroecologia e Projeto Meio Ambiente, Saúde, Comunicação e Cultura: transformações territoriais e a juventude no sertão central do Ceará (coordenado pelo Núcleo Tramas-UFC).</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO SEMINÁRIO</strong></p>
<p><strong>Dia 17 de março<br />
</strong><br />
<em><strong>Manhã (Programação interna)</strong> </em><br />
Roda de conversa <em>Do mar ao sertão: mulheres em diálogo sobre conflitos ambientais</em><br />
<strong>Local</strong>: Centro de Formação Frei Humberto &#8211; Fortaleza/Ce<br />
<strong>Horário</strong>: 09h às 12:00h</p>
<p><em><strong>Tarde (Programação aberta ao público)</strong></em><br />
Mesa de debate <em>Mulheres, Agroecologia e Justiça Ambiental: diálogos entre saberes, experiências e resistências</em><br />
- Neneide Lima (Rede Xique Xique) – mulheres e experiências agroecológicas: desafios e perspectivas<br />
- Gema Esmeraldo (NEEPA/UFC) – Mulheres e Agroecologia: fortalecendo experiências e construindo resistências nos territórios<br />
- Socorro Oliveira (Chapada do Apodi/Ce) – Agronegócio na Chapada do Apodi: um modelo que vulnerabiliza as mulheres<br />
- Cris Faustino (RBJA) – Conflitos ambientais e a vida das mulheres: da terra ao mar elas resistem e lutam por justiça ambiental</p>
<p><strong>Local</strong>: ADUFC &#8211; Av. da Universidade, 2346, Fortaleza &#8211; CE<br />
<strong>Horário</strong>: 14h às 17h</p>
<p><em><strong>Noite (Programação aberta ao público)</strong></em><br />
Lançamento das Publicações &#8220;<em>Mulheres em diálogo: saberes e experiências sobre trabalho, ambiente e saúde na Chapada do Apodi/Ce</em>&#8221; e do vídeo &#8220;<em>No tempo dos mussambês não tinha do que ter medo: impactos do agronegócio sobre a vida das mulheres na Chapada do Apodi-CE</em>”<br />
<strong>Loca</strong>l: ADUFC &#8211; Av. da Universidade, 2346, Fortaleza &#8211; CE<br />
<strong>Horário</strong>: 17h às 19h<br />
<em>Encerramento do evento aberto ao público com apresentação musical do Grupo Samba de Rosas às 19h.</em></p>
<p><strong>Dia 18 de março<br />
</strong><br />
<em><strong>Manhã (Programação interna)</strong> </em><br />
Roda de conversa <em>Mulheres: trançando resistências e afirmando existências</em><br />
<strong>Local</strong>: Centro de Formação Frei Humberto &#8211; Fortaleza/Ce<br />
<strong>Horário</strong>: 08h às 12:00h</p>
<p><strong>Para informações:</strong><br />
Andréa Camurça – (85) 9 9977.0515<br />
Mayara Melo – (85) 9 9901.4233<br />
E-mail: ntramas.ufc@gmail.com</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Núcleo Tramas divulga o vídeo &#8220;No tempo dos mussambês, não tinha do que ter medo&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2016 18:54:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Entre os anos de 2013 e 2015, o Núcleo Tramas da Universidade Federal do Ceará desenvolveu uma pesquisa chamada “Estudo sobre exposição e impactos dos agrotóxicos na saúde das mulheres camponesas da região do Baixo Jaguaribe, Ceará” apoiada pela Chamada MCTI/CNPq/SPM-PR/MDA N. 31/2012. A pesquisa buscou analisar como a chegada de empresas do agronegócio na [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/01/DSCN1919.jpg"><img class="size-medium wp-image-679 alignleft" alt="DSCN1919" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/01/DSCN1919-209x300.jpg" width="209" height="300" /></a> Entre os anos de 2013 e 2015, o Núcleo Tramas da Universidade Federal do Ceará desenvolveu uma pesquisa chamada “Estudo sobre exposição e impactos dos agrotóxicos na saúde das mulheres camponesas da região do Baixo Jaguaribe, Ceará” apoiada pela Chamada MCTI/CNPq/SPM-PR/MDA N. 31/2012.</p>
<p>A pesquisa buscou analisar como a chegada de empresas do agronegócio na região do  Baixo Jaguaribe (Ceará), a partir do ano 2000, influenciou a saúde das mulheres que ali vivem. Conversamos com elas em Oficinas, entrevistas e seminários; visitamos seus locais de trabalho nas empresas; e também ouvimos profissionais do SUS. Verificamos que as diversas transformações sociais, ambientais, econômicas e culturais trazidas pela modernização da agricultura naquele território interferem nos determinantes de saúde e atingem de forma diferenciada as mulheres &#8211; sejam elas empregadas do agronegócio, agricultoras familiares, cuidadoras de suas famílias, etc – já que modificam o modo de viver e de produzir das comunidades. Exemplos disso são: o aumento da violência e do tráfico de drogas, bem como da exploração sexual, repercutindo diretamente na saúde sexual e reprodutiva, especialmente através de doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez precoce e/ou indesejada.</p>
<p>No que diz respeito às mulheres empregadas no agronegócio, chamaram a atenção as longas jornadas de trabalho impostas nas empresas, e que ainda são seguidas de outras horas de trabalho em casa. As condições de trabalho são precárias e as expõem a uma série de riscos ocupacionais: esforços repetitivos, longos períodos em pé, ritmos de trabalho intensos etc. As tarefas destinadas às mulheres são monótonas e demandam atenção e paciência, refletindo a divisão sexual do trabalho. Nestas condições, surgem os casos de doenças ocupacionais entre as mulheres, como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e as doenças osteomusculares; além de efeitos agudos e crônicos da exposição aos agrotóxicos. Este contexto gera novas necessidades de saúde às quais as políticas públicas de saúde precisam estar mais atentas, seja no que diz respeito à atenção, seja nas ações de vigilância e promoção da saúde, a partir de um aprofundamento do vínculo e do conhecimento das equipes de saúde com/sobre a dinâmica do território.</p>
<p>Seguindo com o compromisso de construir novas formas de devolução e diálogo sobre os resultados de suas pesquisas, o Núcleo Tramas produziu um vídeo ao final do projeto. Assim, foi concebido o vídeo &#8220;No tempo dos Mussambês, não tinha do que ter medo: impactos do agronegócio sobre a vida das mulheres da Chapada do Apodi&#8221;. O título surgiu de uma expressão usada por Maria de Fátima, poetisa que vive na comunidade do Tomé (Chapada do Apodi), para explicar o antagonismo entre dois tempos: o dos mussambês, arbusto florífero que antes existia em abundância na região, e o tempo marcado pelo avanço das empresas agrícolas sobre seu território.</p>
<p>O vídeo apresenta as diversas transformações sociais, ambientais, econômicas e culturais provocadas pela modernização da agricultura a partir do olhar das mulheres. Elas narram suas trajetórias de luta, existência e resistência frente a um modelo agrícola promotor de injustiças e desigualdades ambientais que impactam violentamente suas vidas e repercutem sobre a saúde.</p>
<p>Clique <a href="https://www.youtube.com/watch?v=cE0P0LbaAKY">aqui </a>e confira o resultado</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/cE0P0LbaAKY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Programação do segundo tempo escola do Projeto Juventudes do Campo</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2016 17:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 14 e 23 de janeiro, o Núcleo Tramas realiza o segundo tempo escola do curso de formação para as juventudes do campo do sertão central cearense. As atividades acontecerão na Vila Riacho das Pedras, comunidade rural do município de Santa Quitéria (CE). A abertura da programação acontece na tarde da próxima quinta-feira [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 14 e 23 de janeiro, o Núcleo Tramas realiza o segundo tempo escola do curso de formação para as juventudes do campo do sertão central cearense. As atividades acontecerão na Vila Riacho das Pedras, comunidade rural do município de Santa Quitéria (CE).</p>
<p>A abertura da programação acontece na tarde da próxima quinta-feira (14) e contará com a presença da professora Raquel Rigotto, coordenadora do Núcleo Tramas, de Thiago Valentim, da Coordenação Nacional da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e de Seu Chico Paiva, morador da comunidade de Riacho das Pedras.</p>
<p>As atividades prosseguem até o dia 23 com espaços de formação em Saúde, Agroecologia, Comunicação, Arte e Cultura, exibição de filmes e debates, apresentações artístico-culturais, intercâmbios e diálogos com a comunidade local. Os debates e as oficinas serão realizados e facilitados em parceria com entidades, ONGs e movimentos sociais que também atuam na região e nas temáticas envolvidas.</p>
<p>O Projeto Meio Ambiente, Saúde, Comunicação e Cultura: Transformações Territoriais e a Juventude no Sertão Central Cearense foi aprovado na chamada Nº 19/2014 do Ministério do Desenvolvimento Agrário/INCRA, em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia/CNPq, para o Fortalecimento da Juventude Rural.</p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/01/Cartaz_Modulo2_PJC_4a-versao-TIFF.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-672" alt="Cartaz_Modulo2_PJC_4a versao TIFF" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/01/Cartaz_Modulo2_PJC_4a-versao-TIFF-225x300.png" width="225" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2016/01/Cartaz_Modulo2_PJC_4a-versao.pdf">Download (PDF)</a></p>
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		<title>Lavouras Transgênicas &#8211; Riscos e incertezas &#8211; Mais de 750 estudos desprezados pelos órgãos &#8211; reguladores de OGMs (ePUB)</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2015 11:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="stcpDiv"><strong><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/Livro.png"><img class="size-medium wp-image-500 aligncenter" alt="Livro" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/10/Livro-227x300.png" width="227" height="300" /></a></strong></div>
<p><strong>Autoria:</strong> Gilles Ferment, Leonardo Melgarejo, Gabriel Bianconi Fernandes e José Maria Ferraz<br />
<strong>Edição:</strong> MDA<br />
<strong>Ano:</strong> 2015</p>
<p><strong>Este livro tem um formato diferente dos livros convencionais que se propõem a apresentar uma revisão bibliográfica de publicações científicas relativas a determinado tema. Inova ao colocar questionamentos sobre aspectos do debate científico no campo da transgenia para, em seguida, apresentar um elenco de referências bibliográficas que contrariam versões desse debate adotadas por agências reguladoras e divulgadas em campanhas de marketing das empresas produtoras de transgênicos.</strong></p>
<p><a href="http://www.mda.gov.br/sitemda/sites/sitemda/files/ceazinepdf/LAVOURAS_TRANSGENICAS_RISCOS_E_INCERTEZAS_MAIS_DE_750_ESTUDOS_DESPREZADOS_PELOS_ORGAOS_REGULADORES_DE_OGMS.pdf">Disponível para download</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;<br />
Cerca de 40 variedades de plantas transgênicas foram liberadas para cultivo comercial no Brasil em pouco mais de oito anos. A maior parte delas concentra-se em sementes de soja, milho e algodão resistentes a agrotóxicos e/ou a algumas pragas. Passado esse período e tendo esses produtos chegado ao consumo de massa por meio de óleos, derivados de milho e comida industrializada em geral, duas principais conclusões podem ser mencionadas.</p>
<p>A primeira está ligada ao fato de que não foram cumpridas as principais promessas fartamente anunciadas pelos promotores da tecnologia. Não houve redução do uso de agrotóxicos, nem vantagens para os consumidores, nem a criação de plantas mais nutritivas, saborosas ou resistentes a efeitos das mudanças climáticas.</p>
<p>A segunda conclusão refere-se à acesa polêmica que há mais de 20 anos faz dos entes reguladores dos organismos transgênicos espaços altamente controversos. Para além de questões ligadas a conflitos de interesses, a polêmica vem do fato de que esses órgãos apoiam-se em discurso supostamente científico para alegar a segurança presente e futura dessas novas plantas. No geral, pesquisadores que produziram evidências em contrário ou questionaram essa visão principista foram pessoal e profissionalmente atacados por pesquisadores e membros das comissões de biossegurança existentes Brasil afora alinhados ao mainstream do desenvolvimento biotecnológico.</p>
<p>Esta publicação, organizada ao longo dos 10 últimos anos pelo Grupo de Estudos sobre Agrobiodiversidade e agora publicada pelo Nead/MDA, reúne mais de 750 estudos desconsiderados pelos órgãos reguladores como CTNBio, Anvisa e Ibama. Mostra, assim, a relevância e pertinência da crítica apresentada por pesquisadores não alinhados ao mainstream e revelam que as decisões tomadas por essas comissões, ainda que técnicas e de biossegurança, não foram baseadas em boa ciência.</p>
<p>Elementos não faltam para uma ampla revisão das decisões já tomadas e para que se promovam ajustes profundos na forma como operam esses entes encarregados de avaliar os riscos dos organismos geneticamente modificados.</p>
<p>“Os elementos aqui expostos em cerca de 750 estudos validados por revistas científicas com conselho editorial mostram claramente que não há consenso na comunidade científica sobre o tema da transgenia e seus impactos”.</p>
<div></div>
<div>Fonte: <a href="http://www.mda.gov.br/sitemda/pagina/nead-debate">Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) </a>e AS-PTA</div>
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		<title>Mais 05 vagas para jovens do sertão central no Projeto Meio Ambiente, Saúde, Comunicação e Cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2015 14:53:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diante da grande satisfação com o processo de seleção e as entrevistas realizadas com os jovens inscritos para o projeto “Meio Ambiente, Saúde, Comunicação e Cultura – Transformações Territoriais e a Juventude do Sertão Central Cearense”, apresentamos, com grande alegria, o aumento em mais de 10% do número de vagas para educandos do curso de formação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/11043154_817599691653670_7211934225671535024_n.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-346" alt="11043154_817599691653670_7211934225671535024_n" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/11043154_817599691653670_7211934225671535024_n-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a>Diante da grande satisfação com o processo de seleção e as entrevistas realizadas com os jovens inscritos para o <a href="http://www.tramas.ufc.br/?p=344">projeto “Meio Ambiente, Saúde, Comunicação e Cultura – Transformações Territoriais e a Juventude do Sertão Central Cearense”</a>, apresentamos, com grande alegria, o aumento em mais de 10% do número de vagas para educandos do curso de formação em Comunicação e Direitos Humanos, Arte e Cultura, Saúde-Trabalho-Meio Ambiente e Agroecologia. Mais 05 jovens serão contemplados e participarão do projeto durante dois anos.</p>
<p>Divulgamos a nova lista com os nomes dos educandos contemplados com as 35 vagas totais:</p>
<p><strong>Canindé – Assentamento Todos os Santos</strong></p>
<p>- Francisco Rai Teles Ribeiro</p>
<p>- Salunara da Silva Bastos</p>
<p>- Carmem Naiane Rodrigues Abreu</p>
<p>- Maria Evangelina Alves Teles</p>
<p>- Francisco de Assis Alves Santos</p>
<p><strong>Canindé – Assentamento Ipueira da Vaca</strong></p>
<p>- Maria Aline Sousa Paulino</p>
<p>- Nathan Castelo Inácio</p>
<p>- Gefeson Emanuel Sousa da Silva</p>
<p>- Douglas Castelo Ramos</p>
<p>- Vitória Freitas do Nascimento</p>
<p><strong>Itatira – Itatira e Lagoa do Mato</strong></p>
<p>- Guilherme Ribeiro Lúcio</p>
<p>- Alana Mara Sousa Feitosa</p>
<p>- Gustavo Nascimento Sousa</p>
<p>- Arrigo Viana Lopes</p>
<p>- Antônia Aurineide de Sousa Silva</p>
<p>- José Mailton de Sousa Loiola</p>
<p>- Francisca Viviane Viana de Sousa</p>
<p>- Maria Patrícia Amorim do Nascimento</p>
<p>- Antonio Rafael Casusa de Sousa</p>
<p>- Francisco Ronaldo Alves da Silva</p>
<p>- Flávio Sousa Pinto</p>
<p>- Francisca Talia Alves Moraes</p>
<p><strong>Santa Quitéria – Assentamentos Morrinhos e Queimadas</strong></p>
<p>- Maria Helena Umbelino Sousa</p>
<p>- Karine Mesquita Mateus</p>
<p><strong>Santa Quitéria – Riacho das Pedras</strong></p>
<p>- Francisco Rômulo Paiva</p>
<p>- Francisco Jailson Mesquita Brandão</p>
<p>- Perla de Oliveira Mesquita</p>
<p>- Evanja Rodrigues Mesquita</p>
<p>- Luiz Jean de Paula Arcêncio</p>
<p>- Antonio Wyllame Evangelista do Nascimento</p>
<p><strong>Santa Quitéria – Assentamento Saco do Belém</strong></p>
<p>- Clauciane Inocêncio de Sousa</p>
<p>- Antônia Valdiana Sousa da Silva</p>
<p>- Crislane Laurinda da Silva</p>
<p>- Eronildo Machado Martins</p>
<p>- Antônia Cleane Sousa do Nascimento</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resultado de seleção do projeto com juventudes do campo no sertão central cearense</title>
		<link>http://www.tramas.ufc.br/?p=385</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2015 16:33:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tramas Nucleo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Núcleo TRAMAS divulga a finalização do processo de seleção dos jovens que irão participar das ações referentes ao projeto “Meio Ambiente, Saúde, Comunicação e Cultura – Transformações Territoriais e a Juventude do Sertão Central Cearense”, a ser realizado em 2015 e 2016. O projeto foi aprovado em chamada de edital para ações de fortalecimento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Núcleo TRAMAS divulga a finalização do processo de seleção dos jovens que irão participar das ações referentes ao <a href="http://www.tramas.ufc.br/?p=344">projeto “Meio Ambiente, Saúde, Comunicação e Cultura – Transformações Territoriais e a Juventude do Sertão Central Cearense”</a>, a ser realizado em 2015 e 2016. O projeto foi aprovado em <a href="http://www.cnpq.br/web/guest/chamadas-publicas;jsessionid=5478F9B4C0EC765BC5B14672437EEB9A?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&amp;idDivulgacao=5302&amp;filtro=resultados&amp;detalha=chamadaDetalhada&amp;exibe=exibe&amp;id=47-386-2977&amp;idResultado=47-386-2977">chamada de edital para ações de fortalecimento da juventude rural do Ministério do Desenvolvimento Agrário/INCRA, em parceria com  Ministério da Ciência e Tecnologia/CNPq</a>.</p>
<p><a href="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/11043154_817599691653670_7211934225671535024_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-346 alignright" alt="11043154_817599691653670_7211934225671535024_n" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/11043154_817599691653670_7211934225671535024_n-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Acontecerá, como principal atividade, um curso de formação ampla estruturado em eixos temáticos no âmbito da Comunicação e Direitos Humanos, Arte e Cultura, Saúde-Trabalho-Meio Ambiente e Agroecologia. Serão contemplados jovens estudantes do Ensino Médio e aqueles que concluíram o Ensino Médio há, no máximo, 03 anos, residentes de assentamentos e comunidades rurais dos municípios de Santa Quitéria, Itatira e Canindé.</p>
<p>O processo de seleção dos educandos aconteceu nos dias 28 e 29 de maio, nos assentamentos Todos Os Santos e Ipueira da Vaca, de Canindé, e nos dias 13 e 14 de junho, nas comunidades e assentamentos de Santa Quitéria e Itatira (Riacho das Pedras, Morrinhos, Queimadas, Saco do Belém, Lagoa do Mato e a sede do município de Itatira).</p>
<p>Em parceria com as escolas e associações comunitárias da região, a articulação dos jovens resultou na inscrição de aproximadamente 70 candidatos. Após análise das recomendações, fichas de inscrição, cartas de intenção e das entrevistas realizadas com cada um dos candidatos, 30 jovens foram selecionados. Entre os dias 11 a 19 de julho, os aprovados participarão do primeiro módulo do curso, que acontecerá no Assentamento Todos os Santos (Canindé).</p>
<p>Segue abaixo a lista com os nomes dos aprovados.</p>
<p><strong>Canindé &#8211; Assentamento Todos os Santos</strong></p>
<p>- Francisco Rai Teles Ribeiro</p>
<p>- Salunara da Silva Bastos</p>
<p>- Carmem Naiane Rodrigues Abreu</p>
<p>- Maria Evangelina Alves Teles</p>
<p>- Francisco de Assis Alves Santos</p>
<p><strong>Canindé &#8211; Assentamento Ipueira da Vaca</strong></p>
<p>- Maria Aline Sousa Paulino</p>
<p>- Nathan Castelo Inácio</p>
<p>- Gefeson Emanuel Sousa da Silva</p>
<p>- Douglas Castelo Ramos</p>
<p>- Vitória Freitas do Nascimento</p>
<p><strong>Itatira &#8211; Itatira e Lagoa do Mato</strong></p>
<p>- Guilherme Ribeiro Lúcio</p>
<p>- Alana Mara Sousa Feitosa</p>
<p>- Gustavo Nascimento Sousa</p>
<p>- Arrigo Viana Lopes</p>
<p>- Antônia Aurineide de Sousa Silva</p>
<p>- José Mailton de Sousa Loiola</p>
<p>- Francisca Viviane Viana de Sousa</p>
<p><strong>Santa Quitéria &#8211; Assentamentos Morrinhos e Queimadas</strong></p>
<p>- Gabriela do Vale Oliveira</p>
<p>- Maria Helena Umbelino Sousa</p>
<p>- Karine Mesquita Mateus</p>
<p><strong>Santa Quitéria &#8211; Riacho das Pedras</strong></p>
<p>- Francisco Rômulo Paiva</p>
<p>- Francisco Jailson Mesquita Brandão</p>
<p>- Perla de Oliveira Mesquita</p>
<p>- Jaiane Lima Martins</p>
<p>- Evanja Rodrigues Mesquita</p>
<p><strong>Santa Quitéria &#8211; Assentamento Saco do Belém</strong></p>
<p>- Clauciane Inocêncio de Sousa</p>
<p>- Antônia Valdiana Sousa da Silva</p>
<p>- Crislane Laurinda da Silva</p>
<p>- Eronildo Machado Martins</p>
<p>- Milena Moriais de Brito</p>

<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=348' title='DSC05003'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC05003-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Reunião com jovens de Riacho das Pedras" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=387' title='IMG_7234'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_7234-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Seleção dos estudantes de Todos os Santos" /></a>
<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=388' title='IMG_7247'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_7247-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Entrevista com candidatos de Todos os Santos" /></a>
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<a href='http://www.tramas.ufc.br/?attachment_id=390' title='IMG_7385'><img width="150" height="150" src="http://www.tramas.ufc.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_7385-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Seleção do Estudantes de Itatira" /></a>

<p>&nbsp;</p>
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